quarta-feira, 22 de setembro de 2010




Capítulo 4- Pvo Jacob – Oportunidade

Mais um dia estressante nessa minha vida nada fácil. Afff Estava de saco cheio de ser mandado e tinha que fazer algo para mudar a situação em que vivia. Era um jovem de vinte dois anos, com um futuro promissor, um bom emprego e uma namorada super gostosa. Mesmo assim não estava nada feliz e precisava encontrar uma forma de mudar a situação. Precisava de um golpe de mestre. Algo que me fizesse ganhar dinheiro fácil.

Com quase vinte três anos, ocupando um cargo de Gerente de Vendas Júnior (GEV JR) na BT, uma empresa que prestava serviços de telecomunicações e telefonia, provendo portfólios de banda larga, telefonia e soluções corporativas para internet e TI. Precisava de mais dinheiro, prestigio e poder... Principalmente poder. Mas as oportunidades não vinham tão facilmente as minhas mãos e para conseguir uma carteira com quinze clientes, de pequeno em médio porte, em um período de doze meses, tive que usar alguns dos meus artifícios... Diga-se encantos, com os “meus” clientes.

Todos os gestores da minha carteira, eram formados por mulheres mal amadas, que se derretiam com apenas um sorriso e eram facilmente manipuladas para adquirirem novos serviços que atendessem a demanda de suas empresas. Assim, eu que não era bobo nem nada, sempre conseguia “empurrar” novos pacotes do portfólio da minha empresa, mantendo uma carteira estável que rendia para os seus cofres em torno de um milhão de dólares ao ano.

Para um garoto novo, recém saído da faculdade, e sem muitos conhecimentos na área, consegui me sair muito bem. Mas a minha ambição sempre me pedia mais e mais. Comecei a pesquisar empresas de grande porte, que entrariam na modalidade de grandes contas ou contas Tops. Só que havia um único problema: O meu gerente designava os GEVs (gerentes de contas) para visitar os clientes e não poderia passar pela autoridade dele, quebrando a hierarquia e consequentemente queimando o meu filme.

Jason Macgrogery era um dos GEVs mais antigos e ocupava o cargo de gestor da equipe em que trabalhava. Apesar disso, também tinha uma carteira recheada com grandes clientes, que chegavam a render um bilhão de dólares para os cofres da empresa e uma comissão de 10% sobre cada carteira que mantinha... Como eu queria aquela comissão. Seria capaz de tudo, até trapacear, para conseguir aquilo. Que mal faria? O mundo é dos espertos.

Comecei a ficar de olho em sua movimentação e descobrir por Casy, minha adorável e sem vergonha namorada, que ele estava prestes fechar contrato com uma Multinacional, GM automobilística. E como era nem um pouco bobo, decidi passa-lhe a perna e estudar tudo sobre a empresa, os seus clientes, necessidades e pontos fracos a serem explorados buscando novas oportunidades.  Fiz uma longa pesquisa, de semanas, sobre o portfólio de negócios da empresa e comecei a documentar as minhas ideias sobre o que fazer. Contudo havia um grande problema: Jason! Ele, de uma forma ou de outra, precisava sair do meu caminho. Minha mente já estava trabalhando nesse fato.

Decidi colocar um plano em ação e usei minha namorada, que por sinal era mantida em segredo, uma vez que a empresa não permitia relacionamentos entre funcionários... Balela! Tudo mundo saia com todo mundo e os chefes comiam todas as garotinhas do escritório. Mesmo assim, decidi manter sigilo em nossa relação, e aproveitar do fato dela ser secretária de Jason para descobrir tudo sobre a nova conta. Ela era uma espiã “conveniente” demais.

Casy se tornou a minha espiã e com ela conseguia informações sigilosas, que não estavam em minha pesquisa. Mas ainda faltava encontrar uma forma de tirar Jason do caminho, para ficar com a conta e o seu prestigio na empresa. Sabendo que seria promovido ao cargo de Gerente Sênior e provavelmente ficaria com a supervisão da equipe de Gevs. Pedi para  ela sabotar o projeto de Jason e o primeiro passo seria colocar muitos erros de ortografias, alterar os números de seu projeto antes que a documentação fosse impressa para a reunião. E ela conseguiria uma forma de fazer isso. Sabia bem que seria bem recompensada com uma foda gostosa.

Já a outra estratégia, seria desmoralizar Jason diante do cliente, fazendo o arquivo da apresentação não abrir, por está corrompido, e deixá-lo envergonhado. Aquilo seria mais difícil, mas arrumei um vírus de computador que corrompida todos os arquivos XLS, DOC, PPT e DDB do computador em 24 horas... Comecei a rir imaginando a cara de panaca dele quando tentasse abrir a maldita apresentação e não conseguisse.

Eu realmente sou muito bom em trapacear.

Pedi para Casy, na manhã anterior a reunião com o diretor da GM no Reino Unido, colocar o pendrive no PC de Jason e executar o arquivo. Assim, na manhã seguinte, quando tentasse abrir os documentos não conseguiria por estarem corrompidos. Tudo estava perfeito e eu ansioso pelo meu plano. E enquanto pensava na confusão que seria quando Stivie Davison humilhasse Jason na frente de toda a equipe, ria como moleque travesso das minhas artimanhas.

8:44

Jblack diz:

Cachorrinha, fez o que te pedi? td tem que da certo!

8:46

Casy diz:

Totoso, já fiz tudo! FC tranq

8:47

Jblack diz:

Se conseguir o biscoito, vou te dá aquele vestido que me pediu... e uma noite bem gostosa de FO.... vou te FO todinha cadelinha.

8:50

Casy diz:

Já to molhada. kkkkk O q vc fará cmg? Sabe onde estou com os dedos?

8:53

Jblack diz:

Começarei te dando umas PO gostosas. kkkkk Vou te morder todinhas, brincar com seu grilinho... imagina onde meus dedos estariam agora? Estou movendo eles de forma urgente no seu clitóris, cadedinha! kkkkk To chupando os seus seios.... agora deu uma PO no sua bunda...

9:00

Casy diz:

Amor... vamos ao banheiro? Ai eu já to gozando...

9:03

Jblack diz:

Goza pra mim, cachorra!!!! Geme!!! Eu to apertando sua bunda, to movendo os dedos em seu clitóris, mordendo os seus ombros... agora deslizei os lábios até o seu pescoço e deu um chupão... passei a língua no contorno de sua boca.... AFFF espera ai!

- Jacob, eu preciso do relatório de vendas da Global Crossing e o Martin está de férias. Então preciso que acesse as contas e faça o relatório para mim. Estou aguardando esse documento até o final da tarde de hoje. – Disse Jason ao entrar na sala, com aquele sorriso arrogante enquanto me encarava. Que “Filho da puta”! Tá “Fodido” na minha mão... Vai rindo, safado... Vai rindo.

- Tudo bem, chefe! Até o final da tarde terá o relatório que espera. – Disse tentando esconder a minha raiva. Afinal porque não colocou a “puta” da Sarah para fazer o relatório? Ela não é a substituta do Martin? Inferno!!! Calma, Jacob... Calma!! Tudo tem seu tempo.... Ele aprenderá que você não é um mero pião... Vai “fuder” com a vida desse um de uma forma que sairá desmoralizado dessa empresa.

- Não atrase a entrega! – Disse e saiu.

9:7

Jblack diz:

Cachorra, o FDP me mandou fazer o relatório da Global Crossing, porque o Martin está de férias. Então continuamos nossa brincadeira no seu apartamento mais tarde. Não esqueça eu se fizer tudo direitinho, será muito bem recompensada... Uma chupada bem gostosa, vc sabe onde. kkkk

9:10

Casy diz:

Tudo bem, amor, também estou ocupada. bjus

Casy era uma mulher linda, gostosa, gananciosa como eu e sabia “fuder” como ninguém. Mas apesar disso, não amava e só estava com ela porque tínhamos ideias muito parecidas. Além de ela ser uma boa espiã para mim,  dentro da empresa, era muito gostosa e me apetecia. Naquele momento, seria decisiva para o meu golpe de mestre, então precisava ser muito bonzinho e atender as suas necessidades, diga-se “sexo selvagem”.

Comecei bem meu dia, trabalhando como um corno para fazer o trabalho que a “puta” da Sarah deveria fazer. Mas certamente estava dando para algum de seus clientes, para manter a carteira maravilhosa que tinha e que todos sabiam a que preço as conseguia. 

Ela era uma americana loira linda e muito gostosa, com uns peitões siliconizados que soltavam diante dos olhos. Vestia umas roupas super sexies e quando visitava seus clientes, parecia uma garota de programa de luxo e aquilo começava a me incomodar, apesar de eu também usar os meus “dotes” para conseguir as minhas carteiras de clientes. Então já estava preparando a cama dela também e para me adiantar, fiz todo o projeto de um cliente que ela visitaria em duas semanas, quando o seu contrato com a concorrente terminasse. Porém o meu tino para os negócios foi mais rápido e consegui informações com a secretária o presidente da empresa, após alguns encontros amorosos com sua secretária e já estava com quase tudo pronto para a minha próxima cartada.

Não era para me vangloriar, mas no quesito passar a perna nas pessoas, ainda mais se tratando de negócios, eu era muito bom... Tive um bom professor, meu falecido pai, que morreu quando eu tinha dezenove anos e ainda estava terminando a faculdade.

Meu pai era um homem inteligente, que via as coisas de longe e logo tinha tudo planejado para fazer a coisa dá dinheiro e funcionar. E até certo ponto de sua vida, foi um homem honesto e utilizou bem a sua inteligência. Mas ai começou a ficar insatisfeito com os Cullens, na época os seus sócios, e sua postura começou mudou, fazendo o de uma raposa muito sagaz.  Assim aprendi como ver as coisas e fazer delas uma oportunidade de vencer na vida, vendo o meu velho ganhando dinheiro com a ignorância das pessoas. Como as pessoas são ingênuas. Como ele dizia: “O mundo é dos espertos”.

Ele se suicidou algum tempo depois do rompimento da sociedade. Com a falência as portas e o nome jogado na lama, deixando-nos a deus dará e me obrigando a trabalhar, e estudar para manter as minhas irmãs. Sentia falta dele e tinha muita vontade de conversar sobre a minha vida, meus sonhos e projetos. Depois de certo tempo de sua morte, a única coisa que me restou foi o desejo de me vingar dos Cullens.

Sabia que não seria fácil enfrentar uma família tão poderosa e cheia de prestigio nos Estados Unidos. Mas um dia... Um dia em que houvesse conseguido dinheiro e poder para a minha vingança, arruinaria Carlisle Cullen e o faria sentir na pele a dor que senti com a perda do meu pai. Sentir o meu desespero por ter que manter uma família e ainda estudar... Ele pagaria por todos os meus infortúnios... Mais cedo ou mais tarde pagaria.

Para conseguir o que queria, precisava de muito dinheiro e só havia algumas formas de conseguir: Ganhar na loteria, assaltar um banco, dá o golpe do baú ou trabalhar como um corno honesto. Bem, trabalhar honestamente estava definitivamente fora dos meus planos. Como dizia o me pai: “bonzinho só se “fode””. Assaltar um banco não seria uma atitude inteligente se quisesse continuar a gozar da minha liberdade; ganhar na loteria era a coisa mais difícil do mundo e considerando a minha sorte, estava descartada a possibilidade. Só me sobrou então dá o golpe do baú, mas ainda não havia encontrado uma garota bonita e rica para me casar. Mas ainda não havia desistido daquilo e um dia a sorte sorriria para mim.

Ai você me pergunta: Bonita? É claro que sim! Quem gosta de dragão é São Jorge e para eu me permitir comer uma mulher, mesmo que mais velha, teria que conseguir ao mesmo olhar nas fuças da dita cuja. Fora isso, casar e acordar com dragão ao lado estava completamente fora de cogitação.

Continuavam em meu computador, fazendo a “porra” do relatório enquanto pensava em como seria a vergonha do meu chefe. kkkk Muitas pessoas me consideram uma pessoas má. Contudo sou apenas justo e retribuo as coisas na mesma moeda. E se a pessoa me sacaneia, vai sofrer as consequências mais cedo ou mais tarde. Pensando dessa forma, só estaria retribuindo as gentilezas de Jason ao “fuder” a sua vida e não sentia o menor remorso com isso. Pelo contrário, sentia vontade de rir só de imaginar a cara de Stivie quando a confusão começasse. kkkk Assistiria tudo de camarote e feliz da vida. Depois me aproveitaria para conseguir chegar a aonde queria.

O dia passou rápido, sai do escritório após entregar o “merda” do relatório para o meu “futuro ex-chefe fudido”, parei na esquina no quarteirão e esperei a minha cachorrinha por alguns minutos. Já impaciente para saber se havia feito conforme ordenara.

- Ai! Que susto, mulher! Fez tudo o que ordenei? - Perguntei com ela passado à mão no meu rosto pela janela do carro.

- Boa noite! Tudo bem com você, amor? - Disse ironicamente revirando os olhos. Ela estava cheia de tesão. OH mulher fogosa!

- Casy, eu tive um dia do cão e não to com paciência para gracinhas. Então diga se conseguiu o que te pedi? Colocou o vírus no computador e no pendrive o Jason? Alterou o documento que apresentará para o cliente antes de imprimi-lo? - Questionei enquanto ela fazia caras e bocas. Tenha paciência. Vontade de dar uma “porrada” bem dada. Sem bem que ainda iria se excitar.

- Você está muito tenso, amor! – Disse com sorriso irônico.

- Eu trabalhei como um “filho da puta” hoje e não to com paciência. Se fez tudo direitinho, amanhã será bem recompensada. – Disse dando partida no carro e ela entrou, colocou a mão no fecho da minha calça e abriu o zíper.

- Nada disso! Vamos para um beco qualquer... Quero minha recompensa hoje mesmo, gostoso! - Começou a estimular o meu “caralho”, que logo se animou com suas mãos deslizando sobre ele, fazendo o subir e descer de forma rápida. Comecei a perder o controle e só consegui estacionar o carro em um beco a metros a nossa frente, enquanto ela começava a chupar, chupar e chupar cada vez mais gostoso. Comecei a gemer de prazer enquanto fazia o sexo oral. E quando percebeu que eu iria gozar, parou de chupar e depois me deixou relaxar alguns segundos antes de subir e penetrar a sua vagina com  meu “pau”.

- Cachorra!!! – Puxei seus cabelos e dei um tapa forme em suas pernas.

- Bate que eu gosto... AHHH Jacooob... Bate mais... Bate – Tomei seus lábios e começamos a nos beijar de forma desesperada, enquanto estocava a sua “boceta” de forma rápida e urgente. Gemia em sua boca, apertava os seios enquanto entrava e saia do seu corpo cada vez mais rápido até explodir em gozo.

- Woowww Vadia!!! Cadela!!! “Puta”!!!

- Me xinga mais! Vai!!! Amo quando me dá apelidos bonitinhos!!!

- Eu avisei que estava sem paciência hoje. Agora vai sofrer... – Eu a levaria para o seu apartamento e a “foderia” a noite inteira, da forma dura que gostava.

- Gosto de sofrer. kkkkk Sabe que sou masoquista. kkkkk

[...]

Dei partida no carro novamente e fomos para o seu apartamento. Lá transamos a noite inteira e quando amanheceu, estávamos arrasados e ardidos de tanto “fuder”.

Fomos trabalhar e eu a deixei na esquina da empresa. Depois fui sozinho para o meu escritório. Ficando lá morrendo de curiosidade e tensão para saber o resultado da reunião. E quando chegou a hora do almoço, sai com a cara mais lavada do mundo e ouvi alguns cochichos nos corredores. Tentei falar com Casy, mas vi que estava ocupada com Stivei e Jason.

Fui para o almoço com Melinda, uma das secretárias fofoqueiras da repartição, pronto para saber das novidades. Quando chegamos ao restaurante, ela começou o seu relatório de fofocas diárias sobre a vida alheia. Até que finalmente chegou ao ponto e contou sobre a confusão na reunião de Stivie.

- Jacob, você não sabe o que aconteceu. – Disse como quem não quer nada. – O cliente praticamente chamou o nosso chefe de analfabeto. É mole? Primeiro ele não conseguiu abrir a apresentação, porque dizem que o arquivo estava corrompido e depois ele começou a ler o documento, enquanto Jason explanava e disse que tinha alguns erros. E não poderia confiar em alguém que mal sabia escrever.

- Nossa! – Fiz uma expressão de espanto, segurando os risos que tinha vontade de dá. Que vontade de gargalhar. Finalmente conseguir “fuder o babaca” co meu chefe.

- Ele disse que não assinaria o projeto e deu um prazo de uma semana para a empresa apresentar outro GEV para a reunião. Eles discutiram, Jason tentou se justificar, dizendo que tinha feito o relatório bem correto. Stivie o humilhou na frente do cliente. Então Jason saiu da sala batendo porta e o nosso amado diretor, ficou com cara de tacho. – Ela riu - Eu dava tudo para ver a cara de vergonha de Stivie diante do cliente e de Jason batendo a porta com raiva. – Ela ria da situação e eu tentava me manter sério e segurar o meu riso

- Eu não entendo como Jason foi cometer erros tão primários. E ainda menos como Stivie perdeu a cabeça na frente do diretor da GM... – Disse tentando parecer indignado. – Ele não poderia ter humilhado o seu gerente na frente de todos. Por mais que seja o diretor, deveria ter compostura. – Eu fazia pose de sério, mas por dentro estava gargalhando. Eu disse que o mundo era dos espertos! Sempre soube o que fazer para ter o que queria. Sem dó nem piedade. Afinal quem tem pena é galinha.

- Bem, eu também acho. Mas dizem que ele escolherá hoje a tarde um novo GEV para conduzir o projeto e todos estão super ansiosos. – Disse dando uma colherada em sua comida.

- Aguardemos para saber o resultado da reunião então. – Continuamos o almoço e a mulher falou da vida de todo mundo. Já me cansando com aquela tagarelice. Mas se queria está bem informado, precisava manter relações com ela e assim saberia das fofocas em última mão. Para se dar bem, é preciso ser um pouco fofoqueiro. Afinal saber da vida alheia ajuda muito em determinadas situações.

Voltamos para o escritório e vi Casy andando de um lado para o outro, com pastas de relatório. Sabia que precisava falar com ela, mas não poderia de forma alguma dá uma mancada quando estava bem perto de conseguir o que queria. Fui para minha sala, fechei as persianas e fiquei rindo sozinho, imaginando o “babaca” do Jason passando vergonha e o Stivie dando um ataque. Gargalhei novamente. Como sou bom quando quero.

No período da tarde todos fomos convocados para uma reunião de emergência. Eu já sentia o meu coração acelerado de ansiedade. Caminhei até a sala de reunião e me sentei aguardando o pronunciamento.

Stivie começou a reunião informando que Jason havia se demitido da empresa, após o fiasco com as negociações com a GM. E que estaria indicando um novo gerente para organizar as carteiras dos GEVs em uma semana. Mas enquanto isso, estaríamos respondendo diretamente a ele. Depois de falar sobre a demissão do meu “ex-querido chefe”. Anunciou que Sarah assumiria o projeto de Jason e se reuniria com o diretor da GM para nova negociação. Filho da puta!!  Aquela “piranha”  não me passaria a perna... Não mesmo.

Naquele momento, fiquei vermelho de raiva por ele colocar a “galinha” para tomar a frente, sabendo que ela “daria o rabo” para o safado do diretor, só  para conseguir a conta. E mesmo que não apresentasse um projeto bom, conseguiria o que queria com seus “dotes” para o negócio.

Antes de sair, Stivie em chamou.

- Jacob! – Vir-me-ei para ele e o encarei, tentando manter a expressão neutra.

- Sim!

- Eleanor deixou escapar que está atrás de uma das contas de Sarah. Que inclusive já começou a trabalhar no projeto. Eu o advirto para não se intrometer nas negociações dela. Fui claro? - Perguntou franzindo o cenho e tive vontade de socá-lo. Respirei fundo antes de responder.

- Sim! Muito claro! – Respondi, dei as costas e sai da sala de reunião bufando de raiva. Afinal a “galinha” não só ficaria com a conta que eu pretendia tomar, mas também com a conta da GM, a que tanto lutei para tirar de Jason. Aquilo não era justo e se quisesse vencer na empresa, teria que desbancar à vadia, que dava para tudo quando era cliente, e possivelmente para o nosso Diretor. Ela seria a próxima da minha lista negra. Passei mais um fim de tarde morrendo de raiva, xingando até a alma do meu pai e sai sem me despedi da minha cachorra.

Fui para casa e para variar, Rebecca estava deitada no sofá assistindo TV, enquanto o apartamento estava todo desarrumado. Procurei não falar nada, porque sabia que seria mais uma discussão com a minha irmã rebelde. Então fui direto para o meu quarto.

Tirei as roupas e fui tomar o meu banho antes de procurar algo que prestasse para comer. Naquele momento, Casy chegou para me contar tudo o que havia acontecido. E apesar de eu não possuir a menor paciência para ouvir fofocas naquele momento, fiquei em silêncio escutando os pormenores dos bastidores.


Liguei o meu computador, sentei na minha cadeira, conectei na internet e entrei no meu email. E foi naquele momento, o que estava “puto” da vida que a minha oportunidade surgiu.

- Olha isso! – Disse para Casy, que começou a ler e a gargalhar.

- RARARA! Essa é louca!! RARARA!!! Meu Deus!! RARARA

- Ela é bem gostosinha... Vou me divertir com essa delicinha... Até que será divertido comer você, Renesmee Cullen.  – Gargalhei.

- Você está pensando em aceitar? Jacob!!! Tá louco? - Casy indagou indignada.

- Oportunismo, cachorrinha... Oportunismo. kkkk Eu ficarei ela e ainda ferrarei com a vida dos Cullens!!! Quer coisa melhor? A vida finalmente sorrir para mim... – Fiquei excitado com aquilo - Em um golpe só conseguirei dinheiro, poder, vingança e uma garota gostosinha para comer. – Gargalhei arqueando as sobrancelhas e Casy ficou me olhando espantada – Agora me deixe só, que preciso pensar no que responder para essa idiotinha.

- Mas você vai aceitar? Então é só dizer “sim” e pronto. – Disse a cabeça de vento, que não pensava nos pormenores da situação. OH mulher burra!

- OH, sua mula! Eu não posso simplesmente dizer “sim”! – Respondi com raiva. – Tenho que reler esse email e pensa friamente no que responder. Tenho que me fazer de bom moço... Fazer um doce e conquistar sua confiança, idiota. Acha que Carlisle vai colocar a direção da empresa na minha mão se achar que sou interesseiro? Pensa! Pensa, sua mula! Agora me deixa pensar em uma estratégia para enganar essa gostosinha. Sai! – Ordenei e comecei a ler o email novamente.

Como a vida é legal, né? Estava pensando em como “fuder” aquela galinha para ficar com míseras contas e agora, em um golpe de sorte, recebi a melhor proposta da minha vida. Que pessoa, em sã consciência, faria uma proposta como essa? Mas com consciência ou não, afinal eu nem tenho uma e se tenho não sei onde foi parar, colocaria mão em tudo o que estava sendo oferecido. Ferraria com a vida de todos eles e ainda me divertiria muito com aquela coisinha ingênua e angelical. Era tudo o que precisava, uma Herdeira linda, rica, ingênua e a neta do meu pior inimigo. Fome com a vontade de comer e a minha era imensa.





Nota Glau: E ai meus amores¿ Gostaram do Jacob¿ Ele é um “pouco” safado e não tem muito caráter. Perceberam isso¿ O cara faz qualquer negócio para ficar bem... AFFF Qualquer negócio não! Ele não come dragão! kkkkk Ele deixa isso para São Jorge.

Imagina só esse cara esperto, ganancioso e cheio de maldade no core casado com a Ness¿ OMG! A bichinha vai sofrer!!!! Mas também essa bateu com a cabeça. Onde estava quando pensou em casar com Jacob¿ Meu pai! Que pessoa doida!!! Quer porque quer casar com ele e vai sofrer com isso.

Bem, agora é só esperarem os próximos caps!!



Desculpem os erros, mas estou sem Beta e sem co-atura. A Heri está resolvendo uns problemas particulares e a Sweet lips coisas para suas fics e preparativos para aniversários.



bjus no core.

terça-feira, 21 de setembro de 2010


Capítulo 3 – Intimação



Final de semestre, eu estava cansada com as provas e todos os trabalhos que tinha que entregar.  Minha cabeça estava a mil por hora, vendo as cartas de aceitação das faculdades, as quais enviei os formulários de inscrição. Estava na dúvida se escolhia uma escola de arte nos Estados Unidos ou se levava o meu projeto de ir para Itália à diante. Queria muito fazer o curso na Europa. Estudar no berço do renascimento será o máximo.


Aquela tarde sai correndo da escola, pois precisava estudar para prova de Literatura que teria no dia seguinte e ainda tinha que abrir mais algumas cartas.  O motorista do meu avô estacionou o carro, abri a porta e me despedi dele com pressa.

- Adeus Jimi! Nos vemos amanhã. – Disse sorrindo enquanto partia.

- Até amanhã, senhorita Nessie. – Retribuiu com um aceno e um sorriso.

Quando entrei em casa correndo, fui interrompida pela minha mãe.  - Nessie, filha, seus avós veem jantar conosco hoje e querem conversar algo sério com você. – Disse ela assim que me viu entrando. Sua expressão era de preocupação, deixando-me curiosa sobre o jantar. Afinal fazia tempo que meus avós não apareciam em nossa casa. E para se abalarem no meio da semana, devia ter algo importante a ser dito. Quando viam, de surpresa, era algo bem natural. Não precisavam nos comunicar da visita. Aquilo realmente foi preocupante.

- O que querem? A senhora sabe? - Minha mãe franziu o cenho e deu de ombros, fingindo não saber o motivo da pequena reunião familiar. Mas percebi que ela estava a me esconder algo. Algo significativo, pela sua expressão de desgosto. Avaliei a situação e resolvi esperar. Não adiantava ficar sofrendo por antecedência, quem morre de véspera é peru.

- Tudo bem, mãe! Vou para o meu quarto tomar meu banho e estudar. Estou nas últimas semanas de aula e ainda faltam algumas provas. Mais tarde conversamos sobre “a conversa séria” que meus avós querem ter comigo. – Respondi e continuei caminhando em direção ao meu quarto.

Será que eles querem conversar sobre a minha estadia na Itália? Será que concordaram com a minha escolha de ir estudar arte lá? Espero que seja isso e que meu pai seja compreensivo a esse respeito.



Cheguei ao meu quarto, fui logo tirando as roupas, coloquei-as no aparador e corri para o meu banheiro. Entrei no chuveiro e fiquei um tempo à água quente.  Voltei para o quarto, ainda de toalha, peguei um baby doll e uma calcinha, enxuguei o meu corpo e depois vesti a minhas roupas.  Peguei os meus livros e comecei a estudar, esquecendo completamente da vida e do tal jantar com os meus avós.

- Nessie, filha, está ficando tarde e seus avós já chegarão. Não vai se arrumar? - Minha mãe perguntou ao entrar no meu quarto e me observar jogada na cama, com as pernas para cima, enquanto lia pela terceira vez a matéria de literatura.

- Que horas são, mãe? Acho que me esqueci da vida. – Levantei e espreguicei o meu corpo, esticando braços e pernas.

- Já são seis e meia. E pelo que conheço de Esme Cullen, não tarda muito para chegarem aqui em casa. Então, filha, vá se arrumar e fique preparada para receber os seus avós. – Beijou o meu rosto, olhou da mesma forma esquisita de quando havia chegado, depois deu às costas e saiu.

Caminhei em meu lindo quarto branco, com uma faixa de papel de parede rosa ao seu redor, um pequeno puf branco, cama branca, quadros com várias fotos minhas, dos meus amigos e de... Jacob... Parei um instante e olhei o quadro de fotos, vendo de relance a foto dele. Meu coração apertou. Era sempre assim, desde que me entendo por gente.

Suspirei fundo e caminhei em direção ao meu enorme closet, todo preparado pela minha tia maluquinha, especialmente para mim. Comecei a procurar um vestido bem elegante e discreto, sabendo como minha avó era observadora e faria algum tipo de comentário sobre a roupa se não caprichasse.

Depois de revirar o meu closet, peguei um lindo vestido de seda azul e sandálias marfim de saltos. Comecei a me arrumar, depois fiz uma escova rápida em meus cabelos, uma leve maquiagem e já estava pronta para descer.

Quando cheguei à sala, meus avós já haviam e se mostraram feliz em ver, apesar de eu ir a mansão dos Cullens todos os finais de semana. Sempre me tratavam como se fizesse séculos que não nos víssemos.

- Renesmee, minha filha, você está muito linda. – Meu avô caminhou em minha direção e me abraçou forte. Beijou o meu rosto enquanto acariciava os meus braços. Vi de relance minha avó nos olhando de forma terna e ao mesmo tempo preocupada. Contudo procurei não ficar fazendo conjecturas sobre o real motivo daquela visita. Sabendo que mais cedo ou mais tarde me contariam.

- Vôzinho, como o senhor tá? Jimi disse que passou mal essa semana? - Perguntei olhando para aquele homem lindo, com cabelos castanhos claros, olhos azuis intensos e uma face de anjo em seu rosto perfeito.

Meu avô era o tipo de homem que qualquer mulher gostaria de ter ao seu lado. Era gentil, educado e muito carinhoso. Isso sem mencionar os “atributos financeiros”, que vamos concordar que foi uma das coisas que fez a minha avó Esme cair de encantos por ele.

Sempre tive uma ligação muito forte com minha família e principalmente com os meus avós.  Tive uma criação do tipo que está sempre abraçando, beijando, pedindo colo e correndo para a casa do vovô Cullen e do vovô Swan quando as coisas complicavam com meus pais.  Em uma época da minha vida foi até engraçado ver o ciúme que meu vô Carlisle tinha do Charlie, por eu passar tanto tempo em Forks nas férias. Mal sabendo que os reais motivos para aquilo, era Jacob... “meu Jacob”... Que saudade dele...

Mas ai Jacob se mudou com a família e as minhas temporadas em Forks diminuíram. Sobrando um pouco mais de tempo para curtir meu avô Carlisle e minha avó Esme. Também aproveitar as loucuras das minhas tias Alice e Rosalie, que em faziam de Barbie e brincavam comigo como se fosse uma boneca de luxo.

Minha avó Esme já não sofria do mesmo mal. Afinal Renee mora a Jackson Ville e quase não a via, tirando as reuniões de ações de Graças, aniversário, natal e ano novo. Por isso sempre se sentiu a dona do pedaço e nunca teve que se preocupar com a concorrência como meus avós. Mas o que eles na sabem, é que eu os amo da mesma forma e não faço nenhum tipo de distinção.

- Minha menina, não precisa se preocupar com seu velho avô. Estou bem, meu anjo. – Tocou o meu rosto e beijou.

- Primeiro que está longe de ser velho. Segundo que o senhor não estava nada bem. O que aconteceu? Não vai me contar? - Eu o abracei forte e senti todo o carinho.

- Logo saberá, Nessie. – Respondeu e ouvi um muxoxo da minha avó.

- Não vai me abraçar? Será que sempre perderei para o seu avô? – Reclamou ela, e fui para os seus braços.

- Vozinha, a senhora não tem motivos para reclamar. A propósito, está linda nesse tubinho preto. – Comecei a rir vendo o corpo lindo da minha avó naquele vestido. Aff Será que na sua idade estaria tão linda? - Como consegue ficar tão linda desse jeito? Quero ser assim quando crescer. – Sorri e fiquei observando o seu rosto encantador.

- Bem, vamos para sala de jantar? - Ouvi minha mãe perguntar e olhei para ela, lindíssima em um vestido rosa claro, deixando as curvas de seu corpo bem definido, com os cabelos presos por um coque, uma leve maquiagem, brincos e cordão de pérola. Então fiquei imaginando o trabalho que teve para se arrumar de forma impecável, sabendo quão criteriosa minha avó era com as roupas e que falaria algo se não estivesse adequadamente arrumada. Ela observou minha mãe, dando um breve olhar de aprovação e assentiu com a cabeça.

Para minha mãe ser aprovada pela minha avó, era uma questão de honra depois de tantas complicações. Vi a vitória em seus olhos com a aprovação de Esme Cullen.

Minha mãe era típica menina pobre, que conheceu o rapaz rico e enfrentou o preconceito da família. Mas mesmo assim, manteve firme e conseguiu conquistar o seu lugar, e se impor diante dos Cullens. Mas ela contou que houve uma época de sua vida, que pensou em desistir de tudo com tantas adversidades e humilhações que passava diante da minha avó. Hoje as duas se dão até bem, mas sinto que ainda há uma magoa no fundo do seu coração. E que mostrar a Esme Cullen que ela está a altura, tornou se uma questão de honra para ela.

- Vamos! - Meu pai disse e vi que o Dr Edward Cullen estava impecável em um lindo terno de linho marfim, calças negras e camisa branca. Seus cabelos devidamente arrumados, seu rosto lindo e perfeito demonstrava tranquilidade. Mas aqueles olhos verdes me diziam que havia algo anormal acontecendo ali. Conhecia muito bem meu pai para entender que a aparente tranquilidade estava oculta em uma máscara de preocupação.

- Pai, o senhor está muito lindo. – Eu o abracei e senti seus lábios tocarem a minha cabeça.

- Você é que está maravilhosa. Tenho orgulho de ter uma filha tão linda, bondosa e meiga como você, Nessie. – Caminhamos abraçados para a sala de jantar, meu pai puxou a cadeira para eu me sentar, depois fez o mesmo para a minha mãe e sentou se na cabeceira na mesa.

Meus avós se sentaram e Jofred, o mordomo, começou a servi a mesa enquanto falávamos.
- Será que alguém pode me dizer o motivo desse jantar? A que devo a honra de receber meus avós em plena semana? - Perguntei arqueando a sobrancelha e vi que meu pai se engasgou com o vinho que bebia. Olhei para minha mãe e vi que ela estava muito preocupada, franzindo o cenho enquanto olhava para o meu avô. Depois vi a expressão de dúvida ou arrependimento, não soube definir,  nele que me olhava consternado.

- Vamos comer primeiro, filha. – Disse meu avô aparentando constrangimento evidente.

- Tudo bem! Vamos comer e depois quero que alguém me diga o que acontece nessa casa. Sinto que há algo no ar e isso está começando a me incomodar. – Disse para eles, que se olharam e assentiram com a cabeça.

O jantar seguiu sem maiores constrangimentos e meu pai conversou com meu avô sobre as operações complicadas que realizou, sobre como se sentia feliz na profissão que havia escolhido e nos projetos que tinha para o futuro. E minha mãe conversou com minha vó e comigo sobre o livro que pretendia escrever. E no final, todos voltaram a ficar sem assunto, olhando uns para os outros como se procurassem coragem para iniciar a “tal conversa” comigo.

- Nessie, filha... – Meu pai começou em tom cerimonioso e fiquei vendo a angustia transparecer diante daquela máscara que havia colocado. Ele começava a mostrar a sua preocupação e dor através da face calma que antes existia.

- Pai, não precisa de tanta cerimônia. O que vão me falar? Aconteceu algo grave? Estou ficando nervosa... – Disse tudo muito rápido e vi meu avô morder os lábios e depois respirar fundo.

- Nessie, querida, eu estou doente. – Meu avô começou a falar. – E preciso me afastar da empresa para cuidar da minha saúde.

- Está doente? O que o senhor tem? - Perguntei nervosa vendo o seu rosto angustiado. Senti meu coração apertar de aflição pela aquela revelação.

- Eu estou com câncer de próstata e preciso me afastar da empresa para cuida da minha saúde. Mas eu não queria abandonar a empresa nas mãos de qualquer pessoa. – Disse olhando para o meu pai, que balançava a cabeça em sinal de negativo.

- Mas por que não deixa com minhas tias? Ou Jasper? - Ri de nervoso. – Emmett não conta porque ele não gosta de trabalhar... – Olhei e vi que todos balançavam cabeça. – Gente, fala logo! – Disse nervosa.

- Alice não tem o menor talento e não quer dirigir a empresa. Jasper tem o escritório de advocacia e não tem tempo para cuidar dos nossos negócios. Rosalie mal sabe fazer contas e Emmett, como disse, não gosta de trabalhar. – Olhou para o meu pai. – Seu pai é um médico comprometido e seria um desperdício o trancar dentro de um escritório. Então...

- Então só resta a mim? Mas eu mal terminei o colegial... E a faculdade... O curso que gostaria de fazer na Itália... – Gaguejei e meus olhos se encheram de lágrimas.


- Você não teria condições de gerenciar uma empresa. Mas talvez se... – Respirou fundo e olhou mais uma vez para o meu pai, que estava quase esmagando as mãos de tanto que apertava, enquanto seus olhos estavam cravados na taça de vinho. – Casasse... – Completou consternado.

- Casar? Mas como casar? Eu nem tenho namorado... Eu não tenho ninguém... – Meus olhos cheios lágrimas e tive que me conter para não chorar naquele momento onde tudo parecia complicado, e só tinha certeza que: Meu avô estava doente e precisava de alguém para dirigir a sua empresa. Então eu teria que me casar para que aquilo acontecesse.


- Você não será obrigada a casar, filha. – Disse meu pai olhando para mim com os olhos cheios de lágrimas. Vi que minha mãe mordia os lábios e minha avó olhava tudo de forma nervosa, bebendo uma taça de vinho após a outra. E meu avô parecia terrivelmente envergonhado pela proposta. – Essa é apenas uma das saídas. Mas não é obrigada a isso e daremos um jeito, mesmo que coloquemos um estranho para dirigir a empresa da família.

- Mas pai, como eu posso negar? Ao mesmo tempo como acharia alguém para dirigir a empresa? Eu estou confusa sobre isso... Meu Deus! – Peguei uma taça com água e bebi tudo de uma vez.

- Filha, você não é obrigada se não quiser. Apenas achamos que seria uma saída, para que o controle da empresa continuasse nas mãos dos Cullens. Mas de forma alguma a obrigaríamos a se casar com alguém que gostasse. Por isso a decisão é sua e se achar que não dá para fazer, entenderemos perfeitamente, querida. – Meu avô olhava para mim com uma agonia misturada com arrependimento em seu olhar, que me deixou morrendo de pena. Então me levantei e caminhei até a sua cadeira e o abracei.

- Amo você, vovô... – Disse chorando para ele.


- Também amo você, minha netinha preferida. – Afagou os meus cabelos e riu.

- Eu já disse que sou sua única neta. – Comecei a rir e chorar ao mesmo tempo.

- Mas sempre será a preferida... Sempre... Meu anjinho.

- Assim eu também chorarei. – Minha avó disse com a voz embargada.

- Vai começar a chorar também? - Fui para o seu colo e a abracei.

- Nessie, filha, você entendeu a importância de ter uma pessoa da família na frente da direção da Cullen? Não estamos a forçando se casar. Mas se você achar que pode encontrar alguém de quem goste e que possa cuidar dos negócios da família, será a nossa salvação. – Disse meu pai observando tudo de forma aflita.

- Eu sei pai... Mas... – Hesitei porque não queria fazer sobre os meus sentimentos naquele momento. Não queria revelar que sempre amei Jacob Black e mantive um sonho de criança em minha mente. Senti uma dor em meu coração em pensar em casar com alguém que não fosse ele, mas preferi não revelar nada naquele momento.

- Tudo bem, filha! – Disse meu avô enquanto eu caminhava para o meu lugar. – Pode pensar antes de nos dá resposta.

- Eu prometo que até domingo eu respondo para vocês... Prometo. – Disse baixinho, pensando que teria cinco dias para dá a minha resposta.

- Gente, eu não acho boa ideia. – Minha mãe começou. – Casamento com amor já é difícil. Imagina ela se casar só por conveniência? Acho que essa não é a melhor solução. –Ela me olhava de forma aflita e seus olhos percorriam o caminho na direção do meu pai e depois do meu avô, implorando para não me obrigarem aquilo. Sabia o quanto sofria com a situação.

- Tudo bem, mãezinha! Até domingo eu respondo. – Tentei me recompor e parecer tranquila diante da situação, mas tudo foi muito complicado e me via diante de uma estrada sem saída.

O jantar terminou e fui para o meu quarto pensar sobre o que havia acontecido, sem saber qual o rumo daria para a minha vida a partir daquele momento.


--- xx---

Alguns dias se passaram e minha família não estava me pressionando. Mas avô precisava que eu me casasse com alguém capaz de administrar os negócios. Então me decidi a aceitar esse casamento e informar a minha família da minha decisão. Informar que só me casaria se fosse com Jacob Black.

Lembro-me de quando era criança e visitava meu avô Charlie em La Push. Vivendo momentos incríveis com as crianças da reserva. Mas não era puramente as amizades que tinha lá que me fazia gostar tanto daquele lugar, apesar de gostar muito de Seth, Claire, Quil e Embry. Jacob era a real razão para eu insistir tanto em visitar o meu avô, apesar de mal notar a minha existência.

Com sete anos conheci o meu primeiro e único amor que tive até hoje. Ele era um menino moreno, cabelos negros, um rosto expressivo, forte, e muito travesso. Mas eu adorava ver as traquinagens que aprontava com os garotos. Sentia-me feliz simplesmente está perto deles nos momentos de travessuras e durante anos da minha vida sonhei que ele seria meu namorado, noivo e marido.

Quando Jacob tinha quatorze anos, e eu dez, a mãe dele morreu. E foi um choque muito grande para a família Black naquele momento. Então abandonaram a linda casa que mantinham e se mudaram para Seattle, por isso acabamos perdendo contato.

Eu ouvia meu avô contar que o seu sócio Billy, pai de Jacob, mudou muito depois da morte de Sarah. E fez de tudo para apoiá-lo naquele momento tão doloroso de sua vida. Também dizia que Jacob teve alguns problemas de temperamento depois da perda da mãe e estava sendo muito complicado para Billy lidar com ele.

Não sei exatamente o que aconteceu entre o meu avô e Billy, mas os dois romperam a sociedade e a família Black se mudou de Seattle quando eu tinha 16 anos. E isso me afetou muito, pois desde essa época nunca mais tivemos notícias dos Blacks.

Mesmo assim, continuei a amar Jacob da mesma forma por um bom tempo. Cheguei a ter uma paixonite na escola e me esqueci da sua existência por um período. Mas sempre que pensava sobre amor e futuro, de certa forma, ele sempre estava em meus planos e meu coração me dizia que um dia o encontraria.


Hoje pensando em minha vida e nas escolhas que tenho que fazer, a única certeza que tenho é que preciso me casar e o único homem a quem poderia me entregar é Jacob. Isso não vai mudar em minha mente e ninguém me convencerá a aceitar outro que não seja ele.

Minha decisão estava tomada. E naquele momento só me restava comunicar à minha família e fazer “a proposta” incomum de casamento para ele, implorando aos céus que ele pudesse me aceita como sua esposa, e que um dia fosse capaz de me amar da mesma forma que o amo.

- Pai, Vô... – Respirei fundo e tomei coragem para falar. – Minha decisão já está tomada. – Disse e os dois me olharam de forma inquisitiva. – Eu aceito me casar, desde que o meu marido seja Jacob Black. – Meu avô ficou vermelho no mesmo momento que mencionei o seu nome e não entendi o motivo. Afinal nunca me contaram o motivo do rompimento da sociedade e o fim da amizade entre os Cullens e os Blacks.

- Nessie, você tem certeza que é ele que quer para marido?- Me avô perguntou nervoso.

- Qual o problema, vô? - Perguntei arqueando uma das sobrancelhas.

- Billy e eu tivemos problemas sérios no passado. – Respondeu sem entrar em detalhes.

- Que tipo de problemas? - Ele olhou para o meu pai, hesitou por um momento e depois continuou.

- Billy estava dando desfalques na empresa. – Mordeu os lábios e depois fitou os meus olhos. – Ele roubou uma quantia muito grande e para eu não o entregar a policia, teve que devolver tudo e por isso rompemos a sociedade. Depois ele se mudou com os filhos para Londres e última coisa que soube, foi que morreu falido. – Disse consternado e vi que havia dor em seus olhos azuis.

- OH! Eu... Eu... – Gaguejei.

- Você não sabia. – Balançou a cabeça. – Assim como ninguém soube o que se passou. Procurei esconder tudo de todos e só à família soube do ocorrido. Os acionistas pensaram que ele se desfez das ações por que brigamos. Mas só nossa família sabe do real motivo. E agora... – Hesitou.



- Sei que é complicado para vocês. Mas quero que saibam que sempre gostei de Jacob. E se é para me casar, só pode ser com ele... Só com ele. – Disse de forma firme, ouvi a porta do escritório do meu avô se abrir e minha avó entrar.

- Eu ouvi bem? Ela quer se casar com o filho do Billy? Meu Deus! – Parecia perplexa com a revelação.

- Jacob não tem culpa dos erros do pai e de certo nem sabe que ele nos roubou. E se é para me casar... – Olhei para todos e apesar da vergonha confessei tudo. – Será com ele! Eu o amo desde criança e sonhei com o dia que ficaríamos juntos por toda a vida. Não posso me casar com outro. Então espero que entendam e aceite. Essa é a minha única condição. – Conclui de forma decidida.

- Se é assim que quer... – Meu pai assentiu com a cabeça.

- Como encontraremos Jacob? Não sabemos o seu paradeiro. E se ele não te aceitar? - Meu avô perguntou me encarando.

- Eu tenho como descobrir o seu paradeiro e tentarei fazer um contato com ele. Se ele não me aceitar... – Abaixei a cabeça envergonhada. – Terão que encontrar outra forma de resolver o problema.

- Tudo bem, filha! Então encontre o seu noivo e o convença a se casar. – Meu avô disse de forma amargurada, beijou a minha cabeça e saiu com a minha avó.

- Você tem certeza? - Meu pai perguntou intrigado.

- Absoluta! – Respondi de forma decidida.

- Tudo bem! Então vá em frente. – Disse e saiu.

Peguei o celular e disquei o número de Seth. E depois do quarto toque, ele atendeu a ligação.  - Seth, meu amigo. – Disse quando atendeu.

- Oi docinho! Por que está me ligando hoje? Sentiu falta de mim? Quando vem me ver? - Perguntou animado

- E sinto muita falta de você, meu amigo. E vou te ver no próximo final de semana. Essa semana eu termino as provas e posso passar uns dias ai com você. Mas estou te ligando para te pedir um grande favor. Acho que só você pode me ajudar.


- O que precisa, Nessie? Por que pergunta dessa forma tão séria? - Seu tom de brincadeira sumiu e ele pareceu preocupado ao falar ao telefone.

- Eu quero que arrume o email ou o telefone de Jacob. – Respondi para ele.

- Jacob? Pra que quer o email dele? Pensei que havia desencanado desse cara. Ele nem se lembra que você existe no final das contas.

- Eu só preciso que arrume o mais rápido possível. Pode fazer isso? – Perguntei  nervosa ao perceber a sua má vontade.

- Tudo bem, Nessie! O Paul ainda se comunica com a Rachael. Verei com ele se me consegue os contatos do Jacob. Mas quero que em conte o que está acontecendo.

- Tudo bem! Tudo bem! Mas prefiro contar pessoalmente. Então aguarde a minha visita, Sr curioso. E obrigada por tudo!

- De nada docinho!

- Você sabe que eu te amo, meu amigo!

- Eu também te amo, Nessie. E justamente por isso que não quero que se magoe.

- Eu sei o que farei, Seth! Não sou mais aquela menina que precisava proteger. – Respondi

- Sempre será a menina, Nessie... sempre. – Disse com a voz triste.

- Tá bom! Ta bom! – Amanhã é segunda feira e devo sair cedo por causa da prova. Então pedirei ao motorista do meu avô que me leve até você. Assim posso contar o que está ocorrendo. Agora promete que vai se empenhar em conseguir os contatos de Jacob? Promete?

- Prometo!

- Obrigada, Seth!

- De nada, docinho. – Disse e desligo.

A decisão estava tomada e naquele momento precisava encontrar uma forma de convencer Jacob Black a se casar comigo. E estava disposta a tudo para conseguir o que queria.


--- xx ---

Nota Glau: E ai¿ O que acharam¿ Ness é doida, não¿ Como a bichinha resolve casar com um cara que nem conhece¿ Tudo bem, coisa de primeiro amor. Mas essa bateu com a cabeça e vai pagar o preço por causa disso.

A bichinha mal sabe como o seu Jacob é safadinho e vai penar na sua mão. kkkk Mas isso é outra história!

Até que essa Esme é não é tão chata quanto as outras... DR DELICINHA EDWARD CULLEN! KKKK ADOGO! E Carlisle¿ Vou confessar que tenho uma queda por esse ai.... Glau olha o fofo no fiofó. kkkkk GOSTOSO!



Obrigada pelas mensagens!!



bjus no core

segunda-feira, 20 de setembro de 2010




PRÓLOGO

Meu nome é Renesmee Cullen, tenho 18 anos e acabei de terminar o meu colegial. Ao invés de ir para faculdade, como sempre havia sonhado, recebi a notícia que deveria encontrar um marido.

No início fiquei muito alarmada, devo confessar, mas sabia que minha família não fazia isso meramente para me prender a um casamento sem amor. Todos me amavam e nunca fariam isso comigo. Se fosse assim, teriam escolhido  o meu pretendente e me obrigado a casar com a pessoa mais qualificada. Mas ao invés disso, pediram que eu escolhesse alguém que fosse do meu agrado e que atendesse as expectativas. Esperavam que encontrassem alguém no nosso ciclo de amizade. Alguém que fosse de confiança e já estivesse ligado a família.  Como se fosse fácil à escolha de um marido...

Meu avô era o maior empresário no ramo de pescados, tinha uma grande empresa, que fornecia peixes e frutos do mar para os Estados Unidos e vários países no mundo. Contudo estava doente e precisava de um sucessor para os seus negócios enquanto se tratasse. Justamente ai morava o grande problema. Quem assumiria o seu lugar?

Minha tia Alice era casada com Jasper Halle, filho do dono do maior escritório de advocacia do estado de Washington e não tinha o menor interesse, além de vocação, em assumir a empresa do meu avô. Já Rosali se  casou com Emmett Macdoll, filho de um dos maiores fazendeiros do Texas e não tinha a menor aptidão para o trabalho. Então sobrava meu pai, um cirurgião famoso, delicado e muito ligado a sua profissão. Ele seria um total fracasso como empresário e não conseguiria abrir mão da sua profissão.

Ninguém da família precisava da fortuna do meu avô, sendo autossuficientes financeiramente. Só restava eu, como a única neta, para herdeira do império dos Cullens.  Era óbvio que a minha família não me permitiria trabalhar, já que era a princesinha de todos, principalmente assumir a empresa. Justamente por isso precisava me casar, por mais absurdo que fosse, para que meu marido administrasse os bens da família.

Fiquei muito chocada de início e pedi um tempo para pensar no que faria da minha vida. Apesar de já me sentir preparada para assumir as minhas responsabilidades e casar com alguém que daria continuidade ao trabalho do meu avô.  Pensei vários dias no que eu faria. Afinal nem tinha namorado e há mais de dois anos se quer beijava na boca. Mas sabia que não poderia decepcionar a minha família.  Precisava encontrar alguém a altura para tamanha responsabilidade... Como se fosse fácil.

Fiquei aflita porque  queria casar por amor e a única pessoa de quem realmente gostei, e quis entregar o meu coração, estava muito longe de mim. Não sabia nada sobre ele. Então o que eu faria? Como poderia casar com alguém que não amasse? Como poderia entregar meu corpo, meu calor, meus beijos e principalmente minha vida a um homem sem amor? Enquanto pensava na vida, só um nome vinha à cabeça: Jacob Black.

Sabia que seria muito difícil convencer a minha família a permitir o nosso casamento. Mas estava disposta a tudo para me entregar ao homem da minha vida e lutar pela minha felicidade. Não aceitaria nada menos que isso, já que possuía esse peso em minhas costas.

Em busca da felicidade fiz uma proposta indecente, para aquele que considerava o amor da minha vida, não sabendo que o casamento me custaria muitas lágrimas e sofrimento.  O homem que escolhi não era exatamente o que pensei que fosse.  Hoje vivo a minha vida tentando encontrar uma forma de ser feliz e conquistar esse homem enigmático, complicado e com condutas “duvidosas”.

domingo, 19 de setembro de 2010



Ela era amável e romântica
Ele era cínico e cafajeste
Ela queria amor
Ele queria dinheiro  e vingança
Ela fez uma proposta indecente
Ele viu a oportunidade de uma vida boa e confortável
O que acontecerá quando esses dois dividirem o mesmo teto¿
Ele achava que daria o golpe e ficaria com o seu dinheiro.
Mas o que ele não sabe, é que seu coração será irremediavelmente arrebatado por essa moça tão encantadora.




Renesmee Cullen é uma jovem linda e sonhadora que tem que fazer a difícil escolha de arrumar um marido. Contudo seu coração sempre pertenceu a uma única pessoa.
Assim resolveu fazer uma proposta indecente e pede Jacob Black em casamento, sem saber o seu caráter duvidoso e o seu desejo de vingança.


Jacob Black é um homem ambicioso e muito oportunista, que tenta de tudo para vencer na vida após a falência e morte de seu pai. E vê no casamento com Renesmee Cullen uma oportunidade de se dá bem e se vingar de seu avô, que acredita ser o responsável por tudo de ruim que vive.
É amante de Case Maclister e junto com a sua amante, tentará se apossar dos bens da família Cullen.


Case Maclister ambiciosa amante de Jacob Black, que irá para Washigton para se dá bem junto com o seu amante, quando ele se casa com a herdeira dos Cullens.
Ela não se conformará com a paixão que nascerá entre Jacob e Renesmee.  Fará de tudo para acabar com o casamento dos dois.



Família Cullen – Tradicional família de Seattle, que se vê em um grande dilema quando o patriarca, Carlisle, decide que precisa de um herdeiro para assumir os negócios.
Como os filhos e genros não querem o comando da empresa, decide que a neta Renesmee Cullen precisa de um marido a altura para o papel de gestor dos bens.


Rachel e Rebecca são irmãs gêmeas de Jacob Black.
São extremamente diferentes. Enquanto Rachael é batalhadora, gentil, honesta e muito amável, Rebecca é orgulhosa, interesseira, amarga e muito vingativa. E só pensa em se dá bem na vida.
Rachael será amiga e aliada da Cunhada Renesmee, enquanto Rebecca tentará fazer da sua vida um inferno.


Sue é viúva e vive com muita dificuldade com seus filhos Leah e Seth. E será contratada como governanta na casa de Renesmee e Jacob. Será grande aliada de Renesmee e a aconselhará nos momentos de dificuldade que passar com o marido.



 
Seth é o melhor amigo de infância de Renesmee. E quando ela decide se casar com Jacob, consegue localizar o seu paradeiro em Londres através de Paul, que é ex namorado da gêmea Rachael.
Ele terá uma paixão oculta pela amiga. Mas será o seu fiel aliado na convivência difícil com Jacob. E para isso vai trabalhar na casa deles como seu motorista particular.

sábado, 18 de setembro de 2010


Epílogo

Felicidade¿ Antes eu não sabia dizer o que era felicidade. Apenas vivia um dia após o outro, aproveitando o que a vida me dava, sempre lutava para conseguir o que queria. Vencendo os meus obstáculos batalha após batalha. Mas hoje, lembrando de tudo o que passei, das coisas que fiz, que disse e que vivi, não me arrependo dos meus atos, porque eles me trouxeram até este momento em que vivo hoje. E, sentada debaixo de uma grande árvore, pensando em nossos  filhos correndo bonitos e fortes, sei que todas as minhas lágrimas valeram a pena.

Era só uma menina quando tive que me casar para salvar minha família. Antes mesmo de conhecer o meu noivo, decidi que construiria a minha felicidade independe do que a vida me trouxesse. Mas no momento em que o vi, tudo mudou e no íntimo eu o desejei.

Sofri durante meses a sua ausência e desprezo. Chorei, lutei... Sonhei. Depois de tanta dor e desesperança finalmente consegui conquistar o amor do meu marido.

Jacob até hoje me diz que “amor nasce onde menos se espera”. E no nosso caso, foi exatamente o que aconteceu. Porque tínhamos tudo para dar errado, tudo para ficarmos juntos e não levarmos o nosso casamento adiante. Contudo, as rasteiras que a vida nos deu, nos ligaram por uma mesma paixão: “os cavalos”. Assim, nos tornamos amigos, confidentes e cúmplices. Mas o amor que desejava, eu não tinha e sofria muito.

Quando Jacob finalmente se declarou para mim, pensando que havia me perdido e que não saberia viver sem o seu o meu amor, passamos a viver os momentos mais felizes e intensos de nossa vida. Aproveitando cada toque, cada sensação gostosa que aquele prazer nos proporcionava. Assim, ficamos duas semanas trancados dentro de nossos aposentos; e as noites e os dias nunca eram suficientes para nos amarmos.

Tivemos que voltar para o nosso castelo em Reanding por causa do casamento de Rachel e Paul,e assim que chegamos retomamos a nossa lua de mel com toda paixão que o desejo de nossos corpos ardentes exigiam.

Amávamos-nos dias e noites de forma cada vez mais apaixonada. Não havia um dia em que ele não me dissesse o quanto me amava e como era importante em sua vida.

 Seus toques suaves pelo meu corpo causavam-me sensações que não pensei que pudessem existir. Suas juras de amor, seus gestos carinhosos, o zelo com que me tratava e o ciúme que sentia de qualquer homem que se aproximasse de mim era de forma intensa. Cada momento que passamos juntos foi inesquecível e nunca pensei que ele pudesse ser tão maravilhoso.

Ficamos tão alheios a tudo, que quando nos demos conta, Rachael estava se casando e sua barriga já estava enorme e linda. Lord Black ficou tão encantado com a possibilidade de ser avô que deixou aquele mal humor que vinha apresentando nos últimos meses. Quil e Claire ficaram noivos e Seth encontrou a moça dos seus sonhos.

Tudo ocorreu em um período curto de três meses, justamente o período em que passamos a viver apenas um para o outro, alheios a todos os problemas a nossa volta... Vivendo só para amar e ser amado... Aquele momento, era a nossa glória.

Comecei a passar mal com enjoos, tonteiras e às vezes desmaiava.

E foi justamente nesse momento que Mary desconfiou que eu estivesse grávida e me perguntou há quanto tempo não sangrava.

Fiquei assustada e comecei a fazer as contas, percebendo que a minha última regra fora no início da viagem para Londres e desde então não havia sangrado. E naquele momento, ouvi de sua boca a notícia mais feliz da minha vida: “eu teria um bebê” no amor da minha vida.

Jacob ficou completamente louco com a notícia de ser pai. E se antes já não me deixava galopar pela floresta, depois da notícia da minha gravidez ficou ainda mais chato e atencioso.

Durante os seis meses que se passaram, não podia fazer nada que pudesse colocar a gravidez em risco. E ele cuidava pessoalmente do que seria servido para eu comer e levava-me para passear de carruagem.

Nesse período, algumas coisas aconteceram e a vida de todos seguiu um novo rumo.

Primeiro, Quil e Claire se casaram em seis meses após a nossa viagem. E eu, com a barriga de seis meses, fui madrinha do casamento da minha querida e amada amiga. Pude participar da felicidade que ela sentia junto ao seu amado em uma cerimônia linda nos jardins do castelo.

Em seguida, Seth ficou noivo de Ana Paula Botelho. Uma jovem que conheceu em um vilarejo distante, quando foi fazer a venda da colheita do castelo.

Naquela época, Jacob e Paul estavam em plena lua de mel e nenhum dos dois queria se ausentar do castelo, ficando longe das esposas no momento de mais amor. Então Lord Billy encarregou Seth de cuidar dos negócios para a família e com isso, partiu para uma viagem de um mês, levando alguns serviçais consigo. Assim, conheceu Ana Paula, que viera a apelidá-la de Paulinha, e começou a cortejá-la. Quando voltou para o castelo, veio com a notícia que havia ficado noivo e que se casaria em breve.

Lord Billy em reconhecimento aos serviços prestados à família, deu uma gleba de terras para o rapaz construir o seu pequeno casebre. E todos os trabalhadores do castelo, ajudaram na construção em um pequeno multirão. E com dois meses, já estava pronto para se casar com a sua amada Paulinha.

Não foi só Seth que conseguiu se acertar naqueles meses. Sam que não era nada bobo, começou  a cortejar Leah e estão indo bem na fase de namoro, aguardando permissão de Mary para casar a filha mais velha.

O tempo correu naqueles seis meses e quando percebi, estava com uma barriga imensa, prestes a ganhar o meu primeiro bebê e com um marido que me enchia de mimos e atenção o tempo inteiro.

Foi então que em uma tarde de setembro, quando estávamos escovando a Princesa no estábulo, que senti uma pontada de dor na barriga e quando percebi, estava toda molhada.

Jacob ficou completamente apavorado, tomou-me nos braços e correu comigo para o castelo e ficou à espera do nascimento do nosso filho. Levou-me para o nosso quarto e ordenou que fossem buscar minha mãe e Lizzy a meu pedido.

Ele estava nervoso, andava de um lado para o outro resmungando. E às vezes se sentava ao meu lado na cama, apertando a minha mão enquanto me olhava aflito.

Quando minha mãe e Lizzi chegaram, trataram de expulsá-lo do quarto e se juntaram a Mary no árduo trabalho de trazer meu filho para o mundo.

O tempo parecia não passar e quanto mais força eu fazia, mais dor eu sentia e aflita ficava por meu bebê não nascer. Mas Mary, Lizzy e minha mãe que estavam comigo no quarto, garantiam que tudo estava correndo bem e que meu bebê nasceria saudável.

Sofri e chorei tanto, que pensei que não teria forças para cumprir a minha missão e dar a luz aquele bebê que era todo o amor que sentia pelo meu marido. Era tudo o que dedicava a ele e ele a mim. Mas graças a Deus, depois de um dia inteiro sofrendo sobre a cama, minha filha Sarah nasceu bonita e saudável, parecendo-se com nós dois.

Ela tinha a pele escura e os cabelos negros de Jacob. Seu rosto era uma mistura, com meus olhos verdes e sobrancelhas finas e meu nariz. Mas sua boca, o formato do rosto e a covinha no queixo eram do pai. Era o bebê mais lindo, cheiroso do mundo, delicado, amado... Era o meu bebê.

Senti um amor tão grande pela minha filha, que nem o amor que tinha pelo seu pai se compararia ao sentimento por ela, que era tudo para mim naquele momento... A minha vida e o meu futuro. E ali, vi que a minha vida havia valido a pena.

Lembro-me perfeitamente da emoção e das lágrimas que rolaram do rosto de Jacob quando pegou nossa filha nos braços, parecendo um menino bobo de tão emocionado que ficou. Olhando para ela e dizendo o quanto a amava.

Depois que me limparam e permitiram que ele viesse a mim com nossa pequena em seus braços, a primeira coisa que Mary o advertiu foi que ele teria que esperar o período do resguardo para me tocar e sua cara não foi muito boa. Contudo, não havia o que se fazer e ficaria sem me  tocar mais um bom tempo.

O tempo passou rápido e vivíamos para a nossa filha, com amor e muito zelo a tudo o que dizia respeito a ela. E como era muito quietinha, muitas vezes acordei e vi meu amor debruçado sobre o berço. Olhava para mim e dizia que estava checando se ela estava respirando. Assim, ele ficou praticamente o primeiro mês inteiro, aflito por Sarah quase não chorar enquanto seu sobrinho Henrique berrava dia e noite, não dando sossego para Rachael e Paul.

Assim que Mary disse que havia passado o período do resguardo, Jacob veio desesperado para me ter em seus braços. Ele aproveitou que nossa filha dormia a noite inteira, para me possuir cheio de paixão e desejo acumulado pelos meses que ficou sem relação comigo. E como resultado disso, não demorou muito mais que dois meses para começar a passar mal novamente e descobrir que estava grávida de novo.

Confesso que chorei muito de desespero, porque já sabia o que era a dor de ter um filho e ainda estava amamentando uma recém nascida quando aquelas sensações de enjoos e mal estar começaram novamente. Mas Jacob, por sua vez, estava radiante de felicidade e torcia que fosse um menino. E quando descobriu com os amigos que uma mulher grávida podia ter relações com o marido sem prejudicar o bebê, ficou ainda mais feliz e não me deu mais sossego. Assim, tinha que cuidar de uma criança durante o dia, mesmo passando mal com as sensações da gravidez, e de um marido cheio de fogo todas as noites, que queria fazer amor pelo menos duas vezes.

Joshua nasceu quando Sarah completou dez meses e para o meu desespero, não era tão quieto como a irmã. E se não me bastasse o parto super complicado, que havia durado ainda mais tempo e me provocado ainda mais dor, o menino desde o primeiro dia chorava o tempo inteiro. Assim, eu quase não dormia cuidando do meu filho manhoso, enquanto Jacob ninava Sarah que sempre acordava com os gritos do irmão.

Mesmo naquela correria para cuidamos dos nossos dois bebês, Jacob ainda encontrava fogo para me querer depois que dormiam, deixando-me completamente acabada de tão cansada que ficava. E quando nos demos conta, estava grávida novamente do nosso terceiro filho.

Quando percebemos, já estávamos com quatro crianças pequenas e eu implorava a Deus que não engravidasse mais por não agüentar cuidar dos meus bebês tão pequenos e dependentes de mim.

Enquanto Rachael e Paul pediam por um novo filho, Jacob e eu tínhamos Sarah, Joshua, Melissa e Sophia para cuidarmos, ficando sem tempo para nos amar e cuidar da nossa relação.

Os cinco primeiros anos foram complicados e muitas vezes eu chorei com meus bebês chorando a noite, quando se machucavam ou ficavam doentes e não sabia o que fazer. Mas Jacob estava sempre muito perto e cheio de atenção comigo e com as crianças. E todos os dias, me dizia o quanto eu era importante para ele e que me amava muito.

Sinceramente, eu não sei como ele conseguia ter desejo por uma mulher com um barrigão. Mas mesmo naqueles momentos me dizia que era a mulher mais linda e perfeita do mundo, tocava meu corpo com muito carinho e muito cuidado me, amando como se fosse a nossa primeira vez.

Muitas coisas mudaram no decorrer dos anos. Seth conseguiu se casar com Paulinha e hoje tem dois meninos lindos, que são perfeitas miniaturas do pai. Claire e Quil tiveram duas filhas, Sam e Leah se casaram depois de um ano de cortejo e hoje os dois têm um casal de filhos. Rachael e Paul não conseguiram ter mais filhos, por isso pegaram para criar uma menina pobre que foi dada para ela pela mãe, que não tinha condições de cuidar de tantos filhos. Jared encontrou uma linda moça chamada Rita e se casou em uma linda cerimônia no vilarejo que os sogros moravam.  E o mais incrível e improvável aconteceu, meu sogro, Lord Billy conheceu uma viúva que trabalhava para uma família abastada em um vilarejo próximo ao castelo de meus pais e se apaixonou.

A história da viúva era bem triste. Lord Billy se encantou com sua beleza e se compadeceu do seu sofrimento. Assim, começou a cortejá-la e depois de dois anos de indecisão, por medo dos filhos não aceitarem, resolveu tornar público o relacionamento e apresentou Gabriela para a família, que passou a ser chamada de Bibi.

Todos se encantaram com a jovem senhora, que apesar de não ter título de nobreza e ser pouco abastada, era uma perfeita Lady e sabia como se comportar muito bem sem sociedade.

Depois de um tempo, ouvindo a sua história, descobrimos que ela fora criada no castelo de um duque e que ao chegar a sua menarca, foi entregue a casamento a um comerciante local amigo do seu feitor. Casou-se a contra gosto, muito jovem e ficou viúva dois anos após o casamento. Então percebi que os seus bons modos deviam ser da forma e local em que fora criada. Nem todos tiveram uma vida feliz nos anos que se seguiram. Eu  soube por fonte fidedigna, diga-se minha avó Esme, que a família Foster se mudou para Escócia depois do escândalo com Caroline. Mas que a notícia correu ao território e desde então a vaca porca não havia encontrado um noivo que aceitasse a sua desonra.

Na mesma época, soube que minha tia Alice deu a luz a uma linda menina, que chamou de Elizabeth em homenagem a vovó, mãe do meu avô Carlisle, que todos diziam ter o gênio parecido com o meu. Eu fiquei super feliz com a notícia, afinal minha linda e doce tia merecia ter uma família completa pela primeira vez na vida.

Já a enjoada de Rosalie, continuava com a mesma vida infeliz e sem filho, porém se mudou com seu marido Emmett para o castelo da família dele, cansada da vida na corte.

- Para, menina! – Digo para Sophia que pula sobre o meu colo, fazendo-me derramar a tinta sobre a folha do meu diário.

- Mãezinha linda! – Ela beija o meu rosto, pendura-se no meu pescoço e fica me olhando com aqueles olhos verdes.

- O que você quer, Sophia¿ - Pergunto vendo o sorriso travesso se formar em seu rosto.

- Mãe, meu pai disse que já sou uma mocinha. E como uma mocinha, tenho direito a pedir uma coisa importante. – Diz sorrindo e se senta ao meu lado. Nesse momento, Melissa vem correndo e se joga sobre nós, derrubando o tinteiro sobre o vestido rosa de Sophia.

- Sua cabeça de vento! Olha o que fez¿ - Sophia empurra a irmã, que cai no cão e depois pula em seu corpo.

- Meninas!O que estão fazendo¿ Vocês não são moleques para ficarem se agarrando! – Puxo Sophia de cima de Melissa. Mas ela fica se debatendo.

- Eu pego você!!Pego!!!

- Para, Sophia! Para!!!  - Grito com ela, segurando seus braços enquanto tenta se soltar para pegar a irmã.

- O que está acontecendo aqui¿ - Jacob pergunta ao ver aquela confusão.

- Jacob, amor, as suas filhas parecem dois moleques... Meu Deus!!! Como posso educar essas meninas se elas não se comportam¿ - Soltei Sophia, que ao ver o pai se controlou. Melissa se levantou, abaixou a cabeça e ficou resmungando.

- Vocês são duas mocinhas e não duas selvagens. – Jacob diz olhando para as filhas, que cruzam os braços e abaixam a cabeça.

- Ela começou, pai! – Sophia diz com raiva fitando Melissa. – Para início de conversa, ela nem deveria está aqui! Eu queria conversar com a minha mãe e essa ai veio se meter na conversa.

- Calada, Sophia! Calada! Estou cansado dessa sua língua afiada e desse jeito arrogante de me desafiar. Já para os seus aposentos! Já!- Jacob ordena olhando severamente para a filha. E eu, para não tirar a sua autoridade, não falo nada. Só observo a advertência às filhas.

- Mas, pai... – Ela tenta se explicar, mas ele a interrompe.

- Calada! – Segura o seu braço e olha em seus olhos. – Sophia, você só tem doze anos para estar cheia de si. Entendeu¿ Você não se manda e não manda em nós. Fui claro¿ Agora vai para o castelo e não saia dos seus aposentos. – Soltou os seus braços e Sophia saiu pisando duro.

- E você, Melissa... – Jacob hesitou e olhou para mim. Percebi que tentava se controlar, sabendo que ela era mais chorona. – Não quero mais saber de brigas com sua Irmã. – Completou olhando de forma severa.

- Pai... – Melissa começou a chorar. – Para de chorar e vê se não arruma mais briga com sua irmã. – Percebi que amoleceu vendo a filha com lágrimas rolando em seu rosto.  Ela assentiu, abaixou a cabeça e saiu deixando-nos a sós.

- Melissa, o que sua irmã queria¿ - Pergunto curiosa.

- Ela iria contar que montou em Tenebroso e...

- O quê¿ - Jacob interrompeu apreensivo.

- É pai!!! Ela montou no cavalo e pediria ele de presente.

- Meu Deus! – Meu coração chegou a doer só de imaginar Tenebroso, cria de Nefasto, arremessando minha filha para longe com a sua fúria.

- Falarei com Seth... – Jacob balançou a cabeça. – Vocês estão proibidas de ir até o estábulo. Entendeu, Melissa¿ Hoje mesmo falarei com Sarah e Sophia sobre isso.

- Tudo bem, pai! – Melissa saiu correndo e voltou para o castelo.

- Jacob, amor, fica calmo! – Caminho até ele e o abraço forte.

- Ness,suas filhas são terríveis! Meu Deus! Imagina se Tenebroso a machuca... Chega a me doer o coração só de pensar nisso. – Começa a fazer carinho em minhas costas, beija o meu pescoço e desliza os dedos sobre os botões do meu vestido.

- Jacob, aqui não, amor... – Sussurro ao sentir a sua empolgação. – Nossos filhos podem nos ver... – Senti seus lábios em meu pescoço, distribuindo beijos gostosos até o meu colo. – Assim não, amor.

- Ness,vamos para os nossos aposentos... – Sussurra em meu ouvido, morde o lóbulo de minha orelha e depois entrelaça os dedos em meus cabelos. – Eu quero você agora. – Diz de forma gostosa e de repente um grito.

- AHHHHHHH!!!

- Ai, Meu Deus!! Elas estão se pegando novamente. – Jacob diz com raiva ao ouvir os gritos de Melissa.

- SOLTA ELA!!

- SOLTA!! – Ouvimos os gritos de Sarah e depois do de Claire.

- Amor, hoje eu perco a paciência com a sua filha... Ela é igualzinha a você. – Diz rindo para mim.

- Igual a mim¿ - Pergunto franzindo o cenho enquanto encaro os seus olhos.

- Ness, Sophia é abusada, atrevida e tem a língua afiada como a sua. Sinceramente, tem momentos que tenho vontade de bater nela. – Acaricia o meu rosto. – Como é difícil ser pai... Olha que ainda é uma criança. Imagina como ficar mais velha¿

- Você tem razão. – Confesso rindo para ele. – Dos nossos quatro filhos a única que saiu igualzinha a mim foi Sophia. E tem momentos que fico sem paciência com as más criações que ela faz. Já até dei uns tapas, mas não adianta... E quando ameaço, ela me desafia ainda mais. É muito difícil cuidar de um filho. – Confesso para ele.

- Vamos ver o que essa pestinha está aprontando... – Jacob ri. – Hoje sua filha levará umas palmadas... De hoje não passa. – Jacob pega minha mão e caminhamos juntos pelo jardim do castelo na direção dos gritos de nossos filhos e serviçais.

FIM




Glaucia: Amores desculpe a demora no epílogo, mas estava sem inspiração para escrever e só consegui fazer o cap ontem a noite.

Bem, com a sensação de dever cumprido, despeço me mais uma vez de vcs!!!! ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!!! ATÉ A HERDEIRA!!


[NOTA DA VALÉRIA: Realmente, criar filho não é fácil, mas tem grandes compensações. Sou grata a Deus pelo filho lindo que ele me deu. Obrigada mais uma vez pelo carinho de todas vocês]


Heri: Oi, ahhhhhhhhhhhh achei linduuuuu...que tiveram 4 filhos e ainda muita impolgação....kkkk....adorei ele enchergando a teimosia da filha igual a esposa....justamente o que ele mais gostou nela de cara.....bjs....ameiiiiiiiii......perfeito pro final