quinta-feira, 21 de abril de 2011

Como se fosse a primeira vez

A dor em seu coração era grande, que somada a mágoa pela aquela falta de carinho só a deixava ainda mais confusa. Ela o amava. Disso não tinha nenhuma dúvida naquele momento. Mas seria o bastante se contentar com migalhas¿ Ser tratada como uma prostituta¿ Aceitar o que ele estivesse disposto a lhe dar¿ Ela sempre sonhou com um momento especial, repleto de carinho, amor e muito fogo. Em troca só teve uma noite louca de sexo, sem beijos ou demonstrações reais de afeto. Se sentia como apenas um pedaço de carne sendo usado. Aquilo realmente a machucava.

A noite não dormiu bem. Trancou-se em uma concha e depois de chorar por horas decidiu dar um gelo em Jacob. Ela provaria que não precisava de seu sexo. E se ele quisesse algo de verdade, teria que lutar por ela. Estava plenamente decidida a não ceder aos desejos de sua carne.

Assim que se levantou, foi até a cozinha e pediu para o mordomo chamar um dos seguranças. Entregou-lhe a chave de seu carro e pediu para que saísse por algumas horas, indo bem longe de Forks. Já para os demais empregados, ordenou que dissessem a Jacob que havia saído muito cedo. Voltou para o seu quarto e se trancou, ficando silenciosa até que ele saísse de casa.

Uma hora depois o celular tocou várias vezes e ela não atendeu. As ordens para os empregados continuava a mesma. Ele acharia que ela havia sumido e passaria um bom tempo a sua procura.

Ordenou que as empregadas limpassem o banheiro, tomando o cuidado de desligar o monitor do computador da tomada elétrica, para não correr o risco que vissem que estava gravando o quarto de Jacob, foi para a academia que ficava em um dos cômodos de sua casa e malhou  por duas horas. Mais tarde aproveitou um pouco a piscina, almoçou e depois voltou para o quarto perto da hora de Jacob retornar para casa. Ficou em silêncio e observou na tela do monitor a sua inquietação.

Ele andava de um lado para o outro no quarto, ligando para diversas pessoas a sua procura. Ela ficou satisfeita ao perceber que estava conseguindo o que queria.

A noite, Ness recebeu uma ligação de July informando sobre uma festa em uma boate em Calam Bay, que ficava ao norte da península Olympica há alguns quilômetros de Forks. Decidiu sair e curtir um pouco a sua noite. Não ficaria em casa trancada se lamentando pelo ocorrido. Jacob pagaria por sua prepotência e falta de sentimentos.

Ela colocou um vestido vermelho, que chegava a altura do joelho, com uma lasca ao lado da cocha que subia até chegar perto da virilha. O vestido era bem justo, sexy, com um decote super sensual e deixava o seu corpo violão modelado. Colocou um sapato de salto alto preto, pegou uma bolsinha preta e coloco cartão, chave do carro e celular. Fez uma maquiagem divina, que realçaram os seus lábios carnudos e os olhos azuis, com tom escuro de blush. Olhou-se no espelho e depois de se certificar que estava uma diva, saiu do quarto sem fazer barulho.

[...]

Jacob acordou exausto, seu corpo cansado e preguiçoso virou se para o lado e a procurou. Ele queria ver o seu rosto dormindo, queria ver seus olhos se abrirem, o sorriso em seu rosto e beijar os seus lábios. Ele a amava. Não havia mais como lutar contra aquilo. Precisava sentir o seu calor para ter a certeza que era sua e que nada os separaria.

O invés de sentir o corpo macio, percebeu com frustração que a cama estava vazia. Ela não estava dormindo, não estava protegida em sua cama e ele não veria o despertar de sua flor. A tristeza tomou o seu coração e a urgência todos os seus sentidos. O seu pênis já estava duro só de pensar nos momentos que viveram, causando sensações que ele nunca havia sentido na vida, e exalar o cheiro da luxuria em seus lençóis. Ele precisava dela... Ele a procuraria.

Levantou-se da cama, enrolou-se no lençol e caminhou em direção a sua porta. Bateu e chamou várias vezes, mas ela não respondeu.

O que será que aconteceu¿

Aquele foi o pensamento ao entrar no quarto.

Tomou banho, fez sua higiene matinal e depois de vestir-se foi para a sala de jantar. Lá encontrou a mesa posta para uma pessoa. Isso o deixou ainda mais intrigado.

- Onde está a minha esposa¿ Por que a mesa foi posta para uma pessoa¿ - Perguntou ao mordomo, que continuou com cara de poucos amigos e lhe respondeu de má vontade.

- Ela saiu bem cedo. Disse que não a esperasse e que não queria ser incomodada.

- Não disse aonde ia¿ - Ele o interrogou. Havia cheiro de mentira no ar. Ele percebeu o desconforto do homem sua frente, com a carranca ainda mais mal humorada e com má vontade de responder ao questionamento. O que será que estavam escondendo¿

- A vida da senhorita Cullen não é da minha conta. Ela não presta relatório dos seus hábitos para os empregados. – Respondeu rispidamente.

- Se ela voltar ou se der algum sinal de vida, quero ser comunicado. – Ordenou com arrogância ao empregado. – Se desobedecer as minhas ordens, considere-se desempregado.  – O mordomo saiu bufando e não lhe respondeu.

Jacob ficou inquieto e de mau humor o resto do dia. Na escola a procurou, interrogou suas amigas e alguns alunos do colégio. Ligou para Bella para saber se esteve lá e nada. Para casa, ligou quatro vezes e sempre tinha a mesma resposta.

Quando as aulas terminaram, Jacob voltou para casa e ficou em seu quarto fazendo várias ligações. Andava de um lado para o outro. Estava incomodado demais com a situação. Não entendia o motivo de ela ter fugido. Queria beijá-la e sentir o seu cheiro, o gosto e ouvir a sua voz. OH como ele a queria. Seu corpo gritava por ele. Ele estava completamente louco e preocupado com sua ausência. Ele não considerava o fato dela não ter gostado da noite. Nem imaginava o mal que causou. Só considerava as palavras que ouviu e os gemidos que saíram de seus lábios... Ela o amava. Mas por que havia fugido no momento mais importante de sua vida¿

A tarde Jacob estava cansado e precisava relaxar um pouco de toda aquela tensão. E acabou pegando num sono profundo.

Acordou de sobressalto com o telefone tocando diversas vezes. Queria quebrar a droga do aparelho, mas ai se lembrou que poderia ser Ness. Ela poderia precisar dele. Poderia correr perigo com assassino a solta.

Ainda com a voz sonolenta, Jacob atendeu o telefone ansioso por informações.

- Alô! – Era a voz de Seth. Ele o amaldiçoou por dentro por tê-lo despertado do seu sono.

- O que foi¿ - Perguntou com raiva.

- Jacob, tem uma festa irada aqui em Callam Bay hoje. Todos estão se divertindo e acho que você gostaria de esta aqui.

- O que lhe faz crê que eu tenho vontade de ir a essa festa¿ Estamos de luto, meu caro. – Disse indignado. – Alice e Jasper foram assassinados. Nem foram enterrados ainda e não estou com vontade de ir a festa. – Disse com tom insolente. Do outro lado, no entanto, o amigo riu maliciosamente. O veneno parecia escorrer no canto da boca. Jacob já podia imaginar a sua cara enquanto falava.

- Acho que só você está de luto, mano. – Riu mais uma vez. – A festa está bombando. E adivinha quem está na pista de dança, sexy com vestido vermelho de matar, dançando no meio de três negões enormes¿ Eu te dou um doce se você me disser. – Gargalhou.

- Ness está ai¿ - Perguntou desgostoso. O seu corpo se contraiu e a fúria subiu para a sua cabeça. Ele já imaginava a resposta. Seth não se daria ao trabalho de fazer fofoca sem um fundo de verdade. Ela estava lá e como sempre vestida para matar. Ele queria matá-la... A se queria. “Como ela se atrevia a isso depois da noite que passaram juntos¿ Que tipo de coração possuía aquela mulher leviana¿ Ela me pagará... Sim! Pagará!”

Jacob saiu da cama, foi para o banheiro se arrumar para a festa. Depois de algum tempo, saiu de casa montado em sua moto disposto a dar-lhe uma lição. Ele provaria que comandava aquela relação.

[...]

O local estava lotado. A música alta embalava os corpos sinuosos que dançavam na pista de dança. No meio do salão um duelo de divas ao som de Snoop Doggy e Dr. Dre.

 

Sharon tinha a vantagem do sangue mulato correndo nas veias e a ginga marota que a permitia dançar o Hip Hop como uma beldade. Era líder de torcida, dançarina e acostumada a duelos. Mas não contava com Ness, a beldade mais quente e sensual, com curvas perfeitas, rebolado sensual e movimentos perfeitos no corpo violão. Ela bem poderia passar por uma mulata. Não deixava nada a perder. Era sensual, competitiva e movimentava o corpo como ninguém.

 

- Cai dentro, branquela! – Sharon com o gesto de mão e o serpentear de corpo para cima de Ness, que dançava exuberantemente entre três negões deliciosos. Se fosse em outra ocasião, os três seriam o prato da noite. Mas ela não conseguiria ir a diante depois de ter dormindo com Jacob.

 

- A branquela está sempre dentro, Sharon. Devia saber disso! Quando você começa a ficar quente, eu já estou fervendo, vadia. – Ness serpenteou para cima da mulata e começou o seu show. Braços e pernas obedeciam os seus movimentos, enquanto ela gingava malandramente pelo salão, aproveitando movimentos usados nas coreografias das lideres de torcida. A galera gritava, os manos estavam loucos com a branquela serpenteando no meio da pista, enquanto gestos atrevidos desafiavam a sua oponente. Sharon respondeu a provocação e caiu dentro da batalha. Ness provocava com gestos coreografados, ela respondia e a galera ia ao delírio... A branquela era realmente boa. E os negões já estavam excitados. Por fim, Sharon percebendo a perda do desafio, saiu furiosa da pista de dança enquanto Ness se movia sensualmente, exalando pura luxúria no meio deles. Ela dançava provocativamente, chamava a atenção e fazia cara e gestos sensuais... Era a rainha do pedaço.

 

Começou a tocar Mesmerize do Ja Rule. A galera gritou e os corpos continuavam se agitando no meio do salão. Jacob observava do segundo andar o desafio com fúria. Cada célula de seu corpo gritava para reclamar “sua mulher”. Ela estava mais ousada e mais provocativa. Ele queria fazê-la pagar por aquilo. Viu quando Sharon saiu da pista e Ness provocou os manos. Viu a intenção nos olhos deles. Quis espancar a aquela mulher.

 

Ele desceu furioso. Encontrou com seus amigos e as amigas da Ness no salão. Elas como sempre estavam agarradas a machos que ele não conhecia. Não faziam a menor cerimônia. Estavam praticamente transando no meio do salão. Ele balançou a cabeça em sinal negativo. Aquele era o tipo de companhia que sua mulher andava... Todas vadias desfrutáveis. Inferno!

 

Ele passou pelas pessoas na pista, empurrando, abrindo caminho furioso enquanto tentava alcançá-la. Chegou no local, tomou o seu braço e a puxou. Ela arregalou os olhos e o observou apavorada.

 

- O QUE VOCÊ FAZ AQUI¿ - Ela gritou. O barulho era ensurdecedor e mal conseguia ouvir o que dizia.

 

- EU QUEM PERGUNTO. O QUE FAZ AQUI¿ - Ele a segurou forte e a sacudiu com raiva.

 

- QUAL É MANO¿  - Derik, um dos caras perguntou. Ele o conhecia dos rachas que participava em Port Angeles. Era um dos maiorais do local. Conhecia a fama de Ness e também a de Jacob. – A MINA FICA!

 

- ELA É MINHA MULHER! – Jacob gritou e o encarou.

 

- PAREM! – Ness se coloco entre eles.

 

- DEVERIA MANTER A SUA MULHER GOSTOSINHA EM CASA. – Derik rebateu.

 

- DEVERIA NÃO METER O DEDO NO QUE É DOS OUTROS. – Jacob respondeu.

 

- QUAL É¿ VAMOS PARAR COM ISSO! A FESTA ESTÁ BOMBANDO E NÃO FALTA MULHERZINHA PARA COMER, DERIK. – Outro cara disse para Derik. – ELA É SÓ MAIS UMA VADIA.- Jacob partiu para cima dele e o empurrou. A galera do “deixa disso” se meteu no meio para separá-los.

 

- ELA É “MINHA MULHER”! LAVA A BOCA PARA FALAR DELA, CRAIG. – Jacob gritou com ele. Sam os estava prendendo o por trás e os seguranças chegaram no meio da pista.

 

- O que está acontecendo¿ - Perguntou com tom autoritário.

 

- Ele está arrumando confusão, Mike. – Derik apontou para Jacob.

 

- Já estamos indo embora. – Jacob disse para o segurança e saiu puxando Ness pelo braço.

 

Do outro lado do salão alguém observava a confusão. Era o momento oportuno para agir. Ele tinha que tirar Jacob do caminho. Ele poderia atirar dali e acertar a sua cabeça. Entretanto o empurra-empurra no salão acabou atrapalhando a sua visão... Ele amaldiçoou.

 

Esperou que os dois saíssem do local. Acompanhou o casal que discutia enquanto se dirigia para a porta e pôs a mão dentro do paletó, segurando a arma para fazer a sua tocaia na primeira oportunidade.

 

- Você não tinha o direito! – Ness disse para ele e puxou o braço quando chegaram a porta da boate.  O homem caminhou discretamente para o outro lado do pátio. Continuava atento ao caminho que o casal fazia enquanto discutia.

 

- O que aconteceu com você¿ É louca¿ Bipolar¿ Nós tivemos uma noite incrível juntos e você some. Agora vem para cá e se exibe para esses caras. Qual é a sua, Renesmee¿ - Eles pararam em frente a um carro e continuaram a discutir.

 

- Incrível¿ Você é louco, Né¿ Você me pegou a força, me algemou, torturou, me fez implorar e “FU” comigo como se fosse uma prostituta. – Ela disse indignada. – Você não me fez um carinho! Não me deu um beijo! Sabe que os homens quando pegam prostitutas não as beijam¿ Você fez isso! – Ela acusou com tom magoado. – Eu esperei por isso a minha vida inteira e você destruiu tudo. Você me magoou mais do que as outras vezes. Foi a pior humilhação que senti. Achou que eu ficaria em casa chorando¿ Que me acabaria por sua causa¿ Ah, Jacob... Você não é tão bom assim. Não é o melhor! Não me faz gozar tanto quanto já gozei na vida. Até com os meus dedinhos eu consigo isso melhor. Acha que é bom¿ Está enganado, meu caro. Você só é mais um que se sente. Agora me deixe em paz! Ela tentou correr e ele a segurou pelos ombros e a sacudiu.

 

- Eu não queria te magoar... Eu juro! – Ele a olhava de forma intensa. Não havia levado aquilo em consideração. Não achava que ela se ofenderia. Que se magoaria com o que fez. Para ele aquilo foi um jogo de sedução. Ouviu varias vezes que ela gostava de jogar. Aquilo para ele era novo. Desde quando ela queria romance¿ - Me deixa consertar isso¿ - Foi mais uma ordem do que um pedido.

 

O barulho do estilhaço os interrompeu. Outro mais forte quando ela tentou correr dele. Ele olhou para o carro e havia dois buracos no vidro. Ele a puxou para o chão rapidamente.

 

O assassino se amaldiçoou por ter errado o tiro. Ele se moveu para ela no exato momento. Agora os estava escondidos e ele tinha que se aproximar sorrateiramente.

 

- O que foi¿ - Ness perguntou assustada.

 

- Tiros! – Jacob respondeu tentando erguer a cabeça para ver o que se passava a volta.

 

- Tiros¿ De onde¿ OH, céus! – O coração dela batia acelerado. Era pura adrenalina misturada com o medo do perigo eminente.

 

- Tem alguém ali. – Jacob disse ao ver a sombra se movendo no estacionamento mal iluminado.

 

- O que vamos fazer¿ Temos que chegar ao meu carro¿ Fugir¿ Ai, Gzusss!- Ela disse.

 

- O seu carro está do outro lado. A minha moto está mais perto. Temos que ir abaixados até lá e tentar escapar daqui. – Ele disse observando a sombra se aproximar ainda mais. Ele podia sentir o seu medo. Tocou o seu braço e percebeu os pelos eriçados. Ela estava trêmula e frágil naquele momento. Ele quis tirar aquela sensação de perigo, mas não sabia como.

 

- Mas a minha bolsa, o celular e as chaves... – Ela titubeou.

 

- Podemos pegar o seu carro e suas coisas depois. Por hora temos que fugir. Tem um assassino a nossa espreita. Vamos! – Ele segurou a sua mão e os dois começaram andar abaixados até a sua moto.

 

O assassino tentava encontrar os dois no estacionamento, mas estava escuro. Eles haviam sumido entre os carros. Era quase impossível achá-los. Tinha que esperar que chegassem ao transporte e assim ele atiraria. Era imprescindível tirar Jacob do caminho. Sem ele seria mais fácil para o seu chefe chegar a ela.

 

Viu quando eles ressurgiram no estacionamento e montaram na moto dele. Mirou para atirar, mas ela estava abraçada a ele. Se o fizesse naquele momento, ele a mataria... O seu chefe a queria viva... Pelo menos por horas.

 

[...]

 

A moto deu partida e correu em alta velocidade na escuridão da noite. Estava frio, chuviscando e o vento era forte em seu rosto. Ela segurava Jacob pela cintura, abraçando o fortemente. Estava morta de medo. Queria chegar em casa e se proteger do perigo. Tinha medo por ele também. Olhava para trás mas a visão através do vidro do capacete não era clara. Entretanto algo lhe chamou a atenção... Uma moto que corria em alta velocidade sua direção.

 

- Ele está nos seguindo. – Ela disse no ouvido de Jacob, que estava sem capacete.

 

- Temos que despistá-lo. – Ele respondeu enquanto guiava a moto pela estrada da Callam Bay. Algo veio a sua mente, mas era perigoso. Ele temia não só por sua vida. Temia pela de Ness. Se algo lhe acontecesse, ele não conseguiria mais viver. Ela era a sua razão para continuar em frente. Já havia perdido a todos que amava... Não suportaria essa dor.

 

A moto fazia zig zag na estrada na escuridão da noite, passando pela visão pitorescas das copas das árvores que rugiam na noite. Era assustador e o pânico corria suas veias. Sabia que a outra moto poderia lhe alcançar e um tiro tiraria facialmente a vida dos dois.

 

- Jacob, a moto foi fechada por um caminhão no cruzamento. – Ness disse a ele.

 

- É a nossa chance. Vamos tomar um atalho. – Ele lhe respondeu.

 

- Um atalho¿ Mas para onde¿ - Ela sentia medo, sua voz estava trêmula e ele sentia o aperto forte dos seus braços em seu abdômen. Era uma sensação estranguladora. Ele já sentia um nó apertando sua garganta. O seu corpo trêmulo e a som de temor em sua voz.

 

- Vamos pela floresta para La Push. É a nossa única chance. Se ele nos alcançar antes de chegarmos em casa, estaremos mortos. – Ele quase perdeu o equilíbrio sobre a moto quando ela o apertou. Forçou-se a manter a sua concentração e mais a frente adentrou uma trilha na floresta. Ele chegaria a La Push pela trilha e duvidava que o assassino os seguissem. Somente se fosse um nativo da região, conheceria a ligação que havia cortando a floresta na península olímpica.

 

O assassino teve que esperar o caminhão seguir. Estava furioso consigo mesmo. Teve a oportunidade de atirar, mas não o fez. O seu chefe fora muito claro. Ele queria a garota viva para tratar com ela pessoalmente. O seu ódio e a vontade de se vingar não acalmaria se ela morresse por outras mãos. Isso o deixava de mãos atadas. Precisava se emparelhar com a outra moto para atirar em Jacob e ter a chance de seqüestrar a garota. Agora, no entanto, havia os perdido. Ele percorreu quilômetros, mas não os achava.

 

Seguiu até o cruzamento com Forks em alta velocidade mas nenhum sinal do casal. A única conclusão que poderia tirar disso, era que havia ido por outro caminho. Agora para onde¿ Era a pergunta que se fazia. E se houvessem procurado a policia¿ Eles não tiveram chances de chegar a cidade. Pensou. Só havia um lugar por onde ele poderia ter cortado: La Push.

 

[...]

 

A trilha pela estrada de barro era estreita. O chão estava cheio de lama pelos pingos de chuva que caiam mais fortes naquele momento. Jacob tentava controlar a moto,enquanto Ness o agarrava tão forte que estava a ponto de estrangulá-lo. Ela não conseguia falar nada. Estava batendo os dentes por causa do frio. Deveria está quase perto de 10º graus naquele momento  e ela não estava agasalhada. Usava um vestido super sensual, que deixava a pele exposta. E na chuva, com vento frio da noite, poderia ter uma hipotermia. Ele estava seriamente preocupado com ela. Não houve se quer tempo para tirar a jaqueta e gasalhá-la.

 

Depois de um longo tempo pilotando com cautela pela estrada de barro cheia de lama, já estavam quase perto da rodovia principal, perdeu o controle da moto e caíram na lama. A moto caiu sobre os seus corpos e Ness gritou de dor.

 

- Ai!!Aiii!

 

- Calma, bebê! Eu vou tirá-la de cima de nós. – Jacob colocou toda a força que tinha para tirá-las sobre eles, a colocou em pé e levantou o apoio para que não caísse, abaixou-se e ajudou Ness a levantar.

 

- Você se machucou¿ Onde¿- Perguntou enquanto a colocava em seu colo e a levantava da lama. Ela estava toda suja, o salto havia quebrado, o tornozelo machucado causava um dor horrível e o frio estava a matando.

 

- M...e...u ...t...o...r...n...o...z...e...l...o – Ela respondeu batendo os dentes. Ele se encostou na moto e tocou o seu tornozelo. Sentia algo apertando o coração, não agüentava vê-la sofrendo e tão apavorada. Colocou a no chão, tirou a jaqueta e colocou em seu corpo. Tirou o capacete e acariciou sua bochecha com a costa das nãos e ficou a observando antes de resolver quebrar o silêncio.

 

- Eu não quis te magoar. – Disse com a voz rouca e sexy que a fez tremer. – Estou louco por você. Não penso entro outra coisa e não quero mais esconder isso. Só que sou um bruto que não sei dar carinho. Eu nunca me relacionei com uma mulher até hoje. Eu só tive garotas para transar e me satisfazer... Só isso. – Ela quase chorou ao ouvir as suas palavras. – Agora é diferente. Não estou brincando de te seduzir. Só quero você pra mim e isso é difícil, porque você é difícil. Tem um gênio do cão e eu não sei lidar com esse tipo de coisa. Estou acostumado a ter o que quero e mandar. Você me assusta, sabe. Me ensina a cuidar de você¿ É só isso que te peço por hora. – Os olhos dela encheram de lágrima naquele momento. Ela nunca pensou em ouvir tais coisas dele. Não sabia o que fazer e muito menos o que dizer. Ela encostou a cabeça no peito dele e o abraçou. Pela primeira vez na vida se sentiu protegida de verdade.

 

- Tudo bem, bebê. – Sussurrou em seu ouvido. Sua voz era gostosa de se ouvir. Uma verdadeira melodia. Poderia morrer em seus braços, ouvindo os sussurros de seus lábios quentes encostados em seu lóbulo. Seu estômago se revirou e um frio percorreu sua espinha. Se sentia vulnerável demais para lidar com a situação. “E se ele estivesse mentindo¿” Era algo que cogitava. “Se ela se entregasse e fosse mentira¿” Ela precisava se proteger. Entregar o coração seria muito perigoso para ela.

 

Jacob, colocou o capacete, subiu na moto e ela montou atrás. Ele segurou a sua mão e beijou antes de pilotar para fora da trilha. Finalmente depois de guiar por alguns momentos, ele chegou a estrada de La Push. Observou o local e dirigiu até a sua antiga casa.

 

O local estava fechado desde a morte do seu pai. Ele sempre ia para lá quando a dor era demais para suportar. Ele precisava ficar sozinho para lidar com ela, com a solidão e a sensação de perda que nunca o deixava. Sobre tudo, quando o ciúme ou a raiva de Ness era demais para que ele ficasse perto dela.

 

Uma cabana antiga, confortável na medida do possível, afastada do centro de La Push, com uma visão de frente para a praia e muito aconchegante. Era o local onde os seus pais se amaram e foram felizes. O local onde tinha lembranças tristes da infância com o rigoroso pai. Mas sobre tudo o seu refugio nos momentos difíceis.

 

Ele estacionou a moto na porta da cabana, desceu e ajudou Ness a descer. Tirou o capacete, colocou na moto, pegou a no colo, aconchegando em seu peito e seguiu até a porta. Colocou a no chão e foi até alguns jarros procurar a chave reserva. Pegou a chave e voltou para a porta, abriu a e entrou com Ness.

 

Jacob acendeu as luzes e lhe mostrou a casa. Levou a para o seu antigo quarto, ajudou a tirar as roupas e as sandália molhadas, levou a para o Box no banheiro e abriu o chuveiro com água quente. Voltou para o quarto, pegou toalha e um roupão para ela, e depois saiu.

 

Levou as suas roupas para a lavanderia e as colocou no varal para secar. Depois de cuidar para que ela estivesse bem, foi para o quarto do seu falecido pai, pegou toalhas e roupão e foi para o banheiro que ficava no quarto.

 

[...]

 

A água estava quente e deliciosa, mas nem isso acalmava os seus nervos e a dor no tornozelo. Estivera muito perto da morte e mais perto de perder Jacob. Seu coração estava doente pensando nessa possibilidade. Não conseguia se imaginar em um mundo onde ele não estivesse. Ele era o seu sol, a sua lua, o seu ar e a sua vida. Perdê-lo a deixaria completamente só nessa vida... Ela chorou de medo, de dor e de raiva.

 

Depois de se secar e colocar o roupão, Ness foi para o quarto e se sentou sobre a cama se sentindo completamente débil. Não queria que Jacob a visse chorando. Odiava que qualquer pessoa a visse em tal estado. Conter, entretanto, tais sentimentos era impossível.

 

Jacob chegou ao quarto vestido com um roupão branco e uma pequena maleta. A sua entrada fez o seu corpo estremecer. Ela ficou sem ar e novamente as estranhas sensações a dominaram. Estava ainda mais nervosa... Não pelo medo de morrer. Sim de está novamente em seus braços.

 

- Você está bem¿ - Ele se ajoelhou diante dela, vendo o choro em sua face. Aquilo lhe cortou o coração . Daria tudo para ela não estar sofrendo. Ainda mais se esse sofrimento fosse culpa sua.

 

- Não... – Era quase um chiado. Abaixou a cabeça e evitou de olhar em seus olhos. Sabia que se perderia neles. Ainda estava magoada e ele precisava saber disso.

 

- Deixa eu cuidar do seu tornozelo. – Ele pegou delicadamente e passou a mão. Abriu a maleta, pegou uma pomada e passou sobre a pele. Depois massageou gentilmente como se fosse de vidro. Voltou a olhar para o rosto exuberante da mulher, que mais parecia um gato assustado. Com o polegar secou as lágrimas do seu rosto e depois inclinou se para beijar a ponta do seu nariz.

 

- Jacob... eu... – Ela queria protestar contra aquilo, mas estava completamente indefesa diante dele. Ele colocou a mala sobre uma escrivaninha no canto do quarto e depois voltou para ela. Sentou se na cama ao seu lado e ficou observando as lágrimas escorrendo em seu rosto.

 

- Por que você chora, bebê¿ - Perguntou beijando as suas lágrimas.

 

- Porque dói. – Ela respondeu com sinceridade. Era o que sentia o seu coração. Ele doía pelo desprezo, pelas armações e pela forma como ele a tratou na noite anterior.

 

- Eu fiz tanta coisa errada e me arrependo. Agora só quero fazer o certo. Quero você e tudo que posso te dar. Quero sentir esse amor que sente por mim, Ness. Sempre me disseram que você me amava e eu nunca acreditei nisso. Sempre a via com outros homens e morria de ciúmes. A raiva era tanta que só me fazia pedir por vingança. Eu quis te fazer mal muitas vezes. Quis que sofresse como eu sofria. Mas agora...

 

- Agora o quê¿ - Ela perguntou chorando ainda mais com as suas revelações.

 

- Eu morri por você nos últimos anos, bebê. Só eu sei quantas noites eu não dormi. Quantos eu quis matar todos aqueles caras. Agora você é minha esposa. Isso é um sonho para mim... Minha! – Ele sussurrou em seu ouvido. Começou a abrir o roupão enquanto descia os lábios lentamente pelo seu pescoço. Chegou em seu colo e distribuiu muitos beijos. Começou a subir os lábios até chegar o queixo e passou a língua sobre a pele. Ela estremeceu. Fechou os olhos e permitiu o seu corpo sentir todas aquelas sensações maravilhosas. Não falaria mais nada. Somente curtiria aquele momento... O beijo tão esperado. Os lábios dele tocaram os lábios dela. Foi a gloria do primeiro beijo... A gloria do primeiro amor.

 

Ele começou movendo os lábios sobre os delas de forma gentil, cobrindo primeiro a parte inferior com seus toques amáveis. Depois o beijo começou a se intensificar e ele provou do momento mais incrível de sua vida. Ela quase morreu com aquele beijo. A emoção era tão grande que fazia o seu coração bater acelerado. O seu corpo parecia repleto de um enxame de abelhas alvoroçadas. A pele ficou mais quente e a estranha sensação só se intensificou quando ele inclinou o rosto e pediu passagem para a sua língua. Ela sentiu forçando a entrada de sua boca e abriu prontamente. Ele gemeu gostoso quando sentiu o toque quente e molhado... Ele poderia morrer naquele momento.

 

As duas línguas serpenteavam de forma sincronizadas. Eles travavam uma batalha deliciosa de amor. O aroma do amor que sentiam um pelo outro estava ali em cada toque amável. Ele foi gentil e generoso. Ele se entregou de verdade naquele beijo. Beijou como nunca havia feito antes e sentiu todo o amor que ela possuía por ele. Sua mão acariciava os seus seios de forma gentil. Ele sabia o quão magoada estava e por isso a trataria como uma virgem. Daria todo o respeito que ela merecia e que ele sempre sonhou compartilhar. Era a sua mulher. Não apenas uma mulher linda e desejosa, mas sua mulher. A que amava, que desejava e a quem aprenderia respeitar. Queria apagar todos os anos de humilhação que a fez passar. Recompensar por todo o sofrimento. Ela teria tudo de si, começando pelo seu respeito.

 

Enquanto movia a sua língua em sua boca de forma carinhosa, ele acariciava o seu corpo de forma suave. Não queria uma relação puramente carnal. Muito menos que ela achasse que só estava atrás de sexo. Ele queria que ela se sentisse segura e amada em seus lábios. Chupou a sua língua de forma sensual, mordiscou os seus lábios e depois rompeu o beijo quando a percebeu sem ar.

 

- Eu te amo... – Ela sussurrou ofegante. Ele abriu os olhos e a viu de olhos fechados, com a face tranqüila e um sorriso tão bonito que seria capaz de esmagar toda a sua alma. Ela possuía um poder devastador sobre ele. Poderia tanto agir para o bem, tornando o homem mais feliz do mundo, como para o mal, destruindo completamente a sua alma. Ele quis dizer o mesmo. Tentou se forçar, mas não conseguiu. Nunca disse “eu te amo” para ninguém. Nem mesmo o seu pai antes de morrer. Falar aquilo naquele momento, mesmo sendo o sentimento sincero do seu coração, era a coisa mais difícil do mundo. Ele sabia que ela esperava retribuição. Aquilo acabava com ele. Não queria fazê-la sofrer nunca mais na vida.

 

- Você me quer¿ - Foi o que ele conseguiu dizer com o nó prendendo a sua garganta. Ela se sentiu frustrada pela falta de retribuição. Sabia, no entanto, que precisava de paciência com ele. Um dia ele a amaria da mesma forma. Por hora ele estava a tratando como se fosse a pessoa mais especial do mundo e estava gostando daquilo. Gostando do olhar, de todos toques sutis e mais ainda do primeiro beijo. Sua boca clamava por mais. Ela queria sentir a sua língua enroscada na sua, compartilhando todo carinho o mundo.

 

- Mais do que tudo. – Ela disse timidamente. Era como uma criança ingênua. Uma moça sem experiência alguma. Estava nervosa, aflita e seu coração a prestes de explodir por ele. Não tinha vergonha em mostrar sua debilidade. Só queria estar em seus braços novamente e ser sua mulher.

 

- Considere essa a nossa primeira vez, bebê. Começaremos do zero agora. Tá bom¿ Quero fazer amor com você a noite inteira. Quero te dar carinho e prazer. Eu só tenho você nessa vida e te perder não faz parte dos meus planos. Eu me torno irracional, ciumento e possessivo pelo medo que tenho que te levem de mim. Não posso permitir que encontre nos braços de outro o que o meu lado irracional não me permite te dar. Quero mudar para você. Só por você... Faz amor comigo¿ - Ele parecia um príncipe enquanto dizia aquelas palavras. Ela não demoraria a explodir de felicidade.

 

- Eu quero fazer amor. Quero me entregar de corpo e alma. Quero tudo com você, Jacob. Eu te amo. – Ela estava chorando. Ele a beijou mais uma vez de forma apaixonada, deliciando-se com os doces lábios carnudos. Seu beijo fico mais exigente e sua língua movia-se de forma desesperada com a dela. Ele queria mais... Muito mais.


 

Do lado de fora o vento rugia ferozmente. Podia-se ouvir claramente o som provocado pelas pingos de águas que caiam sobre as folhas das árvores. O som da natureza emanava no ambiente como música de fundo os corações estavam acelerados e ansiosos por aquele momento. Era algo mágico e ao mesmo tempo aterrador. Algo que poderia destruir a ambos, mas estavam dispostos a viver cada momento, deixando a emoção fluir pelas células de seus corpos que gritavam em antecipação.

 

Jacob nunca se sentiu tão nervoso como ali. Tinha medo de fazer algo errado. De não saber como tocá-la como deveria. Queria que fosse um momento especial para ela. Aquele que ela se lembraria para todo o sempre. Apesar do nervosismo e da ansiedade que abrasava dentro de seu corpo e queimava a sua alma, precisava se conter.

 

Ness sentia a sua excitação crescendo de forma gradativa. Sua vagina se apertou ansiando pelo toque. Pode sentir a sua nata molhada de pela ânsia daquele momento. O clitóris palpitava e ansiava pelo toque. Queria senti-lo sugando todo o seu suco. A sua língua chicoteando-a de prazer ao se mover pelo clitóris. Queria avançar um pouco, mas tinha medo de quebrar delicadeza daquele momento tão especial.

 

Jacob tirou o seu roupão, depois o dela e a deitou na cama, e continuou a beijá-la por muitos minutos. Suas mãos deslizavam suavemente pelo seu torso, permitindo-se o prazer que a pele de pêssego proporcionava. Estava completamente embriagado pelo beijo. Seu corpo gritava cada vez mais para possuí-la. No entanto percebeu o quão magoada ficou pela noite anterior. Ela não era uma prostituta. Muitas vezes havia chamado de vadia, “PI”, “PU”, cadela e outros nomes aos quais se arrependia muito. Ali, entretanto, não era uma mulher da vida, era a “sua esposa”. Era a mulher que ele havia sonhado muitas noites. A mulher que fez a sua alma chorar de tristeza e dor por se entregar a tantos homens. Ele a assumiria. Não lhe importava o seu passado. Os outros saberiam que ela era dele. Saberiam do seu amor e do seu respeito por ela. Sabia que muitas brigas viriam. Sem elas, aliás, nada teria muita graça. No entanto continuaria sendo “sua mulher”... Somente sua!

 

Ness sentia as mãos suaves de Jacob acariciando o seu corpo quase que em reverência. Ele tocava os seus seios de forma carinhosa, tocava a sua barriga e a sua cintura. Suas mãos navegaram nas curvas de seu corpo. Ela sentia prazer pelas caricias e pelos beijos apaixonados. Sua alma se regozijava com os beijos. Era mais do que um sonho. Muito mais do que pensou que poderia ter dele. Era outro homem ali naquela cama, dando lhe um enorme prazer apenas com toques sutis e carinhosos em sua pele.

 

Ele se sentou na cama e a puxou com ele. – Vire de costas, bebê. – Pediu sussurrando em seu ouvido. Seus lábios distribuíram beijos pelo seu pescoço e a medida que ela se virou, começou a beijar a sua nuca, descendo os lábios pelo contorno sinuoso de suas costas. Ness sentiu o seu corpo inteiro se arrepiar naquele momento. Uma pancada de prazer envolveu sua vagina fazendo-a se contrair. As mãos e os lábios de Jacob passeavam pelas suas costas de forma tão prazerosa, que nunca pensou que aquele tipo de gesto fosse capaz de lhe dar algum prazer.

 

Enquanto sentia a pele suave de bebê em seus lábios, Jacob acariciava os seios de Ness com as duas mãos. Os gemidos que ela lançava aumentava ainda mais o seu tesão. Parecia uma gatinha manhosa miando. Aquilo era bom demais para ser verdade. Ele queria tocar mais e mais e provar para ela que não era apenas um bruto. Que ela era mais importante do que qualquer jogo sexual. Desceu uma de suas mãos até chegar em sua sexualidade. O seu pênis ficou ainda mais duro com o estremecimento do corpo dela. Ele fechou os olhos e ouviu a melodia irradiada pelos seus gemidos invadindo os seus sentidos. Os miados que ela soltava invadiam o fundo da sua alma. Ele sentia como estivesse pronto para gozar. Sentiu tanto prazer com os toques e os seus sons que quase perdeu a lucidez.

 

Movendo o dedo sobre os grandes lábios, foi abrindo caminho e a penetrou, movendo o dentro do seu canal vaginal. A outra mão também desceu e alcançou o seu clitóris. Ele estava deliciosamente melado com sua nata. Ele quis provar a sua nata. Ela sentiu as convulsões tomando conta do seu corpo enquanto ele a abraçava por trás e movia um dedo em seu clitóris e outro em sua vagina.

 

Jacob continuou a beijar as suas costas e nuca, ronronando de prazer com os espasmos no corpo de sua mulher. Ela chorava de felicidade com o orgasmo explodindo em seu corpo. Só faltava uma coisa para se sentir completa... Ele dentro dela.

 

Ela clamou por ele toda manhosa. – Eu preciso de você, Jacob... Por favor. Por favor. Por favor.  – Ela implorava quando uma nova onda de prazer arrebatava do seu corpo fazendo os espasmos a sacudirem. Ele sustentou o seu corpo até que acalmasse, tirou as mãos de seu sexo, virou-a e a deitou sobre a cama.

 

- Primeiro eu quero te provar. – Disse com a voz rouca, sexy e penetrante que cantarolava em sua alma. Acariciou a sua bochecha, enquanto a acomodava na cama e a olhou de forma tão penetrante que ela poderia jurar que ele estava vendo por trás da sua máscara. – Não importa o que passou, quantos você teve e quem foi o primeiro. Nossa vida começa agora e para mim essa é a sua primeira vez. Você agora é parte de mim e quero te conhecer por dento. – Ela chorou de emoção. Simplesmente não podia conter as lágrimas. Ele se agachou sobre ela e beijou cada uma das suas lágrimas. – Eu queria colher cada lágrima e guardá-las comigo. Para me lembrar de não te fazer sofrer toda vez que o meu lado irracional me dominar. Eu não posso te prometer não te fazer chorar nunca mais. Queria isso, mas sei que é impossível. Só que eu quero estar ao seu lado para recolher cada uma e te ninar em meus braços quando o fizer. Por hora, bebê, só quero te provar. Eu já me controlei mais que a minha natureza humana permite. Meu corpo grita desesperadamente pelo seu. Meu amigo aqui está prestes a te devorar. – Beijou os lábios carnudos com suavidade. Ela chorou ainda mais. “Será que poderia ser ainda mais feliz¿”

 

Ness abriu as pernas como convite para o seu amor. Jacob segurou seus joelhos e se inclinou entre eles. Ela pensou que ele a possuiria naquele momento. Ele no entanto queria o doce suco de seu mel em seus lábios. Morreria sem o seu doce sabor. Sua língua começou a se mover de forma urgente em seu clitóris. Cada movimento era uma chicotada de prazer que fazia todo o corpo receber correntes elétricas.Ela gemia, miava e chorava. Nunca se sentiu tão entregue como naquele momento. Nem na primeira vez esteve tão a vontade como agora. Ele lambia com voracidade, dando a sua alma desesperada, o gosto da mulher que reclamava como sua. Não era apenas um simples contrato de casamento. Ele a desejava e mais do que  isso: Ele a amava.

 

Jacob sentiu o seu corpo reagir ao gosto de Ness. Estava totalmente entregue e poderia morrer sorvendo o seu suco. – Tão doce... Tão saborosa... Vai me matar, neném. Juro que ainda morro provando desse mel. – Continuou a serpentear a sua língua de forma magistral sobre o clitóris inchado e molhado com sua nata. Desceu a língua e invadiu o seu canal provando o gosto de seu sexo. Ela gritou o seu nome, enquanto cravava as unhas nos lençóis. Contorcia-se sobre a cama sufocada pela ânsia de mais e mais, pelo prazer que irradiava em todo o seu corpo fazendo os choques causados pelas correntes elétricas aumentarem. Era o céu e o inferno ao mesmo tempo. Se ele continuasse daquela maneira, o prazer a mataria.

 

Ele continuou a trabalhar a sua vagina, movendo a língua em sua entrada e brincando com seu rosado clitóris, enquanto ouvia os gritos de prazer. E já satisfeito ela liberação de êxtase que havia provado em sua mulher, que alcançara o clímax total várias vezes, chorando, gritando e implorando mais, decidiu que era chegada a sua vez de liberação. Saiu de suas pernas, segurou os dois joelhos e encaixou o corpo entre elas. Suas mãos apoiaram a bacia enquanto o seu amigo se posicionava na entrada da vagina. Ela gemeu alto mais uma vez ao sentir a cabeça na porta de entrada. Ele sorriu maravilhoso ao ver o rosto de contentamento. Ela estava com os olhos fechados, mordia os lábios e sorria. Era uma expressão única de felicidade.

 

- Abra os olhos, bebê. – Ele ordenou. – Quero olhar nesse oceano quando a possuir. – Ela abriu os olhos azuis brilhantes. Parecia faminta,desesperada, a pondo de um colapso nervoso. Ele sentiu as emoções se intensificarem ainda mais. Uma estranha sensação tomou seu ser,começando pela sua barriga e foi subindo até chegar ao peito. Começou a trabalhar e moveu o seu sexo lentamente. Ela choramingou. Queria mais.

 

- Mais forte, duro e rápido. Vai me matar, Jacob. – Ela parecia um bebê faminto, choramingando pelo seu alimento. Ele queria torturá-la só mais um pouco antes de deixar os instintos tomarem conta.

 

- Do meu jeito, neném. – Disse com sorriso perverso e penetrou mais um pouco. Ela contraiu a vagina. Ele sentiu um “PU” tesão com o aperto em seu pênis.

 

- “KA”, bebê! Isso foi muito bom. – Investiu novamente e ela mais uma vez o reteve. – Ai, tão apertada! Como consegue se comprimir tanto¿ Gostoso! – Ele fechou os olhos, fez uma cara de satisfação. Estava quase gritando. Quando mais ele invadia, mas ela se contraia para dificultar a sua passagem. Percebeu o quanto isso o dava prazer. Se ele tinha a intenção de torturá-la, ela faria o mesmo. Assim começou mais um jogo sensual. Jacob estava quase morrendo nas lentas estocadas que a bombardeava e ela desesperada por sentir o membro voraz bombardeando em seu corpo.

 

Ela se soltou e deixou a passagem livre. Ele perdeu o controle e começou a dança de prazer como ela queria. Entrava e saia do seu corpo com força e rapidez. Ele gemia, gritava de prazer enquanto apoiava as duas mãos sobre a cama, que batia contra a parede com as estocadas rápidas e pesadas de Jacob.

 

Ness se movia como uma cobra em baixo dele, sentindo o corpo explodir com tanto prazer. Já havia perdido a conta de quantas vezes chegara ao ápice do seu prazer. Via milheres de estrelas em sua frente. Sentia-se super-nova pela primeira vez. Uma mulher amada, desejada e bem “FO”. “Ela poderia querer algo melhor¿” Já não tinha forças para gritar, chorar ou se mover. Só aproveitava o pênis duro trabalhando profundo em seu interior enquanto ele bombardeava de grunhia cada vez mais alto. Ele parecia completamente desesperado para gozar. O seu ápice nunca chegava e ele continuava com o membro tão duro quanto ferro pulsando desesperadamente dentro dela. Ela usando as suas últimas forças, contraiu novamente sua vagina, dificultando a passagem e ele gritou ao chegar ao orgasmos. – AIIIIIIII GOSTOSOOOOOO BEBÊ! MUITO GOSTOSO. – O jorro se sêmen quente explodiu de seu membro, levando para o corpo da mulher todas as suas forças. Ness pode sentir a erupção se formando dentro da vagina. Prendeu as pernas em volta da cintura dele, quando caiu exausto sobre ela, e contraiu ainda mais o seu canal para evitar que saísse de seu corpo... Ela sabia que não agüentaria mais se ele a abandonasse naquele momento.

 

Os dois tremiam com os espasmos violentos que os assolavam. Ele a abraçava forte e exalava o cheiro da sua luxuria. Estava completamente saciado e feliz com aquele momento. Queria gritar para o mundo o tamanho da sua felicidade, mas não tinha se quer forças para se mover para fora dela. Já sentia como se um pedaço seu estivesse pronto para ser retirado. Ele não queria sair dela. Tinha medo que as coisas pudessem mudar com um novo dia. Medo de perder a mulher incrível que estava de baixo dele, que havia lhe dado o maior e mais completo prazer que já teve na vida... Ele queria ficar para sempre dentro dela.

 

- Eu não posso me mover. – Disse com a voz cansada. Sentia os dedos delicados acariciando os seus cabelos.

 

- Não quero que se mova, Jacob. Proíbo você se sair de dentro de mim. – Ela beijou o topo da sua cabeça e sentiu o delicioso cheiro de shampoo dos seus cabelos.

 

- Tampouco quero sair de você, mas sou pesado. – Sussurrou com a voz cansada.

 

- Eu posso agüentar. – Ela o abraçou e ficou brincando com o dedo em suas costas.

 

- Quero que esteja segura. Tenho medo de perder você. Que isso seja um sonho. Que amanhã comecemos a brigar novamente e você me vire as costas. Que esse assassino a mate... Eu estou estressado com isso tudo. – Confessou sua fraqueza.

 

- A manhã nós brigaremos novamente. Isso é certo, Jacob. Seja pelo motivo que for, você tem o dom de me irritar e eu sou teimosa demais.

 

- Malditamente teimosa, obstinada, debochada e vingativa. Você me irrita. – Ele resmungou quase adormecendo em seus braços.

 

- Você também me irrita. Não faz idéia de quanto me irrita e como me magoa.

 

- Tratarei dessa parte depois.

 

- Espero que sim.

 

- Mas ainda tem um assassino a solta. Tenho que te proteger. – Ele começou a sair de dentro dela, que protestou.

 

- Nãoooo

 

- Eu te esmagarei assim. – Ele sentiu-se vazio fora do seu corpo. Ela sentiu como se sua alma estivesse se quebrando.  – Vem cá! – Ele a puxou para o seu peito, beijou sua cabeça e a aconchegou em seu abraço. – Quero dormir abraçado com você. Essa será a primeira de muitas noites. E não ouse fugir antes que eu acorde. – Bocejou e fechou os olhos.

 

- Jacob.

 

- O quê¿

 

- Eu te amo. – Ela disse e esperou ouvir uma retribuição.

 

- Eu também. – Mais uma vez ele não conseguiu. Teria que trabalhar isso com um analista, com toda certeza teria. Sentiu a se contrair em seus braços. Certamente estava magoada. – Você é minha vida. – Sussurrou.  – Agora preciso dormir bebê.

 

Jacob apagou e Ness ficou em seus braços ouvindo o rugido da natureza. O barulho da chuva forte agora sovava como uma sonata. Seu coração estava calmo, seremos e cheio de felicidade. Ela sabia que as coisas não seriam fáceis para nenhum dos dois. Mas ai veio a compreensão das atitudes do seu avô: Viveriam como cão e gato.

 

- Mesmo brigando com você, sempre vou te amar, Jacob... Para sempre. – Olhou para o rosto sereno dele dormindo e sorriu. – Obrigada vovô! Você viu além das aparências e me deu o melhor presente do mundo. No final das contas, o dinheiro nem é tão importante. Mas ele será uma desculpa para continuarmos juntos mesmo brigando. – Beijou os seus lábios, depois se acomodou, fechou os olhos e dormiu. Essa seria a sua primeira noite de sono tranqüila desde que Jacob a magoou pela primeira vez diante de toda a escola. Pela primeira vez ela tinha uma sensação de paz em seu coração.

 

[...]

 

O motoqueiro correu pelas estradas de La Push, Callan Bay, Forks e Port Angeles, mas não havia nenhum sinal dos dois. Sabia que o seu chefe não perdoaria mais um erro.Ele não havia feito as coisas da forma discreta. Havia chamado mais atenção do que deveria e agora o FBI investigaria o caso. Era questão de honra terminar aquele trabalho e fazer o que foi pago.

 

- Eles fugiram. – Disse com a voz tranqüila ao telefone, quando o seu sangue fervia de raiva.

Se não fosse a garota, ele teria cumprido a missão e acabado com a vida de Jacob.

 

- Você falhou mais uma vez. Você teve inúmeras chances de matar o Black e não o fez. Não quero mais desculpas! Quero ação. – Disse a voz furiosa do outro lado da linha.

 

- Ela estava na linha de tiro. Se o tivesse feito, a garota teria morrido. Suas ordens foram claras e não posso atirar sem ter a certeza de não acertar a pessoa errada. – Respondeu tentando não gritar. Era um profissional. Nunca tinha falhado antes. Agora a missão ficava ainda mais complicada.

 

- Quero a garota viva! Ela é o meu calcanhar de Aquiles. Quero acabar com ela com as minhas próprias mãos. Quando eu a tiver, ela sofrerá tudo, gritará e implorara por misericórdia. Não se atreva a tirar esse gosto de mim.

 

- Jacob Black estará morto ainda essa semana. E você poderá usufruir da garota e matá-la como bem quiser. – Desligou o telefone e voltou para o hotel em Port Angeles para pensar em como chegaria a sua vitima. A coisa estava ficando mais perigosa e algumas pessoas já haviam visto o seu rosto. Precisava eliminar qualquer um que pudesse identificá-lo.


Nota Glau: E ai meninas¿ O que acharam¿ A noite deles foi para lá de especial, mas muitos perigos estão a caminho. Agora eles se entenderam, mas essa trégua pode durar poucos. Esses dois são sem vergonhas e vão viver literalmente entre patas e beijo.
Bem agradeço muito pelos comentários de todas vocês e prometo me esforçar para fazer logo o novo cap.
Esse cap não ficou muito coeso e devo explicar o motivo. Estou com problema muito sério na minha família e essa semana foi uma verdadeira tormenta. Eu comecei a fazer o cap no sábado passado e fiz vários pedaços separados. Não conseguia me concentrar para escrever tudo de uma vez. Acho que por isso o cap tem algumas nuances e a forma de narrativa muda um pouco em cada trecho. Peço mil perdões, mas quando se tem a cabeça em problemas bem sérios é difícil concentrar em detalhes que normalmente não deixaria passar despercebido.
Não estou bem hoje. To tentando colocar a minha leitura em dia para esquecer os problemas. Acho que Crescendo de hus hus  pode ser uma boa inspiração nesse momento. Prometo fazer o possível para postar entre segunda e terça feira.
Não gosto de deixar as minhas leitoras na mão, mas sem inspiração nada flui.

Bem, gostara de agradecer primeiro as minhas betas que me ajudam muito. Não tenho tempo nem de reler os caps depois que escrevo. E a ajuda delas é fundamental. E justamente por isso eu espero o retorno antes de postar.

Também queria agradecer aos comentários que fizeram. Em meio aos dilúvios isso me faz feliz. Morro de rir com o desespero de vocês, a curiosidade e o lado pervinho de todas... kkkk Acho que as minhas leitoras são tão loucas quanto eu nesse aspecto e gosto disso.

Obrigada pelas 9 recomendações que tive para a fic. As recomendações me estimulam mais do que os comentários, porque muitas comentam e poucas recomendam. Você indicar uma fic, significa que ela é digna de ser apreciada. Isso me deixa lisonjeada.
Os meus olhinhos ficam brilhando.

Dani, Gomes, Any, Naty, Bree, Karina! BRIGADUUUUU!!

DANI, OBRIGADA PELA SEGUNDA RECOMENDAÇÃO!

Agora quer agradecer ao time da Terrinha! Ai minhas portuguesinhas maravilhosas. Essa semana fiquei muito feliz que a Rita tenha se juntado a Dani, Gomes  e Sara. As portuguesinhas são bem engraçadas, dinâmicas e muito grata as autoras. Fazem o comentários com prazer e me deixam rindo com as coisas pervinhas. Kkk Tem mais alguma portuguesa nesse time¿ Gente eu to sem tempo para ver os perfis. Antes eu entrava nos perfis das minhas leitoras e lia tudo. Agora mal consigo ver meus emails. A coisa está muito FO para mim esse ultimo mês.
Mas se tiver outra da terrinha, eu dou boas vindas! Deixe no comentário a sua região para eu saber de onde é.

Eu ainda tenho que fazer o meu almoço, estou lendo desde oito horas e ainda não fiz comida para o meu marido. Então não posso mais ficar aqui escrevendo um diário da minha vida. Mas eu agradeço de coração a todas vocês, que tem a consideração ao comentar os caps e fazer a minha felicidade semanal. Isso é mais do que uma terapia... Ainda é de grátis. Kkkk

Obrigada do fundo do core! EU AMO VOCÊS!
Até a próxima semana.

bjus

N/Heri:...gente  to aqui extasiada com essa noite dos dois. Alguém anda inspirada.... Mas Ness enganou direitinho, eita Seth amigo  fofoqueiro...kkkk.... e esse vestido vermelho, adorei  a fuga, me senti no filme de ação. E esse assassino? E o mandante?  OMG!  Kd  o prox minha gente, só depende de vcs...VAMOS RECOMENDAR?  MAS  SO QUEM TA GOSTANDO....PLEASE...BJS  GIRLS


LEKA HERE: AAAAAHHHH GGLAAAUUUU DESSA VEZ VC CAPRICHOUUU heim mulherr
Deus gente o que foi essa cena de amor??

É o sonho de toda garotaaa :B
hihihihih (pelo menos o meu)

EU FIQUEI BEM FELIZ COM ESSE CAPITULOO, MAS QUEM SERÁ
ESSE MALDITO ASSASSINO???
HUMMMMMMM
MISTÉRIOOO

COMENTEM, RECOMENDEM E COMENTEM OUTRA VEZ MEUS AMORES
VCS NÃO SABEM O QUANTO UMA AUTORA FIKA FELIZ QNDO
VE SUA HISTÓRIA TENDO GRANDES MÉRITOOSSS *-*
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Deus gente o que foi essa cena de amor??

É o sonho de toda garotaaa :B
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EU FIQUEI BEM FELIZ COM ESSE CAPITULOO, MAS QUEM SERÁ
ESSE MALDITO ASSASSINO???
HUMMMMMMM
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VCS NÃO SABEM O QUANTO UMA AUTORA FIKA FELIZ QNDO
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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Tortura




Ness sabia que o perigo era eminente. Sempre gostou de brincar com fogo. Jogos sensuais eram um verdadeiro fetiche, mas não estava disposta a entrar em um jogo que iria perder. O melhor a se fazer, era aproveitar o momento em que os convidados, super constrangidos com a situação, estavam saindo de fininho para correr até o seu abrigo e se esconder. E foi isso que ela fez, aproveitando uma pequena distração, quando o advogado disse que queria conversar com os dois depois sobre as investigações da morte de seu avô.



Mais que depressa, correu para o andar de cima, entrou em seu quarto e se trancou. Sabia muito bem que Jacob não deixaria barato aquela “pequena” travessura... Ela pagaria mais cedo ou mais tarde.



Depois de tirar o vestido, chapéu e maquiagem tomou um banho quente, deitou em sua cama e começou a ver um filme na Warner. Acabou pegando no sono horas mais tarde.



[...]



O céu estava cinzento, a estrada molhada e eles estavam com pressa. Tinham que organizar todas as informações que haviam coletado. A maioria das coisas não faziam sentido e precisavam pensar calmamente.



Jasper parecia inquieto. Muito para dizer a verdade, enquanto Alice pensava com seus botões e não se dava conta do que acontecia.



O carro acelerou e corria a mais de 180km/h. Ela então se deu conta de que algo estava errado. Percebeu que o namorado olhava o retrovisor constantemente desde que saíram de Seattle. Por que fazia isso¿ Olhou para trás e viu uma moto os seguindo. Seu coração disparou, um frio percorreu seu estômago e os pelos de seu corpo se eriçaram.



- Jazz, o que está acontecendo¿ - Perguntou Alice Cullen, a baixinha branca como a neve, os olhos azuis brilhantes, os cabelos curtos espetadinhos e a pele delicada como a de uma boneca. Ela era teimosa, temperamental e muito inteligente. Aproveitava qualquer senso de oportunidade ao seu favor. Era uma criatura muitas vezes irritante, como dizia o seu irmão Edward, mas era uma boa moça.



- Estamos sendo seguidos desde que saímos do escritório. – Ele respondeu tentando aparentar calma. Ela, no entanto, conhecia bem seu namorado. O rapaz loiro, sempre muito calado e introspectivo, olhar assustado como se estivesse correndo risco. As pessoas que os viam juntos não entendiam a conexão daquele casal. Eram totalmente diferente e Jasper com cara de doido paranóico não era exatamente um belo para a prima. Mas ela o amava... Talvez mais do que a si mesma.



- Seguidos¿ Será que alguém não quer que saibamos algo sobre a morte do Tio Carlisle¿ Jazz... eu... – Ela olhou no retrovisor e viu a moto se aproximar ainda mais a medida que tomavam a alto estrada. Estava muito perto do carro e o medo que sentia a deixava em pânico. Ele tentava manter a calma e a mesma expressão fria de sempre, mas se preocupava com sua pequena.



- Vamos sair dessa. Só preciso entrar em uma região residencial ou comercial, estacionar e saímos. – Disse de forma calma, como se nada estivesse acontecendo. Na verdade a adrenalina corria em seu corpo e o coração batia tão rápido quanto uma britadeira. No entanto, se não queria apavorar Alice, precisava aparentar calma. Ela ficaria muito mais apavorada se ele demonstrasse sua debilidade.



A moto acelerou ainda mais. Passou pela lateral do carro, ficando ao seu lado. O motorista, com o rosto escondido dentro do capacete, a moto e acelerou de forma a ficar a frente do carro. Ele tinha uma missão. Seu chefe o contratara para matar. Não poderia perder a oportunidade. Era um profissional e tinha que fazer a queima de arquivos antes que os jovens Cullens encontrassem uma conexão. Seu contratante não disse muito. Apenas que precisava eliminar as provas e as pessoas certas do caminho. Ele queria algo muito precioso e para conseguir estava disposto a tudo.



O assassino tirou uma arma da jaqueta preta, ela estava com silenciador e evitaria que outros carros que passassem escutassem os tiros, chamando a policia antes de fugir. Um carro veio na direção oposta e teve que colocar a moto na frente do carro dos Cullens. Depois desacelerou um pouco e emparelhou a moto lado a lado com o carro. Olhou o rosto apavorado de Jasper Cullen e sem pestanejar atirou contra a sua cabeça, que imediatamente caiu sobre o volante. Um grito de mulher cortou o ar. Seu trabalho não estava terminado. Tinha que eliminar Alice Cullen.



Acelerou a moto novamente, ficando na frente do carro, que fazia zig zag na estrada. A voz da mulher continuava a inundar ar com seus gritos. Girou o corpo, em um segundo mirou a arma no peito e disparou. Só tinha aquela chance e precisava ser preciso.



A bala rompeu a velocidade do vento, rompeu o vidro do carro e foi certeira ao peito de Alice. A morte foi instantânea e seu corpo tombou para o lado. Mas o assassino não estava satisfeito. Não poderia correr o risco de sobreviverem. Mirou a arma nos pneus e disparou nas rodas dianteiras e depois desacelerou. O carro perdeu o controle e saiu rodopiando da estrada. Instantes depois capotava no acostamento, dando vários giros violentos no ar.



Seu trabalho estava feito. Agora tinha que ir em busca da próxima vitima. O seu chefe estava aborrecido. As coisas não saíram bem após a leitura do testamento de Carlisle. Era preciso tirar a sujeira do caminho e deixar o seu caminho livre para o que queria... Ele teria tudo... Exatamente Tudo.



[...]



As batidas bruscas na porta a despertaram, rompendo o silêncio precioso em seu quarto. Estava sonhando e feliz com o sonho. A raiva a tomou naquele momento. Quem era o infeliz que ousara a despertá-la de seu sonho¿ “Infernos” Levantou-se da cama resmungando e se arrastou até a porta. Se fosse Jacob, ela o faria pagar por aquela impertinência.



Abriu a porta e observou a expressão fria de sempre de seu mordomo.



- O que foi Gregory¿- Disse com tom desgostoso, enquanto encarava a empátia do empregado.



- O delegado Alan Carter está lá embaixo a sua espera. – Informou e depois deu as costas, indo embora sem dizer mais nada.



- Obrigada! Diga-lhe que já desço. – Respondeu com raiva da impertinência do homem, que lhe deu as costas e não disse mais nada. – Não se fazem mais empregados como antigamente. Que abusado. – Resmungou e voltou para o quarto batendo a porta.



Ness foi até o seu closet pegou uma caça de moletom preta, uma camiseta branca, tirou a sua camisola e vestiu a roupa. Fez um rabo de cavalo nos cabeços e depois saiu do quarto.



Quando chegou a sala, Jacob estava sentado em um sofá e o Delegado Carter no outro. Eles bebiam algo e não falavam. Jacob parecia incomodado com a presença do homem quando chegou. Lançou-se um olhar especulativo, com a sobrancelha arqueada, e continuou em silêncio.



- Boa noite delegado! O que o trás a nossa casa¿ - Perguntou ao entrar na sala, cruzou os braços e olhou friamente para o homem. Por um momento ele ficou olhando para o rosto lindo da mulher, os lábios carnudos rosados, os enormes olhos azuis emoldurados pelas longas pestanas, as maças do rosto salientes e o nariz arrebitado... Ela era encantadora.



Jacob riu a forma como ele olhou “sua esposa” e pigarreou incomodado.



- Bem, senhorita Cullen... – Jacob o cortou no mesmo momento.



- Senhora Black! - Informou com a voz fria e irritante. Ness o olhou por um instante e teve raiva da impertinência. “Será que ele anunciaria aos quatro ventos que ela era a Sra Black¿ Infernos! “



- Delegado, eu estava em meu maravilhoso sono. Estava sonhando, sabe. O senhor sabe o que é acordar abruptamente depois de um sonho maravilhoso¿ Então eu peço que seja muito breve no que vai dizer. E espero que “ninguém” o interrompa. Quero voltar logo ao meu quarto.



- Para quem se casou hoje, está bem irritada eu diria. – Ele disse sarcasticamente olhando para Jacob.



- Se eu estou irritada ou não, delegado Carter, não é algo que seja da sua conta. O senhor deveria esta fazendo o seu trabalho e descobrir quem matou o meu avô. E não ficar de sarcasmos comigo. Já disse que não tenho paciência e delegado ou não, coloco o senhor para fora dessa casa. O Sr me entendeu¿ - Disse batendo o pé no chão, enquanto encarava o homem, que ficou vermelho com aquela advertência. “Que mulher mais irritante”. Ele pensou.



- Eu poderia prendê-la por desacato a autoridade. A Sra. sabe disso¿ - Ele ameaçou.



- Então prende! Mas prende agora, porque se não... – Ela estendeu as duas mãos a frente. As juntou fazendo gesto para que colocasse as algemas. Jacob , vendo que a situação saia do controle, a interrompeu.



- Querida, deixe o Sr Carter terminar logo com isso e poderá voltar ao seu descanso. – Ele se levantou do sofá, caminhou até ela, passou o braço por trás das suas costas e puxou a pela cintura, reduzindo o espaço entre os seus corpos. Seu corpo formigou. Ness sabia que não agüentaria esse tipo de contato. Como ele poderia ser tão abusado¿ Como conseguia lhe causar aquelas estranhas sensações¿ Ela precisava disfarçar o seu desconforto. Não deixaria a máscara cair na frente daquele homem irritante.



- Vamos ao que interessa. Isso aqui está ficando estressante demais. Bem, onde vocês estavam na tarde de hoje¿ - Ele perguntou olhando as expressões do casal. Queria encontrar algum sinal de mentira.



- Em casa. É claro! Não acabei de dizer que estava dormindo. Qual o seu problema¿ Deve ser o excesso de ociosidade. OMG! – Ela disse fazendo um muxoxo.



- Eu também estava em casa. No meu quarto, para ser mais preciso. – Jacob respondeu.



- Vocês têm alguma prova de que não saíram dessa casa¿ Alguém que testemunhe isso¿ - Continuava a olhar para o casal. Ness franziu o cenho e olhou para Jacob.



- Por quê¿ - Jacob lhe perguntou. – O que aconteceu¿ - Fitou o homem com uma sensação estranha. Algo havia acontecido e eram suspeitos.



- Vocês primeiro. – Ele afirmou.



- Pode perguntar ao nosso mordomo. Pode falar com os seguranças que cuidam do portão e se não estiver satisfeito, pode olhar os vídeos de vigilância da segurança. Tem um anexo fora da casa onde os seguranças ficam. Pelo que sei eles gravam a entrada da casa. Pode ir lá e pedir cópia das fitas. Mas eu garanto que não encontrará nada. Agora pode nos dizer o motivo disso tudo¿



- Duas pessoas foram assassinadas. Uma testemunha que passava de carro alega ter visto uma moto próximo deles. – Disse fixando o olhar no rosto de Jacob.



- Pode ir até a garagem o olhar todos os carros e a minha moto. Não tenho nada a esconder. – Afirmou seguro.



- Quem¿ - Ness perguntou sentindo uma sensação estranha. Um medo invadiu o seu corpo. Não era próxima a família do seu avô, mas também não desejava a morte a nenhum deles. Aquilo a fez sentir uma estranha angustia. Jacob, percebendo o seu medo, apertou o seu corpo, puxando a sua cintura ainda mais e segurou a sua mão.



- Alice e Jasper Cullen. – O delegado afirmou. – Jasper levou um tirou na cabeça e Alice no peito, e o carro capotou na estrada. A perícia ainda está trabalhando no local e as investigações sobre a morte do seu avô tomará um rumo diferente. – Ele afirmou.



- Alice¿ Jazz¿ OH Deus! – Os olhos dela encheram de lágrimas naquele momento e não conseguiu conter o choro. “O que estava acontecendo¿ Por que foram assassinados¿ Quem estava por trás disso¿ Qual o motivo para matar os dois¿” Ela começou a se questionar sobre tudo enquanto chorava. Não era amiga da prima e não tinha “uma relação” com o primo. No entanto eram seus parentes. Aquilo a incomodou.



- Bem, irei conversar com os seguranças e como seu mordomo. Não saiam da cidade! Receberão uma intimação para um novo depoimento. – Afirmou e foi saindo da sala.



Ness se soltou de Jacob e começou a andar de um lado para o outro com as mãos na cabeça.



- Mataram o meu avô. Mataram Esme e agora Alice e Jasper. O que está acontecendo¿ Eu estou com medo. – Ela o olhou naquele momento. Seus olhos lagrimosos e seu rosto com expressão de pânico. Ele não sabia o que dizer. Nem entendia o que se passava. Sua única preocupação era ela e sua segurança. Ele a protegeria a qualquer custo. Era sua esposa e sua responsabilidade.



- Não deixarei nada lhe acontecer. – Ele declarou enquanto a observada.

- Está além das suas capacidades. – Ela passou a língua sobre os lábios e depois desviou o olhar. – Vou para o quarto. Preciso falar com as minhas amigas, entrar em contato com a minha rede de informações para saber o que está acontecendo. – Caminhou em direção a porta e ele segurou o seu braço.



- Espera! Temos que conversar sobre nós dois. – Ele afirmou.



- Não existe nós dois e não estou com cabeça para isso agora. Me deixa em paz! – Ela puxou o braço e depois continuou o seu caminho de volta ao seu quarto.



Em seu quarto, ligou o monitor do computador, abriu as pastas onde ficavam as gravações. Cada vídeo era gravado por vinte minutos e salvo em uma pasta com a data e o horário. Ela precisava encontrar as gravações das ultimas horas e averiguar se Jacob esteve em casa. Foi exatamente o que fez e constatou que ele não havia saído. Ficou aliviada com isso.



Ness ligou para as suas amigas e fez uma conferência. Ficaram horas debatendo sobre o corrido, mas não conseguiram mais informações com seus contatos do MSN e o facebook. Depois da longa conversa, ela ligou para Bella para lhe dar o seu apoio.



Ela e a prima ficaram alguns minutos ao telefone. Bella, assim como o resto dos Cullens, estavam arrasados com o assassinato de Alice e Jasper. Ela contou a Ness que Alice estava investigando a morte de Carlisle, e que já havia encontrado muitas pistas. No entanto não havia revelado nada para a família. Apenas Jasper sabia dos fatos averiguados e conclusões que havia tirado.



Após a conversa com a prima, Ness ficou ainda mais intrigada. Afinal Alice e Jasper viraram queima de arquivo. Mas o que levaria a isso¿ O que haviam descoberto para ser o motivo de suas mortes¿ Qualquer pessoa acharia que Calisle foi morto pela sua fortuna. Mas uma pessoa para matar dois Cullens ao mesmo tempo teria que ser muito frio e calculista. Seus tios teriam coragem para isso¿ Suas esposas teriam¿ E seus primos¿ Se um deles foi capaz de matar sua própria gente, o que fariam com ela¿ Sentiu medo com aquele pensamento. Um psicopata! Só poderia ser um psicopata. Ninguém mataria a um irmão, primo, filho ou sobrinho com tamanho sangue frio.



Na manhã seguinte Ness foi para escola vestida de preto em luto pelos primos. Ao descer do carro todos a olhavam de forma estranha. Será que a consideravam uma assassina¿ Tentou expulsar os pensamentos e seguiu para encontrar suas amigas sob olhares de muitos alunos. Todos pareciam em choque com a noticia. Só falavam no assassinato brutal e nas suspeitas da policia. Pelo que havia ouvido, Jacob era o principal suspeito por ter uma moto, mas ela também poderia ter cometido o crime usando o transporte do “marido”.



Todo o falatório e fofocas a deixavam mal. Já não tinha mais paciência para a aula ou colegas de escola. Queria falar com Bella, Emmett, Edward ou Rosalie para saber o que Alice estava investigando e quais as suspeitas. Estava desesperada por noticias.



Depois dos primeiros tempos de aula, quando o sinal tocou, saiu disposta a ir a casa de Edward para conversar. Entretanto, para a sua surpresa, Emmett estava no corredor encostado na parede. Alguns alunos o observavam e não entendiam o que fazia ali. Ness foi até ele para conversar e deixar claro os seus sentimentos em relação a tudo aquilo.



- Emm...



- Oi priminha!



- Como estão todos¿ Sei que tudo é horrível, mas precisam reagir. Eu iria a casa de Edward agora, mas...



- Não é uma boa hora para ir lá. Venha comigo! – Ele pegou a sua mão e a puxou até o final do corredor. Os dois saíram pelo pátio no fundo da escola e depois seguiram para um velho auditório, que estava há muito fechado esperando por reforma.



Jacob os olhava de longe. Seu corpo gritava de ciúmes. Queria espancar Emmett Cullen por tocar sua mulher e dar uma lição a Ness. Ela era dele e provaria isso. Nunca mais se deitaria com outro homem. Ele a submeteria as suas vontades e ela não teria mais coragem de sair por ia procurando diversões.



Ele os seguiu de longe, tomando cuidado para que eles não o vissem. Observou quando entraram no velho auditório.



Emmett e Ness entraram no auditório, ele encostou a porta e começaram a conversar.



- Ness, não é bom ir lá em casa. Todos acham que você e Jacob estão por trás disso. Se for lá certamente acabará brigando com mamãe ou com minha tia. Rosalie está muito mal e despejará a raiva em você.



- Emm, eu juro que não tenho nada com isso. Estava em casa. Acha que mataria o meu avô e Esme. Acha que mataria Alice e Jaspser¿



- E quanto a Jacob¿ - Ele perguntou encarando o seu olhar. Procurava sinais de mentira sem suas expressões.



- Eu posso jurar de pés juntos que ele não saiu de casa. – Ela afirmou e se aproximou do primo. Ele estava com o rosto abatido e inchado. Nunca havia o visto daquele jeito. A dor era tão grande que só teve vontade de abraçá-lo e dar um pouco de carinho. Ela o abraçou forte e chorou junto com ele. De repente, escutou um barulho na porta e a despertou. Alguém pigarreou e os dois se afastaram.



- Muito bonito, hein¿ - Era a voz rouca e sexy de Jacob, que naquele momento apresentava um tom ameaçador. Ela o encarou e teve medo do que viu em seus olhos. Estava escuro demais. Só havia uma pequena iluminação vinda das telhas quebradas do teto, mas mesmo no breu pode ver os olhos negro de Jacob soltando fogo.



- Estávamos só conversando. – Respondeu rispidamente. – E o que faz aqui¿ Você não tem nada haver com a minha vida. – Disse na defensiva.



- Ai você se engana, querida. – Ele respondeu. – Você se lembra do nosso acordo¿ Não passarei por corno. Não ficará por ai dando para qualquer um. – Ele apontou o dedo para ela e Emmett entrou na frente.



- Olha aqui...



- Olha aqui você! – Jacob o empurrou longe e Emmett se levantou partindo para a briga.



- PAREM! PAREM!- Ness se colocou entre os dois e esticou os dois braços para impedir que se aproximassem. – Emmett vai embora! Eu converso com você depois. Diga a família que não tenho nada haver com a morte deles. Que também sinto pelo que aconteceu.



- Eu vou porque não quero partir sua cara ao meio, idiota! Não pense que pode me ameaçar. Eu perdi meus primos e estou abalado com isso. Mas não atravesse o meu caminho novamente. – Disse apontando o dedo para Jacob.



- Emm, quando será o enterro¿ - Ness perguntou.



- Ainda não sabemos. O corpo está com a perícia e não tem previsão de liberação. Eu te ligo quando nos informarem. – Emmett respondeu abrindo a porta e saiu.



- O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO, SEU INFELIZ¿ NÃO SE META NA MINHA VIDA! NOS MEUS PROBLEMAS E COM AS PESSOAS COM QUEM CONVERSO! – Ela começou a bater no peito de Jacob com raiva e ele segurou seus braços.



- Eu sou seu marido! – Ele disse trincando os dentes. – Eu avisei que não sairia dando por ai. Eu a advertir antes! – Ele segurou firme os seus ombros e a sacudiu. – Não me desafie, Renesmee Black.



- Eu te desafio, Jacob Back!- Ela afirmou encarando o seu olhar.



- Pois hoje você se arrependerá disso! Hoje você será minha mulher de “fato” e não será muito agradável para você. Eu garanto isso.



- Veremos! – Ness se soltou e correu para a porta. Estava apavorada com a ameaça de Jacob. Ele parecia um demônio furioso. Parecia querer devorá-la. Saiu correndo em direção ao estacionamento com a mochila nas costas quase caindo. Não assistiria outras aulas e não correria o risco de enfrentar Jacob em casa. Precisava se trancar em seu quarto.



Jacob seguiu até o estacionamento e montou sem sua moto. Chegaria em casa antes que ela se trancasse em seu quarto e lhe daria uma lição. Ela nunca mais pensaria em abrir as pernas para outro depois dessa tarde.



Seu sangue fervia, o ciúme o dominava e algo gritava dentro dele. Precisava domar essa mulher tão cheia de si, tão desafiadora e irritante. Não o desafiaria mais... Ele garantiria isso.



Ness dirigiu em alta velocidade, mesmo sabendo que seria multada por isso. Chegou ao portal da casa e buzinou. O segurança a olhou por um instante o portão se abriu, quando acelerou para entrar, a moto de Jacob passou raspando em seu carro e entrou sem sua frente. Não havia mais como fugir. Ela teria que encarar o problema de frente. Não permitira que esse homem insuportável conduzisse a sua vida.





Quando ela chegou a garagem, a moto de Jacob já estava lá e ele de braços cruzados a encarando. Saiu do carro, bateu a porta e tentou passar por ele, que a segurou pelo braço e retomou a discussão.



- Pensou que seria fácil fugir de mim¿ Hoje não, Ness!



- ME LARGA! – Ela tentou se soltar, mas ele prendeu o seu braço.



- Estou cansado dessa sua marra, garota! Hoje você se submeterá a mim. Eu juro isso, Renesmee. Não adianta lutar e nem gritar.



Tudo aconteceu muito rápido e quando ela se deu conta, ele a havia jogado sobre os seus ombros. Ela gritava e batia em suas costas, dava chutes no ar, lutando para se libertar. – ME SOLTA! ME LARGA! SEU BRUTAMONTES! EU TE ODEIO! ME LARGA! VAI PAGAR POR ISSO. - Quando chegaram a porta da casa, alguns seguranças e empregados viram a cena, mas preferiram não se meter. O mordomo balançou a cabeça de forma desgostosa e depois deu as costas. Jacob continuou a caminhar com ela em seus ombros até chegar em seu quarto.



- Não pedirei para abrir a porta do seu quarto. Sei que não fará. Não é¿ Então vamos consumar o nosso casamento no meu quarto. – Ele disse tirando a chave do bolso e colocando no buraco da fechadura.



- Não se atreveria me tocar. – Ela disse sentindo o medo consumir cada célula do seu corpo. “Conseguira se negar a esse homem¿” Ela o queria mais do que tudo. Sempre sonhou “FU” com ele.”Como poderia o repelir naquele momento¿” Ela não poderia se render. Não poderia deixar que lhe tomasse como se fosse uma vadia. Sempre sonhou com jantar a luz de velas, beijos e caricias apaixonadas.” Agora ele vinha como um animal para ela¿” Não! Ela se negaria até o fim. Estava convicta disso.



- Vai aprender a ser uma boa esposa, delícia. – Disse com a voz sexy e calma. Ela sentiu como se seu clitóris fosse chicoteado naquele momento.” Carinho¿ O que aquilo significava¿”



- Jacob, se você me tocar vai se arrepender. Eu o farei pagar todos os dias de sua vida. Eu prometo isso. Não sabe o quão perigosa eu posso ser. – Eles já estavam dentro da habitação, mas ele não a colocou sobre a cama. Caminhou com ela até o seu closet ainda nas costas, abriu o armário, tirou uma bolsa e depois foi em direção a cama. Ela não sabia o que ele pegava e sentiu ainda mais medo. “O que eles estaria aprontando¿” O medo a invadiu, mas também havia uma estranha sensação.Ela queria sentir medo. Queria que o tesão aumentasse e as sensações de chicotadas em seu clitóris fossem mais intensas. A vagina já se contraia e sua nata molhava a sua calcinha. “Como podia se excitar em uma situação como aquela.” Simplesmente não entendia. Os seus mamilos estavam duros e sensíveis contra o tecido do sutiã. Sua pele formigava o clitóris começava a inchar.



- Quando eu terminar com você, carinho, estará gemendo o meu nome e me implorando por mais. Eu vou “FU” essa sua “BO” duro, rápido e muito fundo. Vou deixar você toda ardida e te dar um prazer que nunca sonhou. Nunca mais... Está me ouvindo¿ Nunca mais abrirá as pernas para nenhum outro. E toda vez que chegar perto de fazer, se lembrar do meu “KA” te “FU”. Isso eu juro, carinho.



OH Gzuisss Ela morreria nos braços dele. Sabia disso. Estava toda molhada e o seu corpo já exigia o contato. Ela o queria dentro dela. Necessitava sentir o peso do seu corpo enquanto a “FO”. Queria sentir o seu pênis todo dentro dela, pulsando, bombardeando e preenchendo todo o seu ser. Sua alma necessitava daquilo. Não era só tesão. Era carência emocional. Ela o quis todos os dias de sua vida. Ela sonhou com isso muitas noites. Chorou pelo desprezo, pelo escarno e suas armações. Também por vê-lo com outras garotas enquanto ela o necessitava. Agora ele dizia essas palavras. Ele jurava que a faria sua e lhe daria prazer... Ela estava desesperada por essas promessas, mas não daria o braço a torcer. Lutaria até o ultimo minutos para conservar o seu orgulho.



Jacob a jogou na cama, depois se colocou sobre ela com algo na mão. Ela o olhava de forma estranha. Queria saber como ele cumpriria a sua promessa. Sentiu quando pegou seu punho e levou até a cabeceira da cama. Ele a algemou. OH Céus!Ele iria torturá-la.



Depois de algemada, Ness ficou observando o sem dizer nada, tentava entender o que se passava. E viu quando ele tirou algumas coisas e colocou sobre a cabeceira... “OH Céus! O que era aquilo¿ Não! O que ele faria com aquele vibrador¿” Ela engoliu seco e continuou com olhar inquisitivo para ele.



Jacob a observava de soslaio enquanto colocava os seus apetrechos sobre a cabeceira. Só faltava agora pegar algumas coisas na cozinha antes de começar a brincadeira. Ele lhe daria uma boa lição antes daquele dia terminar.



Saiu do quarto e foi até a cozinha. O cozinheiro o olhou de forma estranha, a arrumadeira parecia constrangida e o mordomo saiu do local quando entrou. Preferiu não dizer nada. Não tinha que dar explicações para os empregados. Apenas precisava pegar o que faltava para iniciar a brincadeira.



Abriu a geladeira, pegou um pote de chantili, outro com calda de chocolate, foi até o gaveteiro, abriu e tirou uma grande faca. As mulheres fingiram não perceber o que fazia. Ele fingiu não notar a presença delas.



Voltou para o seu quarto, entrou e colocou as coisas na mesa de cabeceira. Quando Ness viu a enorme faca, começou a lutar para se soltar das algemas enquanto Jacob ria.



- Eu não matarei você, carinho. – Disse com a voz sexy. – Só vamos brincar. Você não gostade brincar com seus amantes. Pois bem! Hoje você me mostrará como goza brincando comigo. – Deu uma gostosa risada e ela sentiu o frio percorrer a sua espinha. Ele gostou de ver a sua expressão. Percebeu que ela estava cheia de tesão. Mas aquilo não era nada... Apenas o começo.



- Você não pode fazer isso! Não pode me tomar a força. – Ela protestou.



- E quem disse que te tomarei a força¿ Você implorará para me ter dentro de você em pouco tempo, carinho. Seu corpo ficará viciado no meu. Irá chorar enquanto goza e chamar o meu nome. Não preciso de força para te fazer minha. Isso é apenas no inicio da brincadeira, carinho.



Ela se debateu sobre a cama. Mas a sua postura mostrava debilidade. Ele podia perceber a sua excitação. Era claro que já estava preparada para ele. Podia penetrá-la naquele momento, mas não teria a menor graça. Ele seria perverso com ela e depois que implorasse daria o que os dois precisavam.



- INFELIZ! FILHO DA “PU”! EU VOU MATAR VOCÊ!-Ela gritou se sacudindo na cama.



- Eu adoro mulheres bravinhas. Torna tudo mais excitante para mim. – Mordeu os lábios e começou a tirar sua roupa. Ela ofegou e não conseguiu mais falar. A medida que ele se despia, o corpo dela gritava por ele. A nata em sua vagina já escorria em sua calcinha. Estava molhada demais. Ela o queria dentro dela. Precisava disso de forma urgente. Não agüentaria esse jogo se sedução. Não queria ter que implorar. “Mas quanto tempo agüentaria¿”



Jacob estava completamente nu. Sua protuberante anaconda enorme apontando para frente. Ela queria morder. Seu corpo ardia por isso. Seu coração batia muito forte. A boca estava cheia d’água. Precisava sentir a pele sensível e castanho avermelhada de seu pau em sua boca. Queria sentir o seu sabor, devorar sua anaconda e fazê-lo gritar ao gozar em sua boca. Gzuizzz Como ela precisava daquilo. Já podia sentir as lágrimas no canto dos seus olhos. Não queria chorar, muito menos implorar, mas o desespero a consumia de forma avassaladora.





Ele foi até a mesinha de cabeceira, pegou a faca e caminhou para frente da cama. Como um gato ardiloso se colocou na beira da ama e foi subindo lentamente com os olhos gravados no rosto dela. Percebeu o quanto estava assustada e desejosa pelo que aconteceria entre os dois. Queria enlouquecê-la ainda mais, fazendo a pagar por todos os anos em que sofreu ao vê-la andando com outros caras. Ele sonhou muitas noites em se vingar dela. Planejou durante dias como a faria gritar o seu nome e comprou tudo o que precisava para isso. Agora só teria que levar o plano a diante e não se deixar levar pelas suas artimanhas.



Passou a faca em seu pescoço. Ela arregalou os olhos quando sentou o fio da navalha percorrer a sua pele até chegar ao tecido da blusa. Ele mordeu os lábios e começou a cortar o tecido. Ela não gritou, não implorou ou fez qualquer gesto de negação. Ela queria que ela arrancasse toda a sua roupa e a sensação da faca passando em sua pele só aumentava o tesão.



Ele cortou o tecido da blusa e depois foi passando pelo sutiã. Deixou-a com os protuberantes seios a mostra. Eles eram lindos, perfeito, durinhos e redondos. O pequeno e sensível bico rosa estava muito duro. Ele quase morreu e ela gemeu quando ele aproximou o rosto de seu seio. Ele colocou a faca de lado e segurou o esquerdo com uma mão e o direito passou a língua ao redor. Depois começou a chupar forte. Muito forte. Com muito desejo. Ou será desespero¿ Gzuzzz ele iria morrer chupando aquele seio doce. Seu corpo inteiro reagiu. O seu “KA” ficou ainda mais duro. Quase perdeu o controle de tanto desespero que sentiu... Ele não podia. O jogo só havia começado.



Depois de chupar e apartar os seios de Ness com muita paixão, Jacob abriu a fecho de sua “micro sai”. “Essa mulher precisa urgentemente de um novo guarda-roupa”. Ele pensou enquanto tirava. Era inconcebível “sua mulher” andar com uma roupa tão curta que permitisse ver a calcinha.



Tirou lhe a saia, deixando a apenas de calcinha, depois tirou as sandálias de salto agulha que suava. Levantou-se da cama e ficou vendo o corpo maravilhoso, curvilíneo e esbelto em sua cama. Era um abuso da natureza uma mulher tão perfeita. “Já não bastava os lábios carnudos e desejosos, o nariz arrebitado e os lindos olhos azuis¿ Ela ainda tinha que ter lindas pernas torneadas, uma cintura de violão, uma barriguinha lisinha e seios perfeito¿” Ele morreria devorando o seu corpo. Estava certo disso.



Ela ofegava totalmente excitada e rendida. Começava a sussurrar o seu nome com os olhos fechados, mordendo os lábios sensuais enquanto se retorcia na cama. Ela contraia a vagina que o necessitava. Queria tocar o clitóris para gozar. Estava mais do que desesperada. Todo o seu corpo gritava por ele. O calor era insuportável. O desejo já começava a doer em sua alma. Se ele a abandonasse agora, ela não agüentaria.



- Jacob... Jacob... Jacob... – Ela se retorcia chamando o seu nome e ele a olhava orgulhoso.



Ele se debruçou novamente sobre o corpo, pegou a faca e começou a cortar a calcinha. O contato do metal com a sua pele a fez entrar em êxtase. O corpo parecia levar choques.



- Deusjacob! Jacobb... Céus... eu morrerei assim.. Goshhh.



A deixou sem nada e depois foi para a segunda parte do seu plano. Ele a torturaria muito naquela tarde.



Levantou da cama, pegou alguns dos objetos e colocou sobre o lençol. Abriu as suas pernas, separando as coxas. Ela pensou que ele a penetraria, mas usou outra coisa ao invés disso.



Ele pegou um pequeno bastão de spray, com os dedos abriu os seus lábios rosados e espirrou o liquido sobre eles, sobre o clitóris e depois na entrada de sua vagina. Ela se contorceu na cama e gritou sentindo o liquido gelado arder em sua pele. O desejo se multiplicou por cem e começou a chorar. A agonia era muito grande. “O que ele havia feito com ela¿” aquilo a levou ao desespero. Era deliciosa a sensação do liquido em sua pele, mas a necessidade de “FU” se tornou ainda mais exigente.



Jacob riu enquanto a via de contorcer sobre a cama. Chorando enquanto clamava por seu nome. As pernas se abriam ainda mais e toda a região do seu sexo estava inundada pelo seu gozo. Ele quis beber todo o liquido, mas ainda não era o momento. Se o fizesse, perderia completamente o controle de suas ações. Ele queria submetê-la e para isso precisava controlar os próprios instintos.



Pegou o vibrador, levou até a sua entrada e começou a introduzir no seu canal. Ela gritou alto dessa vez.



- JACOB! JACOB, SEU FDP!



O vibrador em questão poderia dar prazer interno e externo, porque além de vibrar dentro da mulher, massageava o clitóris. Aquilo a levaria ao êxtase em poucos minutos e a faria implorar por ele.



Saiu de cima dela e pegou um pequeno gel e levou até o seu seio. Passou por toda a região, enquanto ela chorava na cama. O liquido fez a pele sensível esquentar e ficar ainda mais dura. Ela sentia um terrível prazer, somado com o do vibrador trabalhando dentro dela e sobre o seu clitóris. Olhou para ele sem forças, chorando e implorou por misericórdia.



- Por favor... eu preciso de você... por favor...



- Ainda não carinho. – Ele começou a chupar os seios de forma brusca e apertar forte. Os gritos dela invadiam todo o quarto. Ele sabia que até mesmo os seguranças poderiam ouvir os gemidos e gritos na entrada da mansão. Ela parecia uma cadela no cio implorando por mais prazer. Ele se comprazia de vê-la gritar por ele. De ver a sua face branda sem brigar. Ela não tinha forças para discutir ou ameaçar. Parecia um gatinho dengosa em suas mãos.



Ela se sentia humilhada por ele lhe dar prazer com a “PO” de um vibrador. Ela sonhou com romance, beijos e carinhos. Ele a tratava pior do que uma prostituta. Fazia gemer e gritar. Passava coisas que aumentavam a excitação de seu corpo. Mas não lhe beijava, não lhe dizia palavras bonitas e a tratava com carinho. Era apenas uma cadela sendo “FO” por um objeto de silicone. Chorou pelo gozo, pelo desespero, pela vergonha, debilidade e por seu coração que doía. Queria sentir os seus braços em torno deu seu corpo e os lábios sobre os seus. Não era um objeto. Era uma mulher desejosa de carinho, que gritava como louca pelo prazer que um vibrador a proporcionava.



Quando Jacob tirou o objeto dentro dela, chorou pela falta que fazia. Ficaria louca se ele não a possuísse. Lutou com as algemas. Precisava se soltar e provar para ele que era uma mulher.

Ela morreria se não fosse tocada de forma decente por ele... A se morreria.



Jacob soltou seus braços e ela finalmente se sentiu livre. Ao mesmo tempo parecia estar dentro de uma prisão. Engatinhou na cama até ele e agarrou o seu corpo.



- Eu preciso de você. – Sussurrou chorando em seus braços musculosos e quentes. - Eu me rendo, não grito, não choro, mas por favor me possua.



- Você se rende¿ - Ele perguntou passando a mão pelos seus cabeços. O corpo dela estava suado demais, as lágrimas que derramavam molhavam o seu ombro. Parecia muito cansada, mas além disse estava necessitada. Ele sabia disso. Ele saciaria todo o seu corpo se ela se rendesse a ele.



- Eu me rendo... – Sussurrou.



- Nunca abrirá as pernas para outro¿- Ele segurou o seu queixo e levantou a sua cabeça. Os seus olhos se cruzaram e viu como ela sofria por ele. Sentiu dor no coração ao perceber como ele havia a torturado. No entanto precisava saber. Precisava ter certeza que ela não faria novamente. Não agüentaria saber ou ver ela nos braços de outro. Aquilo era inconcebível para ele. Já sofria com esse pensamento.



- Não... prometo. – Ela respondeu chorosa.



- Minha! – Ele levou os lábios ao seu ouvido e sussurrou novamente. – Minha! Somente minha! Para sempre minha! Entendeu¿ Se você sonhar em “FU” com outro, vou te torturar muito. Entendeu¿ Minha! – Ele tinha um sentimento real de posse. Ela era dele. Só dele e teve que ensinar isso da maneira mais cruel.



- Sua! – Ela aceitou.



Ele começou a deixar o corpo dela sobre a cama. Acariciou o seu rosto com as costas de sua mão. Separou as suas pernas, segurando os joelhos e se encaixou entre suas pernas. Posicionou seu pênis na sua entrada e a penetrou forte e profundo, enquanto ela olhava no fundo dos seus olhos e ele reafirmava a sua posse. – Minha!



- Sua! – Ela respondeu e fechou os olhos. Sorriu quando sentiu as estocava fortes e profundas bombardeando o seu corpo. Começou a ver estrelas explodindo no seu. Cada movimento dele bombardeando o seu corpo, era como uma nova chama de vida. O prazer foi imensurável. Ela nunca havia se sentido daquela forma. Ela era realmente dele. Sua mulher. Para sempre sua mulher e ele provava isso enquanto a “FO” como desespero. Ele gemia algo o seu nome. Ela gemia e chorava sentindo o orgasmo explodindo em seu corpo. Contraiu o seu canal vaginal e ele gritou em desespero.



- GOSTOSA, CARINHO! GUZZIISSS TU É GOSTOSA DEMAIS “PO”! EU QUERO MORRER “FU” VOCÊ, BEBÊ! Forte, duro e profundo. Ele cumpria a sua promessa. Ela nem ousava pedir mais forte. Tinha medo de quebrar com tamanha força. Nunca teve um homem que conseguisse manter tanto tempo estocando dessa maneira. Ela já gozava a terceira vez enquanto ele continuava a bombardeá-la. A cama começou a tremer e tremar, batendo na parede. O barulho era alto. O grunhido dele era quase animal. Ele segurou os seus quadris com as duas mãos e aumentou o ritmo das estocadas. Ela tentava se mover com a mesma velocidade, mas era impossível. Seu corpo entrava em compulsão em um quarto orgasmo. Ela chorava muito enquanto chamava por seu nome. Já não tinha mais voz para gritar – Jacob eu amo você... amo... O Goshhh como eu amo... – Choro, felicidade, amor, contentamento, gozo... Tudo se misturou em um último grito de prazer no quinto gozo.... –JACOBBBB.



- VOU GOZAR, BEBÊ! GOSHHHH VOU GOZARRRRR AIIIIIIII ARAHGUAHAHGAGAG – Ele parecia falar em uma língua estranha. O seu ultimo sopro antes de cair com corpo cansado sobre ela foi espetacular.



Ele colocou o corpo sobre o dela, apoiando a cabeça sobre os seus seios. Ela o abraçou forte a passou os dedos sobre os seus cabelos, sentindo os fios dedos de seus pelos. Beijou a sua cabeça, percorreu as mãos sobre as suas costas e lhe fez muito carinho. Ele estava exatamente onde ela queria todo aquele tempo....Dentro dela. Ainda estava quente, pegando fogo e com os espasmos sobre o corpo. O corpo molhado de suor. O cheiro do sexo que fizeram era delicioso... Cheiro de macho.



Ele se sentia completamente esgotado. Seu corpo estava cansado depois de colocar para fora todas as suas energias, que foram sugadas para o corpo dela. Nunca havia feito sexos de forma tão intensa... Ou amor. O fato era que o corpo dela o fez reagir de forma descontrolada. Nunca se desesperou tanto com a necessidade do gozo. Queria a catarse que não chegava e o corpo reagia brutalmente a isso, fazendo o a penetrar de forma tão intensa que o surpreendeu. Saiu de dentro do corpo dela e cai de costas para a cama. Sentiu o contato com a faca, pegou a e colocou sobre a mesinha. Ness ficou de lado o observando. Parecia querer algo ele. Ainda necessitava de algo que ele não compreendia. Ele já havia se entregado de forma única, mas ela ainda o olhava de forma insatisfeita.



- O que foi, bebê¿ - Ele perguntou observando o seu rosto vermelho e suado.



- Nada... eu... é que... – Ela não conseguia falar o que estava angustiando. Ele sentia que algo a incomodava, mas ela não conseguia revelar.



- Você não gostou¿ - Ele perguntou tocando o seu rosto. Como ela poderia lhe dizer qual o problema¿ Ele se quer havia beijado os seus lábios. Ela queria sentir a sua língua serpenteando em sua boca. Queria o seu abraço forte enquanto se beijava. Estava carente dos seus beijos. Havia feito sexo. Ela queria sentir o amor. Seu coração começava a chorar com essa constatação. Ele só havia usado o seu corpo... Mais nada



- Gostei... – Sussurrou.



- Qual o problema, Ness¿ - Ele perguntou arqueando a sobrancelha. Ela ficou tensa, mas não se humilharia novamente. Ele já havia humilhado muito naquele dia. Ele a usou como uma cadela e nem foi capaz de beijar os seus lábios. A ira começava a tomar o seu corpo e a vontade de chorar a deixava débil. Não queria que ele visse sua debilidade. Precisava ser forte e disfarçar.



- Nada! – Ela balançou a cabeça e engoliu o choro que estava quase saindo.



- Deita aqui comigo. – Ele lhe estendeu a mão. Ela a entregou e ele a deitou em seu peito. – Vamos descansar um pouco, carinho. Depois eu vou te banhar e alimentar. Só preciso recuperar as minhas forças. – Ele beijou o topo da sua cabeça. Passou a mão por suas costas e fez caricias. Nem podia imaginar como estava a magoando. Muito mais do que todo o que já havia feito. Sua atitude fria fazia o coração dela doer e sangrar pela humilhação. Ele, no entanto, não sabia como amar e tratar uma mulher. Nunca teve uma relação séria. Nunca foi romântico e carinhoso com alguém. Não sabia como fazer isso sem deixar de lado a sua arrogância e empáfia. Como podia imaginar que uma mulher como Ness só queria sentir os seus beijos e abraços¿ Ele não imaginava nada disso. Só estava feliz por ter finalmente a sua mulher em seus braços. Ela era “sua” e nada mais mudaria isso. Contudo o olhar triste dela o incomodava. Precisava descobrir o que havia errado, mas primeiro recuperaria as suas forças.



Jacob logo dormiu e depois de um tempo Ness saiu de seus braços. Beijou o seu rosto, o seu peito e abdômen, depois saiu da cama, recolheu peças de roupas rasgadas no chão, a mochila, a saia e as sandálias. Colocou tudo sobre o sofá, foi ao banheiro, pegou uma toalha e se enrolou nela. Voltou para o quarto, pegou as coisas no sofá e saiu.



Chegou a porta de seu quarto, colocou a digital, a retina e a senha e entrou. Trancou a porta, atirou as coisas sobre o chão, foi para sua cama, deitou-se na posição fetal e finalmente chorou. Ela sentia uma dor tão grande que as células do seu corpo pareciam receber descargas elétricas. Ela só queria beijos e carinho. Não era uma cadela viciada em sexo. “Por que ele não podia entender isso¿” “Porque ele simplesmente não entendia que era de amor que ela necessitava?” Não o amor de qualquer um, mas sim o amor dele. Foi apenas sexo e nada mais. Posse e não o ato de entrega. Ela o faria pagar por sua falta de coração... A se faria.



Os soluços seus soluços eram altos e foi no meio dessa magoa tão grande que ela acabou adormecendo.







Nota Glau Miguxas






Quem quer matar o Jacob? Eu! Eu! Eu! Eu!! To brincando. Kkkk Gente, ele não sabe como amar direito. Ele nunca teve uma relação de verdade está meio perdido no meio desse ciúme que sente dela. Mas a sua falta de compreensão das necessitades dela vai gerar mais uma grande briga.


O que posso afirmar é que no próximo cap teremos briga, fuga, tiro, balada e uma gostosa pegação entre os dois.


Peço desculpas por não fazer o segundo lesco lesco. Mas eu fiz 14 páginas e não agüentava mais digitar. Além disso, tinha que retirar roupas da corda para passar. Já estava bem tarde e eu precisava cuidar das coisas da casa. Prometo no entanto que no próximo cap ele será mais gentil com ela e as coisas começam a ficar mais intensas entre os dois.


Se eu não postar o cap até sexta feira, só sairá na segunda ou na Terça. OK? Eu estou com uma cosias para fazer essa semana e não sei se dará tempo.


Amanhã é meu aniversário e estou preparando as coisas para uma festinha no fim de semana.


Espero não deixá-las na mão, mas não prometo nada.






Espero que tenham gostado do cap!






Nat, Obrigada pela recomendação. Você estava mesmo inspirada e me deixou muito feliz com ela. MEUS OLHINHOS ESTÃO BRILHANDO DE FELICIDADE.






Para as minhas leitoras amadas, eu agradeço de coração a todos os comentário. Saibam que levo todos em consideração e leio todos. Ultimamente não tenho conseguido responder nenhum deles, pois estou com o problema da internet em casa, usando apenas quando minha sobrinha não está, e no trabalho simplesmente não da tempo. Mas continuo lendo tudo do celular e levo em conta a vontade de vocês quando escrevo.






Tafnes (Andreia) Estou hiper, mega, super feliz de você está acompanhando a minha fic. Pensei que tinha me abandonado há meses. Um brande bju para ti.






Para as minhas leitoras antigas, fieis, amigas, amada e as novas, que possuem tanto importância quanto, mando milhares de beijos!




OBRIGADU!!!





N/Heri: deixa ver se entendi...Glaucia tu matou a Alice e Jasper? E essa crise de ciúmes do Jacob? Não entendo a Ness toda se querendo pra ele e resistindo? Acorda Ness! Vai aproveitar o que é seu, usa e abusa. Super excitante ele carregar ela no ombro até o quarto e...aff, quem quer ser algemada ae?.....Sua, sou sua...eita torturinha boa. Gente deu pena dela, realmente cadê o amor Jacob Black? MENINAS COMENTEM E CHAMEM SUAS AMIGAS....INSPIREM E INSENTIVEM A AUTORA...bjs girls