quinta-feira, 27 de outubro de 2011



O beijo mais sombrio
Autora: Gena Showalter

Gente, sabe quando você compra um livro pela capa? Esse foi o caso desse livro. Eu estava passeando por uma livraria em minha cidade e bati o olho na capa do livro. Estava em uma fase apaixonada por sobrenaturais e o livro me caiu como uma luva. Achei simplesmente perfeito.

Ele é o segundo livro da série Senhores do Submundo, é sobrenatural, tem uma parte de mitologia bem construída, além de ser super excitante e sexy. Desde o primeiro capítulo o leitor fica preso na trama e torcendo para um avanço pelo casal.

Anya é a deusa da desordem e Lucien é amaldiçoado pelo espírito da morte. Ela vai ao submundo para ter um refúgio, fugindo da ira dos deuses e imediatamente sente uma forte atração por Lucien. Ele é recluso e solitário, não tem a intenção de um envolvimento e nem deixar que a luxúria o domine. Já sofreu muito após ter perdido um grande amor e relacionamentos carnais são coisas que ele despreza. Mas ao cruzar com Anya, ele vê os seus instintos mais primitivos provocado por essa deusa abusada e atrevida. Só que nesse meio tempo, ele recebe a missão de levar Anya para a morte e começa um jogo maravilhoso de gato e rato. Essa foi uma das coisas que mais gostei nesse livro.

Há algo que pode ajudar os dois a se libertarem. Uma relíquia perdida e muito poderosa. Assim eles se unem nessa busca, mas o jogo de sedução fica cada vez mais intenso. O leitor vai ao delírio com as peripécias de Anya e quando eles finalmente chegam aos finalmentes.... Leitor suspira... HOT! HOT! HOT!

O livro é simplesmente maravilhoso e já li dois ebooks dessa série. Agora já temos quatro livros à venda no Brasil e estou disposta a comprar todos eles. Vale à pena investir, pois a Gena tem uma forma maravilhosa de expressar os sentimentos e desejos das suas personagens.  Ele está a venda no site da Harlequin.

Sinopse

Guerreiros amaldiçoados pelos deuses por toda a eternidade.
Guardiões de demônios libertados da caixa de Pandora.
Homens imortais com poderes sobre humanos.
Eles são os Senhores do Mundo Subterrâneo.

"Há milênios, quando os deuses habitavam o mundo, doze gregos assassinaram Pandora e violaram a caixa que ela protegia, libertando os demônios lá confinados. Violência, Dor, Morte, Doença, Luxúria, Ira, Infelicidade, Dúvida, Desastre, Derrota, Mentiras e Segredos foram selados no interior dos guerreiros, que se viram condenados pelos deuses a ser guardiões desses espíritos por toda a eternidade. Quando um perigoso inimigo os ameaça, eles precisam sair em busca da única relíquia com o poder de dar fim a seu sofrimento... Ainda que possa destruí-los.
Fugitiva dos Titãs, chegou a hora de Anya cobrar uma promessa feita pelos guerreiros imortais. Durante a festa de despedida de Budapeste, ela seduz Lucien, o guardião do demônio Morte, despertando-lhe instintos que ele preferia esquecer. Porém, Anya é encontrada pelos deuses, e agora Lucien terá de salvá-la para finalmente saciar seus desejos."


Espero que gostem

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O tempo tem sido escasso, mas tive um tempinho agora no trabalho e finalmente consegui vir postar =)
O livro que vos trago é da escritora Nora Roberts que descobri os seus livros á pouco tempo (no Verão deste ano para ser mais azacta) e fique apaixonada pela sua escrita.
«Refúgio» foi o 2º livro que li da escritora e espero que gostem.
O nome do livro é de Portugal, não sei se no Brasil o nome é o mesmo, se alguém souber, que diga por favor.

Sinopse:
Jo Ellen, fotógrafa de renome, pensava ter fugido à casa chamada Refúgio há muito tempo. Ali passara os seus anos mais tristes, depois do desaparecimento inesperado da mãe. Contudo, a casa que encima as praias exóticas de uma ilha ao largo da Geórgia continua a assombrá-la. E agora, mais assustadoras ainda são as fotografias que alguém lhe começa a enviar: primeiros planos sinistros e puros, culminando no retrato mais chocante de todos, o da mãe... nua, bela e morta. Jo terá de regressar à ilha da sua infância e à família que procurou esquecer. Com a ajuda de um homem, descobrirá toda a verdade sobre o seu trágico passado. Mas o seu Refúgio pode revelar-se o local mais perigoso de todos...


Opinião:
Nora Roberts consegue fazer com que um romance simples seja super cativante, emocionante e super atraente.
Gostei muito de ler este livro, toda a história me cativou, desde a saber quem é o assassino, até aos 3 casais que se descobrem ao longo desta história!
No início demorei muito tempo a ler, demorei mais de 2 semanas para ler as primeiras 20 páginas, pois a história estava a ser muito monótona, mas quando chegou ao meio li em apenas 1 dia, desde as 5 da tarde até ás 2 da manhã., a trama é super interessante e rápida, fazendo com que o leitor fique preso ás acções desenvolvidas e queira saber logo o final.
O romance é o tema principal, mas a história para saber quem é o assassino é fantástica e o final é surpreendente, pois nunca pensaríamos ser aquele o assassino.

domingo, 23 de outubro de 2011





A mansão dos segredos
Autora: Candace Camp

Gente o livro que vou indicar hoje é A mansão dos segredos da Candace. Eu sou completamente suspeita para falar dessa autora, que simplesmente AMO. Para terem uma idéia, depois que comprei os dois primeiros livros, da série As casamenteiras, comecei a vasculhar a Estante Virtual e o mercado livre atrás dos demais livros dela. Só tem um livro, em português, que não consegui comprar. Ele só está a venda na Harlequin de Portugal e essa editora não envia para o Brasil, chamado Prometa-me o Amanhã. O que quero dizer é que para mim a Candace é simplesmente perfeita e amo tudo o que ela escrever. Por isso digo que sou suspeita para falar dela.

O livro relata nada mais nada menos que a estória do libertino Conde de Ravencar, Devil  Aircount, que assim como os seus antecessores, dilapidou o patrimônio da família e encontra-se a beira da falência. O conde precisa se casar rapidamente com uma herdeira rica, para tentar salvar o que resta para os Aircounts, mas pela a sua reputação infame  não consegue nenhuma noiva de boa família para desposa. Sua ardilosa mãe, encontra uma herdeira americana, filha de um comerciante, que está louca para ver a jovem fazendo parte da nobreza inglesa. O único problema é que Miranda não é uma mocinha ingênua e fácil de ser manipulada. Logo nos primeiros capítulos do livro, ela mostra a que veio e coloca o Devil em seu devido lugar. Ela o humilha e expõe a cruel realidade: ele é nada mais nada menos de uma forma de conseguir posso da mansão dos Aircount e virar uma condessa.

Os dois entram em choque e o nosso conde pouco a pouco começa a se interessar realmente por Miranda. Mas para ele, um libertino experiente, não será nada fácil seduzir uma mulher de personalidade tão forte e decidida. Terá que abandonar o antigo estilo de vida e o pior, uma amante por quem Devil se viu apaixonado e manipulado por  anos.

Não vou contar mais, o que posso dizer é que a estória é maravilhosa e você se divertirá com esse casal tão estranho, personagens carismáticos e uma pitada de suspense. Tenho certeza que ao final do livro, terá vontade de ler os outros dois livros da série e os demais livros da Candace.

Esse livro faz parte da Trilogia Aircount e pode ser encontrado na Harlequin Brasil e nos sebos da Estante virtual. Essa é uma deliciosa trilogia que fala sobre a família Aicount.

Sinopse:

Há várias gerações, terras e títulos de nobreza foram concedidos à família Aincourt pela sua lealdade ao rei. A antiga abadia Darkwater, no entanto, veio com uma maldição: nenhum Aincourt que a possuísse conheceria a felicidade

Devin Aincourt, conde de Ravenscar, jamais pediu permissão para ser o que é — um verdadeiro libertino. Renegado pelo pai, Devin é feliz em sua existência amaldiçoada, vivendo-a de forma hedonista, gastando todo o dinheiro herdado e não dando a menor atenção à administração de Darkwater, à beira da ruína. Até que um dia, sua mãe implora para que ele recupere a fortuna e o nome da família e se case com uma rica herdeira americana. Acreditando ser apenas uma união no papel, Devin concorda em casar-se com Miranda. No entanto, o que ele não imagina é que esta estrangeira decidida e autêntica tem seus próprios planos: restaurar Darkwater, tornar a propriedade rentável novamente, arrancar o conde das garras da amante e ganhar seu coração.

Trecho:

"— Não! — Desvencilhou-se dele que, assustado, soltou-a. Devin ficou parado observando-a, os braços inesperadamente vazios, o fogo queimando, insatisfeito, por suas veias.
Miranda alisou o vestido e levantou a mão para colocar uma mexa de cabelo solto de volta no lugar.

— Francamente, lorde Ravenscar — disse ela, tentando passar toda a calma que podia na voz. Não podia deixar que ele percebesse como conseguia abalá-la com facilidade; isso seria humilhante demais, — Esta não é a hora nem o lugar. Qualquer um pode se aproximar de nós a qualquer momento.

— Eles não irão. — Sua voz era baixa e, ficou surpreso ao perceber, quase trêmula com a intensidade de seu desejo. 

— Nós podemos ir mais para adiante. Conheço um lugar... — Devin parou abruptamente, percebendo horrorizado que estava quase implorando.
Uma raiva comedida transpassou Miranda pelo fato de que ele conhecia o melhor lugar perfeito para seduzir uma mulher no jardim da irmã.

— Sim — disse ela, friamente. — Tenho certeza de que você teve uma vasta experiência ali adiante. Entretanto, não tenho a intenção de ser mais uma de suas amantes.
Miranda virou-se para encará-lo, os olhos cinza brilhando, prateados de raiva.

— Não há mesmo necessidade dessa farsa, senhor. Nós dois sabemos o que quer de mim, portanto é tolice fingir uma paixão que nenhum de nós sente. — Seu sorriso era frio. — Você não conseguirá me seduzir para que aceite o pedido de casamento.
Suas palavras foram como sal na ferida aberta da frustração sexual de Devin. Ele sentira paixão — um volume alarmante dela, na verdade —, em óbvio contraste à ausência pia de paixão por parte dela. Ficou muito irritado com o fato de que ele, que planejara seduzi-la, houvesse sucumbido ao desejo, enquanto Miranda estava ali, fria e desdenhosa.

— Não pretendo me casar com você. Nunca pretendi, mesmo antes de seu pedido sem graça — continuou Miranda, sentindo-se novamente controlada. Foi assustador o modo como quase perdera o controle. E pensar que chegara tão perto de cair como uma menina ingênua na falsa sedução deste canalha! — Não estou interessada em um casamento arranjado... ainda que, é claro, possa ver as vantagens de um.

— Mesmo. — Devin cruzou os braços, olhando irritado para Miranda.

— Oh, sim, mesmo. Para você, é claro, há o meu dinheiro. Para mim, bem... Eu poderia apresentar minha irmã Verônica à sociedade londrina do jeito que minha madrasta deseja. Isso agradaria tanto a Verônica quanto a minha madrasta, ambas muito queridas para mim. E seu nome, obviamente, é tradicional e respeitado, apesar de você tê-lo manchado com suas práticas perdulárias.

— O quê? — Ele arregalou os olhos e fechou as mãos, os braços esticados ao lado do corpo. — Como ousa?
Miranda olhou para ele com ar inocente.

— Mil perdões. Essa não é a verdade? Foi o que ouvi. Mas talvez os comentários não lhe tenham feito justiça. Você não gastou toda a sua fortuna? Não anda em má companhia e passa seu tempo em inferninhos de jogatina e casas de má reputação?
Ele apertou os lábios, um rubor surgindo em seu rosto firme.

— Então? — Miranda provocou-o. — Trata-se de um falso rumor?

— Você não deveria nem saber da existência de tais coisas, muito menos mencioná-las — falou ele, contrariado. — É vergonhoso.

— É vergonhoso eu mencioná-las, mas não o é você praticá-las? Francamente, lorde Ravenscar, não sou tola, se é isso o que você pensa a respeito daqueles que vivem além da reverenciada costa da Inglaterra. Também não sou surda. Não imaginou que eu ouviria os rumores? Só esta noite, ao andar pelo salão, ouvi que você envergonhou o nome de seu pai, desperdiçou...

— Cale-se! Você não sabe do que está falando.

— Ah, sei sim. Promiscuidade, depravação, bebedeiras... essas coisas são como vento no moinho dos boatos. Todos falam a respeito. Estou certa de que nenhuma das pessoas aí dentro se importa se uma americana desprezível vá ter a infelicidade de se casar com um homem com sua reputação. Mas isso conta pontos contra você, pelo que sei. E, obviamente, nenhum dos seus deixará que se case com uma de suas filhas. À parte, é claro, da afeição natural que sentem por elas, nenhum deles desejaria aliar seus nomes a um outro tão manchado por escândalos. É por isso que você deve se contentar com uma herdeira que não é da nobreza... até mesmo uma não-britânica. Sua reputação deve ser realmente muito ruim.

O rosto de Devin parecia feito de pedra ao encará-la com uma expressão fria e dura nos olhos, que pareciam bolas de gude. Miranda sabia que ele gostaria de poder lançar sua ira sobre ela, mas não podia, porque tudo o que tinha dito era verdade.

— Obviamente, uma mancha em seu nome não incomodaria tanto a nós, americanos. Meus conterrâneos parecem estranhamente apaixonados por títulos. Suponho que isso se deva ao fato de termos nos livrado de tais detalhes sem sentido há muito tempo. O que criou um vazio para os muito orgulhosos, sabe. De modo que conheço alguns americanos abastados que comprariam maridos aristocratas para suas filhas, só para que pudessem ter um título na família. Eu, no entanto, tenho pouco interesse em ser "lady" Ravenscar. Ele soa como um título vazio, e, francamente, prefiro meu próprio nome. Ainda que — acrescentou ela, com um olhar pensativo — a idéia de restaurar sua propriedade de certa forma me atraia. Gosto de colocar as coisas em ordem e funcionando, e tenho certeza de que ela tem sido negligenciada. Sinto-me atraída por construções antigas, a arquitetura elizabetana é uma das minhas favoritas, assim como de papai. Sei que Darkwater é um exemplo espetacular de mansão do início do período elizabetano. E, é claro, a história que a cerca é intrigante. A maldição e tudo mais. É verdade que Darkwater foi feita com pedras tiradas...

— Para o inferno com Darkwater! — Ravenscar explodiu. — O maldito lugar pode apodrecer, pelo que me diz respeito. Este aqui é um nobre inglês que não está à venda para você ou para qualquer outra americana rica. Prefiro que a propriedade inteira caia em ruínas ao meu redor. Prefiro morrer na pobreza a me casar com uma bruxa ordinária e insensível como você! Boa noite, srta. Upshaw. E até logo.

Devin passou por ela com um esbarrão e foi embora."

sábado, 22 de outubro de 2011






A Fera
Autora: Alex Flinn

Gente, eu quando vou a uma livraria, se começo a conversar com o vendedor estou ferrada. Foi só por isso que comprei esse livro. Já o tinha visto no submarino, mas a cama não em chamou a atenção e nunca tive vontade de ler a sinopse. Contudo, uma simples conversa, foi capaz de me fazer mudar de idéia.

Esse livro fala basicamente sobre a beleza. Ele tenta mostrar que a beleza física muitas vezes não significa nada e o que vale mais é o que vai dentro do coração de cada pessoa. Foi uma ótima lição para mim e acabei emprestando para uma amiga, que tem mania de chamar as pessoas de feias. Ele é uma versão moderna da Bela e da Fera. Para quem nunca leu o livro infantil, é uma ótima oportunidade de conhecer a fábula, que é trazida para os tempos modernos.

O nosso mocinho, Kyle, é do tipo de personagem superficial que acha que a beleza é tudo. Ele é rico,  tem amigos bonitos, sai com uma garota que é bonita, porque  não sente nada, tem um pai bonito e só valoriza as aparências. Se você não é minimamente belo, não pode fazer parte do seu circulo de amizades. Para resumir, é o bambambam do colégio e se acha. Sabe aquele tipo de pessoa que fica toda se sentindo? Pois é! É o nosso lindo Kyle.

Um dia ele resolve humilhar uma menina, por achá-la muito feia e estranha. Uma pessoa que simplesmente cruzou o seu caminho e ousou desafiá-lo abertamente. Assim uma pequena vingança, para mostrar qual o lugar das pessoas feias é o que ele bola e tudo ocorre como esperado. O que ele não sabe, é que a tal menina não é uma menina e sim uma bela bruxa. Ela resolve castigá-lo por todas as coisas horríveis que ele fez. E deixá-lo tão feio quanto é o seu coração. Por um único gesto de bondade, antes da humilhação publica, quando ele da uma rosa rejeitada pela sua acompanhante irritante, ele ganha dois anos para sair daquela situação. Somente dois anos.

Em tal situação, Kyle descobre que é tão feio quanto rejeitado por todos. O próprio pai não o tolera e a única coisa que o mantinha popular era sua beleza. A tal beldade foge quando vê sua nova aparência e após várias tentativas frustradas com melhores médicos, ele é enclausurado em uma casa na periferia.

Bem a fera agora tem uma missão, que é encontrar o verdadeiro amor com a aparência de um monstro. Sofre na própria pele o que fez as outras pessoas passarem. Ate descobrir o amor de verdade.

Já disse que sou linguaruda, não? Se continuar a escrever contarei o livro todo. Então terminarei por aqui.
Esse não é o tipo de livro glamoroso, hot, engraçado e misterioso. Nem é o tipo de livro que Normalmente leio. Eu gosto de livros hots e alguns casos sobrenaturais. Mas porque estou indicando? Primeiro, a lição que o livro deixa. Segundo, para que os mais novos conheçam a fábula da Bela e da Fera. Espero sinceramente que gostem do livro.

Esse livro virou filme e logo estreará no Brail

Sinopse:
A arrogância do protagonista Kyle Kingson, um jovem rico e inteligente, faz com que ele seja amaldiçoado pela colega de classe Kendra após humilhá-la na frente de toda a escola. Transformado numa aberração e rejeitado pelos pais, Kyle passará uma temporada exilado no Brooklyn, onde precisará descobrir a beleza em si e assim, possivelmente, quebrar a maldição.

Trecho:

"Eu era uma besta.
Me olhei fixamente no espelho. Eu era um animal… não completamente lobo
ou urso ou gorila ou cachorro, mas sim alguma horrível espécie que andava
ereta, que era quase humana, mas não completamente. As presas tinham
crescido na minha boca, meus dedos tinham se transformado em garras e
pelos cresciam por cada poro. Eu, que tinha depreciado pessoas com migalhas
ou mal hálito, era um monstro. "






Beautiful Creatures - Dezesseis Luas
Autores: Margaret Stohl & Kami Garcia


Gente, quando comprei esse livro, confesso que não dei muito por ele. Disse para mim mesma, é mais uma estória de adolescentes apaixonados, com algo sobrenatural no meio. Já li tantas de vampiros, lobos, anjos, imortais e seres sobrenaturais, que para mim o livro seria mais um d’javu. Para a minha grata surpresa ele não foi.A receita é a mesma de outras séries. Só que agora é uma moça e não um cara, que chega a uma cidade nova, começa em uma escola nova, tem um monte de gente  que a acha estranha e não gosta dela. 

O segredo e o suspense no inicio do livro são um diferencial. Quando comecei a ler, imediatamente me vi presa a trama. Queria saber o que Lena era. Achava que era vampira, sinceramente. Algo de muito estranha nela e no seu tio Malcon.

O Ethan contando a estória me lembrou muito a narrativa leve da serie Percy Jack. O menino comum, popular, com amigos e um sonho de sair da cidade. Uma narrativa engraçada e envolvente. Os dois tiveram uma química imediata, e conforme a trama desenvolvia, eu tinha mais vontade de saber sobre os seus segredos e torcia pelo casal.

Já disse que Lena é estranha, mas não o quanto. Bem ela tem um segredo, que logo Ethan acaba se inteirando. Não posso contar exatamente o que é, mas o seu prazo final é o seu aniversário de dezesseis anos. Os dois lutam o tempo todo para desvendar os mistérios de Lena e no meio disso tudo ainda surge um misterioso objeto. Esse objeto os leva ao túmulo de uma mulher. Os segredos dessa mulher estão diretamente relacionados com os mistérios de Lena, ou diga-se maldição.

A cada pagina do livro, eu me via mais intrigada e torcendo pelo casal. No inicio não gostei do tio M, mas no desenvolver da estória ele se tornou uma espécie de herói para mim. Ah! Também existem poderes misteriosos e pessoas malvadas que farão de tudo para levar Lena para o lado negro da força. E só Ethan, com seu amor incondicional será capaz de ajudá-la a passar por tudo.

Eu sou linguaruda, se começar a falar mais, direi o que Lena é e quais os mistérios desse livro. Então deixarei vocês avaliarem por si só. A única coisa que tenho a dizer a favor é que entro na net todos os dias a procura do livro dois, que ainda não foi lançado no Brasil. Se tiver que esperar mais meses, terei definitivamente um filho. Kkkk Ah, o mais legal de tudo é que o filme virará filme!! Mal posso esperar por isso.




Sinopse

Quando Lena chegou a Gatlin, eu só tinha certeza de uma coisa: ela não se parecia com ninguém que o pessoal daqui já vira. E as diferenças não estavam apenas na aparência.
Eu tinha certeza que já havíamos nos encontrado antes, talvez nos sonhos. É, sei que parece idiota, mas eu vinha sonhando com alguém há tempos, alguém que eu não conhecia, alguém que, no sonho, precisava ser salva, ou tipo isso.

Antes de Lena eu estava contando os meses para deixar Gatlin, mas agora era diferente: havia Lena. E havia algo entre nós, uma atração que eu não conseguia explicar. Eu precisava conhecê-la melhor e entender o que eu estava sentindo. Mas, para me aproximar, teria que enfrentar o tio com fama de louco dela; Amma, nossa governanta supersticiosa, que tinha praticamente me criado; meu pai, que desde a morte de minha mãe só ficava trancado no escritório “trabalhando”; meus amigos e inimigos, as garotas populares da escola… E ainda havia o segredo, um tipo de segredo que não ficaria oculto por muito tempo em um lugar como Gatlin, um tipo de segredo que pode mudar tudo a sua volta…

Trecho

“Ela saiu da cama, deslizando o braço pela minha mão.
- Você não entende. – Ela ergueu a mão. 122. Cento e vinte e dois dias, ela tinha escrito em tinta azul, como se aquilo fosse tudo que tivéssemos.

- Entendo. Você está com medo, Mas pensaremos em alguma coisa. Estamos destinados a ficar juntos.
- Não estamos. Você é um mortal. Não consegue entender. Não quero ver você se ferir, e é isso que vai acontecer se ficar próximo demais de mim.

- Tarde demais.

Eu já tinha ouvido cada palavra que ela disse, mais sabia só de uma coisa. Eu já estava envolvido.”

"os dias sem você sangram até que o tempo não é nada mais do que um obstáculo que temos que superar"

sexta-feira, 14 de outubro de 2011




O DUQUE E EU
Autora Julia Quinn

Gente


Esse é o primeiro livro da família Bridgerton, e o primeiro romances histórico, da época da regência, que li. Eu me apaixonei completamente pela escrita primorosa da autora Julia Quinn. Ela consegue fazer personagens carismáticos, engraçados, situações constrangedoras e momentos sensuais.

Quando comecei a ler o livro, não achei que fosse me envolver e não dei nada por ele em um primeiro momento. Mas Simon e Daphne são os tipos de personagens encantadores que me envolveram qualquer um na trama.

O primeiro encontro foi super engraçado e quando os dois tentam se ajudar, para conseguir seus objetivos, acabam enredados nas armações de Lady Bridgerton, uma casamenteira infalível, e o que era uma armação vira um casamento verdadeiro.

Simon é do tipo de mocinho delicioso que te deixa apaixonada. Daphne é forte e muito decidida. Os dois têm uma combinação única e você se vê torcendo a todo o momento pelo casal. Isso sem falar nos irmãos Bridgeton’s, que são deliciosos - eu amo o Antony, Benedict e principalmente o Colin, devo admitir – e a mamãe mais divertida e astuta do mundo. Ninguém gosta de sogra, mas Lady Bridgerton é fantástica e junto com seus filhos faz o leitor soltar boas gargalhadas. Essa é uma família, sem sombra de dúvida, bem humorada e fascinante.

Tenho certeza que ao terminarem esse livro, vão correr a procura dos outros livros.  Só acho uma pena que os 7 livros dessa série ainda não estejam a venda no Brasil. Mas existem os ebooks para matarem a nossa curiosidade. Eu li todos, alguns como do Colin mais de uma vez. E AMO essa família!!

Espero, realmente, que não tenham preconceito com livros de banca de jornal. Eu amo esse tipo de leitura, principalmente os históricos, e 90% dos que li ano passado foram dessa safra.

Vocês encontrarão o primeiro livro no site Ler e Sonhar, que vende os livros da Nova Cultural.


Espero que gostem!!

Trecho 1

-Quem é você?

Simon não sabia por que não tinha respondido sua pergunta diretamente, mas algo em seu interior lhe fez dizer:
-Primeiro minha intenção foi resgatá-la, mas ficou claro que você não necessitava de meus serviços.
-Oh - disse ela, um pouco mais calma. Apertou ligeiramente os lábios pensando muito as palavras que ia dizer.
- Bom, muito obrigada, suponho. É uma lástima que não aparecesse dez segundos antes. Assim não teria que lhe ter golpeado.
Simon olhou ao homem que estava estendido no chão. Já lhe estava começando a aparecer um hematoma no queixo e, gemendo, disse:
-Laffy, OH, Laffy. Quero-a, Laffy.
-Supondo que você deve ser Laffy - disse Simon, olhando-a nos olhos.
Realmente, era uma jovem bastante atraente e, desde esse ângulo, o corpete do vestido parecia descaradamente decotado.
Daphne fez uma careta, obviamente sem dar-se conta de que o olhar dele estava pousado em partes de sua anatomia que não era seu rosto.
-O que vamos fazer com ele? – lhe perguntou.
-Vamos? - repetiu Simon.
Ela franziu o cenho.
-Não disse que tinha vindo me resgatar?
-Assim é - disse ele. Aproximou uma mão da boca e começou a estudar a situação. - Quer que o atire na rua?
-O que? Não! - exclamou ela - Pelo amor de Deus, ainda não parou de chover.
-Minha querida senhorita Laffy - disse Simon, sem dar-se muita conta do tom condescendente que estava usando - Não acredita que sua preocupação está um pouco deslocada? Este homem tentou atacá-la.
-Não é verdade - respondeu ela-. Ele só... Só... De acordo, tentou me atacar. Mas nunca teria me feito mal.
Simon levantou uma sobrancelha. De verdade, as mulheres eram as criaturas mais estranhas do mundo.
-E como pode estar tão certa?
Observou-a enquanto ela procurava as palavras mais adequadas.
-Nigel é incapaz de machucar alguém - disse Daphne, lentamente -. Só é culpado de interpretar mal meus sentimentos.
-Então, você é uma alma muito mais generosa que eu - disse Simon.
A garota suspirou; um som suave que, de algum jeito, Simon notou em todo seu corpo.
-Nigel não é má pessoa - disse ela, com dignidade-. O que acontece é que nem sempre entende bem as coisas e, talvez, confundiu minha amabilidade com algo que não é.
Simon sentiu uma grande admiração por essa garota. A estas alturas, a maioria das mulheres que conhecia já estariam histéricas mas ela, quem quer que fosse, tinha mantido a situação sob controle e agora demonstrava uma generosidade de espírito que era surpreendente. Que ainda pensasse em defender a esse tal Nigel era algo que ele não entendia.
Daphne se levantou e sacudiu a saia de seda verde. Tinham-lhe recolhido o cabelo de modo que lhe caía uma mecha em cima do ombro, frisando-se de maneira muito sedutora em cima dos seios. Simon sabia que deveria estar escutando-a, falava sem parar, como quase todas as mulheres, mas não podia afastar o olhar daquela mecha. Era como uma fita de seda ao redor de seu pescoço de cisne, e Simon sentiu uma urgente necessidade de aproximar-se dela e percorrer o rastro do cabelo com a boca.
Nunca tinha perdido o tempo com as garotas inocentes, mas entre todos já lhe tinham pendurado a etiqueta de vivido. O que poderia acontecer? Não é que fosse violá-la. Só queria um beijo. Só um beijo.
Esteve tentado. Deliciosa e loucamente tentado.
-Senhor! Senhor!
A contra gosto, afastou o olhar do decote e o dirigiu ao rosto da garota. Mas como, é claro, era outro prazer em si mesmo, custava lhe achá-lo atraente quando estava franzindo o cenho.
-Me está escutando?
-Claro - mentiu ele.
-Não é verdade.
-Não - disse Simon.
Do fundo da garganta do Daphne surgiu uma espécie de rugido.
-Então, por que há dito que sim?
Ele encolheu os ombros.
-Pensei que era o que queria escutar.
Simon a observou, fascinado, como suspirava e resmungava algo. Não pôde ouvir o que disse, embora duvidasse que fosse um elogio. Afinal, com uma voz quase cômica, Daphne disse:
-Se não pensa me ajudar, rogo-lhe que parta.
Simon decidiu que já era hora de agir como um grosseiro, e disse:
-Peço desculpas. Claro que a ajudarei.
Ela suspirou e olhou ao Nigel, que continuava no chão a articulando sons incoerentes.
Simon também o olhou e, durante uns segundos, os dois ficaram ali, observando aquele homem inconsciente, até que ela disse:
-Em realidade, o golpe tampouco foi tão forte.
-Talvez bebeu mais da conta.
Ela o olhou, duvidosa.
-De verdade? O fôlego cheirava a licor, mas jamais o havia visto ébrio.
Simon não tinha nada mais que acrescentar, assim lhe perguntou:
-Bem, o que quer fazer?
-Suponho que poderíamos deixá-lo aqui - disse Daphne, embora com os olhos dizia que não o deixava tão claro.
Ao Simon pareceu uma idéia brilhante, mas era claro que ela preferia assegurar-se um pouco mais de que aquele homem estava bem. E Deus lhe assistisse, mas ele sentia o irrefreável impulso de fazê-la feliz.
-Vamos fazer o seguinte - disse, bruscamente, contente de poder ocultar atrás do tom de voz a ternura que sentia nesse momento - irei procurar minha carruagem - Perfeito - interrompeu ela - Em realidade, não queria deixá-lo aqui. Parecia-me muito cruel.
Simon pensou que era muito considerada com o Nigel, tendo em conta que tinha estado a ponto de atacá-la, mas guardou sua opinião e seguiu com o plano.
-Você esperará na biblioteca até que volte.
-Na biblioteca? Mas...
-Na a biblioteca - repetiu ele, com firmeza. - Com a porta fechada. Se alguém entrar aqui por acaso, não quererá que a encontrem com o corpo do Nigel estendido no chão, não é?
-Seu corpo? Deus santo, senhor, não é necessário que o diga como se estivesse morto.
-Como ia dizendo - continuou Simon, ignorando-a por completo - você ficará na biblioteca. Quando eu voltar, agarraremos ao Nigel e o levaremos até a carruagem.
-E como vamos fazê-lo?
Simon lhe sorriu, um sorriso torcido capaz de desarmar a qualquer um.
-Não tenho nem a menor idéia.
Por um segundo, Daphne se esqueceu de respirar. Justo quando tinha decidido que seu salvador potencial era um arrogante, teve que lhe sorrir assim. Foi um sorriso infantil, dos que derretem os corações das damas em um raio de dez quilômetros.
E ainda por cima, para mais desgraça, era terrivelmente difícil continuar irritada com alguém sob a influência daquele sorriso. Depois de criar-se com quatro irmãos, e todos com a capacidade de seduzir a qualquer dama, Daphne achava que ela seria imune aos encantos masculinos.
Mas, ao que parecia, estava equivocada. Sentia um comichão no peito o estômago lhe dava saltos de alegria e, de repente, tinha os joelhos flácidos como se fossem de manteiga.
-Nigel - sussurrou, desesperada e, obrigando-se a concentrar sua atenção longe do homem anônimo que estava em frente a ela. - Tenho que ver como está Nigel. - Se agachou e o sacudiu pelo ombro de um modo bastante pouco delicado - Nigel? Nigel? Nigel, tem que despertar.
-Daphne – grunhiu - OH, Daphne.
Simon se girou de repente.
-Daphne? Disse Daphne?
Ela retrocedeu um pouco, desconcertada pela pergunta tão direta e pelo intenso olhar em seus olhos.
-Sim.
-Se chama Daphne?
Então começou a perguntar-se se esse homem era tolo.
-Sim.
Simon fez uma careta.
-Não será Daphne Bridgerton?
Daphne ficou totalmente surpreendida.
-A própria.
Simon retrocedeu. De repente, começou a sentir-se mal enquanto seu cérebro compreendeu que tinha o cabelo escuro e grosso. O famoso cabelo dos Bridgerton. E isso para não falar do nariz, maçãs do rosto e... Pelo amor de Deus, a irmã do Anthony!
Maldita seja.
Entre amigos havia certas regras, não, melhor mandamentos, e o mais importante era: Não Desejasse À Irmã De Seu Amigo.

Trecho 2

“Simon, que justo tinha estendido um braço e se inclinara para abraçá-la, caiu de cara em cima da cama.
-Daphne? -Com a boca no colchão.
-Deveria ter sabido - disse ela choramingando,. - Sinto muito.
Sentia? Simon se sentou direito. Estava choramingando? O que estava passando? Daphne nunca choramingava.
Ela se virou e o olhou com olhos trêmulos. Simon se teria preocupado mais, mas não tinha nem idéia do que acontecia com Daphne. E como não tinha nem idéia, deu por sentado que não seria nada sério.
Uma atitude muito arrogante, mas certa.
-Daphne - disse, com doçura - o que se passa?
Daphne se sentou a seu lado e lhe acariciou a face.
-Sou tão insensível - sussurrou. - Deveria ter sabido. Não deveria ter dito nada.
-O que deveria ter sabido? -disse ele.
Daphne afastou a mão.
-Que não pode... Que não poderia...
-Que não posso o que?
Ela desceu o olhar e o fixou nas mãos que tinha em cima dos joelhos.
-Por favor, não me faça dizê-lo - disse.
-Esta deve ser a razão -murmurou Simon, pela qual os homens evitam o casamento.
Aquelas palavras eram para ele mas, infelizmente, Daphne as escutou e pôs-se a chorar.
-Que diabos se passa? -perguntou ele, mais sério, afinal.
-Que não pode consumar o matrimônio - sussurrou ela.
Foi um milagre que sua ereção não se derrubasse nesse mesmo momento. Honestamente, não sabia nem como tinha arrumado para dizer:
-Perdão?
Ela deixou cair à cabeça.
-Igualmente serei uma boa esposa. Não o direi a ninguém, juro-lhe.
Desde que era pequeno, quando gaguejava a cada palavra, não havia se tornado a encontrar em uma situação em que não pudesse articular uma palavra, como agora.
Daphne achava que era impotente?
-Por-por-por que? - Outra gagueira? Ou simplesmente a surpresa? Seria a surpresa. Seu cérebro não podia pensar em outra palavra que não fosse essa.
- Já sei que os homens são muito sensíveis com esse assunto - disse ela, devagar.
-Sobre tudo quando não é verdade! - exclamou ele.
Daphne levantou a cabeça.
-Não o é?
Simon entrecerrou os olhos.
- Seu irmão lhe disse isso?
-Não! -Ela afastou o olhar de seu rosto-. Minha mãe.
-Sua mãe? -Simon ficou boquiaberto. Com certeza nenhum homem tinha tido que suportar aquilo em sua noite de núpcias. - Sua mãe lhe disse que era impotente?
-É essa a palavra? -perguntou ela, curiosa. Entretanto, ante o penetrante olhar do Simon, apressou-se a acrescentar: - Não, não, não o disse com essas mesmas palavras.
-E o que foi -perguntou Simon, recalcando cada palavra- o que disse, exatamente?
-Bem, não muito - admitiu Daphne-. Em realidade, foi muito estranho, mas me disse que o ato matrimonial...
-O chamou ato?
-Não é assim como todo mundo o chama?
Simon agitou a mão no ar e disse:
-Que mais te disse?
-Me disse que o, como quer chamá-lo...
Simon pareceu encantado que, em tais circunstâncias, ainda lançasse mão do sarcasmo.
-… está, de algum jeito, relacionado com a procriação e...
-De algum jeito? -interrompeu Simon.
-Bem, sim. - Daphne franziu o cenho-. A verdade é que não me deu muitos detalhes.
- Já o vejo.
-Fez o que pôde - disse Daphne, pensando que o mínimo que podia fazer era sair em defesa de sua mãe. - Para ela foi muito difícil.
-Qualquer um diria que, depois de oito filhos, já teria mais que superado.
-Não acredito - disse ela, agitando a cabeça-. Além disso, quando lhe perguntei se tinha participado desse... - Olhou-o um pouco desesperada-, não sei do que outra maneira chamá-lo se não for ato.
- Continue - disse ele, com a voz abafada.
-Está bem?
-Sim - disse ele.
-Não o parece.
Simon agitou uma mão no ar para que continuasse.
-Bem - disse ela, lentamente-. Perguntei-lhe se isso queria dizer que ela tinha participado desse ato oito vezes e ficou muito vermelha e...
- Perguntou-lhe isso? - estalou Simon, sem poder reprimir-se.
-Sim. -Daphne entrecerrou os olhos. -  Está rindo?
-Não - disse ele, entrecortadamente.
Daphne fez uma careta.
-Pois parece que está rindo.
Simon sacudiu a cabeça.
-Está bem - continuou Daphne, claramente contrariada-. Pareceu-me que a pergunta tinha sentido, porque tem oito filhos. Mas então me disse que...
Simon sacudiu a cabeça e levantou uma mão, com uma expressão que nem sequer ele sabia se era de rir ou chorar.
-Não me diga isso. Rogo-lhe.
-Oh. -Daphne não soube o que dizer, assim se limitou a ficar com as mãos juntas sobre o regaço e a fechar a boca.
Afinal, escutou que Simon respirava fundo e lhe dizia:
-Sei que vou arrepender me de lhe perguntar isso De fato, já me estou arrependendo, mas por que pensava que era -estremeceu...- incapaz de consumar nosso matrimônio?
-Bem, disse que não podia ter filhos.
-Daphne, há muitas, muitas outras razões pelas que um casal não pode ter filhos.
Daphne teve que obrigar-se a deixar de rilhar os dentes.
-Detesto como estúpida me sinto neste momento - disse.
Ele se inclinou e a puxou pelas mãos.
-Daphne - disse, suavemente, lhe massageando os dedos-, tem alguma idéia do que acontece com um homem e uma mulher?
-Não - disse, sinceramente-. Acreditaria que, com três irmãos maiores, saberia algo e por fim achava que ia saber ontem à  noite quando minha mãe me disse que...
-Não diga nada mais - disse ele, com uma voz muito estranha-. Nenhuma palavra mais. Não o suportaria.
-Mas...”

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

GLAUCIA BLACK FANFICS: Colaboradora do Blog: Olá! Chamo-me Daniela Cristóvão e sou a colaboradora deste blog. Eu amo a saga Twilight e sou completamente louca pelo Jacob xD Team Jake...
Olá!
Chamo-me Daniela Cristóvão e sou a colaboradora deste blog.
Eu amo a saga Twilight e sou completamente louca pelo Jacob xD
Team Jake 4ever!!!
Ele é tudo o que se pode querer não é verdade????
Bem, mas além disso também gosto de sagas como: casa da noite, os imortais, entre outros e também séries como: sobrenatural, diários do vampiro, gossip girl, Hellcats, Pretty Little Liars, etc.

Em relação á minha tarefa neste blog é basicamente postar dicas de livros, filmes, citações, resenhas, entrevistas e vídeos.
Eu não vou substituir a Glaucia, isso ninguém consegue fazer, pois ela é única, apenas vou ajudá-la a dinamizar um pouco mais o blog, para terem acesso a mais novidades principalmente sobre o nosso lobito preferido =D
Espero que gostem!

Já agora, eu no Nyah sou a DanielaTwilight, para quem gosta de saber!

Beijos