sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Doce Vingança escrita por mica_black, leticiasilveira 1

Notas da História:
Essa fic é da autora Mica Black e tem como co-autora Letícia Silveira


Personagens não pertencem a mim e sim a titia Sthé.

A fic é baseada em um universo alternativo na época medieval.

A idéia principal foi baseada em um livro épico da Denise Lynn: A Escolha do Coração. Segue abaixo o endereço e é o quarto livro do link a seguir:

http://ebook-romanceshistoricos.blogspot.com/2009/02/cativa-da-paixao-nicola-cornick.html
 
fire












Capitulo um

Jacob Black lutava insaciável ao fogo que se lastrou em toda a sua aldeia. Ouvia muitos gritos de mulheres e crianças desesperadas tentando fugir do fogo, mas ele parecia mais alto e era impossível contê-lo.



Sem ajuda de seu pai, o Conde Billy Black, que havia morrido há um mês, Jacob tinha ajuda de seus fiéis escudeiros que também lutavam para que o fogo acabasse.



Horas depois com o fogo cessado, o que o novo Senhor Black via era somente ruínas. Nada resistira ao incêndio em seu recém-adquirido domínio.



Para reconstruir todo seu império precisaria muito de ouro e homens fortes.



O que poderia ajudar a reconstruir seu império logo, era o dote de sua futura esposa lady Leah Clearwater, embora que ainda não havia assinado o contrato de noivado. Uma vez assinado, marcariam a data para a troca dos votos. Então estaria casado, o que era imprescindível para qualquer lorde do reino. Ele precisava de filhos e de uma castelã para a fortaleza. Duas exigências que seriam preenchidas pelo casamento.



O nariz ardia. O peito se contraiu, protestando contra a fumaça densa e irritante que fazia os olhos lacrimejarem e causava uma tosse seca na garganta.







-Lorde Black, sua mãe está morta! - Disse a dama de honra de minha mãe.







-Como? Minha mãe? - Protestou em fúria.







Jacob seguiu a empregada até onde o corpo de sua mãe se encontrava. Ao chegar ao corpo de sua mãe, coberto de brasas cinza, ela parecia que estava dormindo um sono muito profundo deitado sobre alguns escombros.



Jacob ajoelhou-se perante o corpo de sua mãe e, com lágrimas nos olhos, jurou vingança pela sua morte e pelo seu império destruído.



Mesmo com o coração pesado e a garganta ardendo para gritar de raiva, um sorriso amargo surgiu nos cantos de sua boca.



Havia um trapo rasgado ao lado de sua mãe e nele continha um símbolo.



Só um homem marcaria sua roupa dessa forma: o conde Emmett Cullen. Embora nunca tivesse lutado com um Cullen, tinha conversado com homens que o tinham feito. Todos mencionavam o símbolo em sua roupa.



Uma pergunta estava respondida. Sabia quem era o responsável pela destruição. Olhou em direção à floresta, agora pensando em encontrar seus homens.







— Eu prometo Cullen, devolverei sem símbolo e o farei pagar por isso.







(***)







No castelo dos Cullen, Renesmee Carlie Cullen, a irmã mais nova da geração Cullen, possuia uma evidente feição triste perante os convidados do seu irmão mais velho: o conde Emmett Cullen.



— Está indo tão cedo?



Um braço apoiado sobre seu ombro a deteve. Soube pelo simples gesto qual dos irmãos tentava impedir sua partida.



Seu irmão mais velho, Emmett, não perderia tempo se aproximando dela. Com tantos homens armados presentes, estava muito ocupado tendo que recepcioná-los.



Jasper, o irmão mais novo, nunca tomaria tal familiaridade. Vivera longe da familia por muitos anos. O relacionamento deles era mais formal do que com o irmão do meio.



Renesmee baixou o ombro e se livrou do braço de Edward.



-Sim, estou o dia foi muito longo. Minha cabeça dói e o barulho não me favorece. — Era uma pequena mentira, certamente uma que não lhe valeria toda a eternidade no inferno.



Edward a segurou pelo pulso, puxando-a para o lado, impedindo sua fuga.



- É encorajador descobrir que não perdeu sua habilidade em fabricar mentiras tão descaradas.



Renesmee sorriu.



-Aprendi com o melhor de todos, não foi?



Os olhos dele se arregalaram antes de os lábios se curvarem num sorriso.



-Suponho que sim. — Edward passou a mão pelos cabelos úmidos de suor. — Mas talvez já seja hora de parar de imitar seus irmãos. Afinal, você é uma menina.



- Menina? - Renesmee irritou-se com aquela simples afirmação. O sangue correu quente por suas veias e o coração disparou no peito. Não era uma menina há muitos anos. Duvidava que alguém fora de sua família confundisse a curva dos quadris e dos seios com o corpo de uma menina.



-Para nós, você sempre será nossa menininha, embora que Emmett já esteja a procura de um marido para você, Renesmee.



-Eu sei! Mas eu não quero me casar com lutadores sanguinatas.



-Príncipe encantados já não existem mais Nessie. - Alertou-a.



Sem se importar com o que seu irmão acabara de falar, ela deu as costas para ele e continuou a caminhar.



Ela seguiu até seu quarto e não pode deixar de ouvir comentários nos corredores sobre ela.



- A quem você acha que Renesmee deveria ser entregue? — A voz de Rosalie era ouvida fora do cômodo.



Renesmee colocou os ouvidos na porta fechada de seu quarto e ficou ouvindo suas cunhadas debatendo sobre seu futuro.



- Lorde NAHUEL parece promissor — Alice, esposa de Jasper, comentou.



Renesmee conteve-se para não bufar. Nahuel? Só sobre seu cadáver a convenceriam a casar com aquele idiota.



- Já é mais do que hora de ela casar. Logo estará velha demais para que alguém se interesse. Renesmee já tem 17 anos. Precisa casar rápido.



Oh, abençoada seja! Tudo o que Renesmee mais queria no momento era abraçar Bella por aquela observação. Como Edward conseguira casar com aquela mulher era algo completamente fora de sua compreensão.



- Emmett está ciente da idade da irmã. — Disse Rosalie.



- Bem, Emmett precisa se apressar antes que algum patife perceba a inôcencia que brilha nos olhos dela. — A observação de Bella fez as faces de Renesmee arderem de vergonha novamente.



Depois de ouvir as conversar de suas cunhadas, Renesmee esperou que elas se retirassem e saiu do seu quarto com muita raiva e decidiu sair do palácio.



Ela conseguiu despistar os guardas da entrada com um aceno, e saiu da fortaleza. Felizmente, nenhum dos capitães de seus irmãos estava presente. Nunca a teriam deixado passar tão facilmente.



O vento erguia seus cabelos negros e lhe causava um calafrio na espinha. A brisa da noite já carregava a promessa do inverno. Renesmee puxou o capuz de seu manto de lã sobre a cabeça.



O som de pessoas se divertindo era levado pelo vento. Risadas, vozes que cantavam e gritos animados flutuavam por cima das muralhas da fortaleza.



Quando deixou a fortaleza, sentia uma dor forte penetrar em sua cabeça. Estava cansada de ser obediente, de ser uma irmã comportada. Se já estava passando da idade de casar, certamente tinha idade para cuidar de si mesma enquanto se distraía um pouco.



Logo alcançou um grupo de mercadores que seguiam com as famílias para a feira montada ao lado da clareira. Se fosse realmente seguro andar em grupo, então estava mais do que feliz em segui-los.



Era até divertido ter liberdade de movimentos, sem que cada passo seu fosse vigiado.



Contudo, se Emmett ou sua esposa Rosalie a descobrissem que ela estava fora da fortaleza sem um guarda, eles a matavam.



Ambos agiam como se ela fosse um grande prêmio que precisasse ser protegido a qualquer custo. Teria sentido se tivesse sangue real, mas não tinha. A única coisa de valor, além das terras da família de seu pai, era sua virgindade. E no momento Renesmee ofereceria esse tesouro inútil para qualquer um corajoso o bastante para lhe pedir a honra.



Agora sua cabeça realmente doía. Sem perceber já estava na aldeia, Renesmee se misturou a um grupo de pessoas.



No mesmo instante, ouviu:



- Ali está ela. — Antes que pudesse reagir, uma mão cobriu sua boca, impedindo seu grito. Outra a enlaçou pelo pescoço, arrastando-a para as sombras.







Jacob Black observou escondido quando os quatro estranhos praticamente raptaram Renesmee Cullen.



Por dois dias, ele e seus homens rondaram a feira esperando pela oportunidade de apanhar a irmã dos Cullen. E alguém havia roubado sua presa.



Se não fosse chamar atenção desnecessária, Jacob teria urrado de raiva.



- Milorde? — O tom de Sir Sam ecoava a mesma surpresa. — Devo ordenar que os homens surpreendam os patifes?



Patifes? Jacob quase riu de seu capitão. Se aquelas criaturas mal vestidas eram patifes, o que ele era então? Não tinha vindo até Cullen com a intenção de fazer o mesmo?



Talvez não exatamente o mesmo. Seus homens iriam raptar a irmã de Cullen, vendá-la e levá-la na direção de Black. Então ele, o conde Jacob Black, resgataria a moça bravamente, zelaria por seu conforto e segurança, devolvendo-a intacta aos cuidados do irmão. Assim, conquistaria a gratidão eterna do conde Cullen.



A gratidão de Cullen seria apenas o primeiro passo da vingança que buscava.



Infelizmente, estava no território do inimigo. Do contrário, não teria pensado duas vezes em resgatar a dama. Mas, se fizesse isso agora, surgiriam muitas perguntas que ele não poderia responder. Para começar, não tinha como explicar sua presença em território inimigo.



— Não. Não faça nada que denuncie nossa presença, — Jacob maneou a cabeça. — Siga-os de perto. Interceda pela dama apenas se as circunstâncias se agravarem. Tudo ainda pode se ajustar ao planejado.


NOTA GLAU / MICA, LETICIA, obrigada por permitirem a postadem da fic no meu blo.... VCS SÃO 10000!!!

2 comentários:

Crystal disse...

nossa ja goste dessa fic....

angelica ng disse...

Oie encontrei a estória por acaso e logo de cara já amei....

Postar um comentário